Os melhores restaurantes japoneses de São Paulo

Confira endereços onde comer sushi, sashimi e pratos quentes da cozinha oriental

O paulistano ama a culinária japonesa. Prova disso é a enorme quantidade de restaurantes da categoria espalhados por São Paulo. Desse enorme universo, selecionamos os melhores endereços, que listamos abaixo.

Nessas casas são encontrados sashimi bem cortados, bolinhos de arroz montados com cuidado, lámens de caldos cheios de sabor e outras receitas quentes de abrir o apetite. Também não esquecemos dos rodízios, tipo de serviço que caiu no gosto do público.

Confira os melhores restaurantes japoneses da cidade, divididos pela avaliação que obtiveram no guia COMER & BEBER 2017/2018.

Jun Sakamoto, dono do restaurante japonês com seu nome e sócio do JunJi e da Hamburgueria Nacional (Foto Wanezza Soares)

Jun Sakamoto, dono do restaurante japonês com seu nome (Wanezza Soares/Veja SP)

O três melhores restaurantes japoneses de São Paulo em 2017/2018

O campeão – Shin-Zushi. O que torna realmente especial o restaurante, fundado na Liberdade em 1981 e transferido para o Paraíso oito anos depois, é a degustação com os melhores ingredientes do dia. Destacam-se as ostras no molho ponzu, o tempurá da aromática erva oriental shissô recheada de ovas de ouriço com garoupa batida, o sushi de pargo com um toque de yuzu, limão e sal, a abóbora-cabaça adocicada cozida no shoyu… Essa seleção, servida só no balcão e sob reserva, custa R$ 280,00. Caso queira ocupar uma das mesas no salão, não se acanhe. Peça o ótimo tokujo, um set de sushis (R$ 120,00).

2º lugar – Jun Sakamoto. Sai caro ocupar um lugar no balcão. E a cada noite apenas oito pessoas são atendidas pelo titular Jun Sakamoto – os demais clientes comem das mãos de seus auxiliares. Só de segunda a sexta Jun transforma os peixes em belos cortes para os bolinhos de arroz impecáveis. Também usa matérias-primas como um ótimo uni, o ouriço-do-mar. A degustação completa, com pratos quentes, como a ostra empanada com ovas de capelim, mais sobremesa, custa R$ 365,00. Entre as opções à la carte, os sushis podem ser pedidos por unidade. O de vieira sai por R$ 20,00.

3º lugar – Kan Suke. Embora ainda não domine o português, o itamae Keisuke Egashira se esforça em falar a língua e explicar com enorme simpatia a degustação oferecida à clientela por R$ 260,00, só com pedidas frias, e a de R$ 280,00, com a inclusão de três pratos quentes. A fartura domina as preparações, já que ele corta bifes de pescados. De sabor intenso, a ostra marinada com mexilhão é servida quente. Primorosos, os sushis incluem opções como a de ovas de salmão com gema de ovo crua. Todos os dias, no almoço, um caprichado executivo sai por R$ 60,00. Vale cada centavo.

Sobá: o macarrão de trigo-sarraceno com pato que pode aparecer no Ryo (Ricardo D'Angelo/Veja SP)

Restaurantes quatro-estrelas (muito bons)

Aya Japanese Cuisine. Há duas formas de comer neste restaurante, comandado pelo sushiman Juraci Pereira, que repete os passos de Jun Sakamoto, com quem trabalhou por onze anos. Uma delas é ocupar o balcão e pagar uma pequena fortuna para saborear a degustação. Custa R$ 182,00 por pessoa às segundas e R$ 283,00 nos demais dias. Outra forma, igualmente boa e muito mais em conta, é fazer pedidos à la carte em uma das mesas. O combinado para duas pessoas (R$ 345,00) compõe-se de uma longa sequência, que inclui, entre outros itens, 25 fatias de sashimi.

Ryo. O sushiman Edson Yamashita, que poliu o talento no Shin-Zushi e na melhor fase do Aze Sushi, recebe as pessoas no balcão para provar sushis. Nas mesas, oferece o kaiseki-ryori, um banquete típico, além de pedidas à la carte. O preço desse menu depende da quantidade de pratos escolhidos: cinco (R$ 130,00), sete (R$ 180,00) ou nove (R$ 250,00). Nada é fixo e as opções mudam de acordo com a temporada.

Balcão do Geiko-San: ambiente escurinho (Mario Rodrigues/Veja SP)

Restaurantes três-estrelas (bons)

By Koji. A casa do chef Koji Yokomizo dentro do Estádio do Morumbi fica sempre concorrida no jantar. Na hora de escolher os pares de sushi, acredite nas sugestões dos garçons de melhor peixe do dia e torça para a recomendação ser o buri (R$ 20,00 o par).

Geiko-San. Está dividido em dois salões escurinhos ocupados por casais e turmas animadas. Apelidado de panino, o sanduichinho da casa tem no lugar de pão uma massa de arroz prensado com gergelim coberto de farelo de tempurá. No recheio, atum batido e abacate mais maionese picante à parte. Saboroso, o petisco custa R$ 11,00.

Hamatyo. Quase todas as noites, o sushiman Ryoichi Yoshida posta-se atrás do balcão para servir seus clientes fiéis. Auxiliado pela mulher, dona Kiyoko, ele oferece apenas sashimis e sushis com uma seleção de peixe, em geral, acima da média. Os niguiris, ou bolinhos de arroz, são preparados em tamanho gigantão com arroz de qualidade.

Huto. O balcão domina o escurinho espaço gastronômico de Fabio Yoshinobu Honda, aberto só no jantar. As cadeiras são ocupadas sobretudo por casais adoradores de sushis. Em dupla, os bolinhos de arroz ligeiramente mornos são cobertos de peixes como cavalinha (R$ 22,00), atum gordo (R$ 40,00) e anchova negra (R$ 18,00).

Jojo Ramen: macarrão à japonesa com porco e ovos cozidos (Leo Martins/Veja SP)

Jojo Ramen. Antes da sopa com macarrão de fabricação própria, que pode vir com molho de shoyu e complementada por carne de porco, ovo cozido, alga, cebolinha e broto de bambu (R$ 34,00), prove o karaague (R$ 16,00). É a versão oriental do frango à passarinho, empanada e crocante.

Junji Sakamoto. É a versão mais pop (leia-se: mais em conta) do Jun Sakamoto, restaurante exclusivo e caro em Pinheiros, do chef de mesmo nome. As mesas dividem-se entre o salão confortável e uma varanda concorrida. Para uma duplinha de sushi, compensam a de vieira com toque de azeite trufado (R$ 30,00) e de robalo mais shissô (R$ 18,00).

Kinoshita. A equipe comandada pelo antigo subchef, Marcelo Fukuya, faz uma seleção de sashimis exemplares (R$ 74,00), que pode incluir atum, olho-de-boi, serra, robalo e pargo, além de salmão, para quem aprecia esse peixe cru. É saboroso o tonkatsu de pancetta (R$ 65,00).

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Sushi misto individual do Kitchin: com oito unidades (Ricardo Dangelo/Veja SP)

Kitchin. Virou um fervo só esse pequeno restaurante. Ocupe um lugar no balcão para ver a equipe afinada trabalhar e expedir sashimi de robalo (R$ 24,00) e duplas de bolinhos de arroz do mesmo peixe com shissô polvilhado de sal negro (R$ 20,00) e de um excelente atum gordo (R$ 40,00), serra (R$ 18,00), carapau (R$ 18,00) e um ouriço-do-mar (R$ 32,00) trazido de Itajaí (SC), de deixar saudade.

Lamen Kazu. Quem ainda não provou um lámen começa com o pé direito nesta casa de poucos lugares sempre disputados. Os fios de macarrão acompanhados de broto de feijão e bambu, alga, legumes, porco e cebolinha podem ser mergulhados em caldo à base de shoyu (a versão tyashu, com três fatias de carne, sai por R$ 37,00). Ganhou uma unidade mais espaçosa na Alameda Santos.

Nagayama. A escolha dos pescados sempre surpreende positivamente, ainda mais quando se visita a matriz, no Itaim, com ótimos sushis. O niguiri de buri vem com o peixe deliciosamente sedoso por cima do arroz (R$ 18,00).

Nakka - sushis

Em pares: sushis cobertos por toro, tai, tako, kobe beef e uni no Nakka (Lucas Lima/Veja SP)

Nakka. Ambiente arrojado e cardápio moderninho atraem um público arrumado que gosta de ver, ser visto e comer bem. Fazem sucesso o sushi de kobe beef, uma espécie de hamburguinho selado sobre o bolinho de arroz (R$ 30,00 a dupla), e a porção de dezoito fatias de peixes crus variados (R$ 90,00).

Niaya. É a casa número 2 do sushiman Juraci Pereira, que também toca o Aya, em Pinheiros. Em um salão moderno tomado por batidas eletrônicas no som fazem sucesso os combinados. O especial I (R$ 98,00) traz sashimi de peixes como atum, salmão e olho-de-boi, seis sushis e quatro uramakis de salmão cobertos de ovas.

Ohka. O salão escurinho, aberto só no jantar, é buscado pelo público que curte sobretudo as sugestões frias da culinária japonesa. Em porções de cinco fatias, os sashimis são preparados com peixes como carapau, pargo e serra (todos a R$ 18,50 a porção), a depender da oferta.

Shigue. Tem clima caseirinho e administração familiar, com aquário de peixes e lustres em forma de cubo no salão. O que mais faz sucesso são os combinados do sushiman e proprietário Armando Shigueyoshi Hata. Na versão teishoku (R$ 48,00), o combo de oito fatias de peixe cru, dois niguiris e dois uramakis vem na companhia de saladinha, missoshiru, arroz e conserva.

Shigueru. É o balcão frio, mais do que os pratos da cozinha, que tornam a clientela fiel. Um exemplo está no vantajoso almoço executivo: por R$ 57,00, vale mais a pena pedir um combinado de sashimis de salmão, atum e peixe branco do dia mais meia dúzia de sushis (o de atum é o melhor) e alguns enrolados do que o shogayaki teishoku (R$ 62,00), de carne bovina fininha mas dura com bastante gengibre, gohan e outros acompanhamentos.

Sushiguen. No início deste ano, Mitsuaki Shimizu, fundador e titular do balcão, morreu aos 71 anos de idade. Tanto a clientela fiel quanto os funcionários antigos sentiram a perda do mestre japonês que na década de 70 se estabeleceu fora dos limites da Liberdade. Em sua honra, a equipe manteve a qualidade dos pescados oferecidos em combinados fartos. A versão mais simples (R$ 160,00) inclui quinze fatias de sashimi.

O salão do Tatá: mix de moderno e tradicional (Ligia Skowronski/Veja SP)

Tatá Sushi & Noodle Bar.  O endereço tem 23 luminárias orientais desordenadas no teto e um painel onde figuram tartarugas. Entradinhas se saem melhor que os niguiris. É o caso do guioza vegano recheado de verduras ao alho japonês nirá (R$ 18,00 o trio). Para os fãs de lámen, a sopa de macarrão oriental, o spicy tatá (R$ 46,00), traz a massa em caldo com vieira, camarão e lula.

Tempura Ten. Ao entrar na galeria no número 2050 da Brigadeiro, procure uma portinha na lateral esquerda do saguão, aos fundos. Fica ali, num cômodo decorado como uma sala de estar com balcão, o salão principal. Os tempurás, frituras ao estilo japonês, compõem uma degustação no jantar (R$ 150,00 por pessoa).

Yakitori. O estilo descontraído, com porções pequenas para ir petiscando, lembra um pouco o de um izakaya. A especialidade são os espetinhos assados na grelha a gás, servidos em um salão bem simples. Tem de quiabo firme e de gostinho defumado (R$ 7,10), de cartilagem de coxa de frango envolta na carne (R$ 9,10) e a cafta úmida e crocante por fora (R$ 13,75).

Os sushis variados do Oguru: em rodízio (Divulgação/Veja SP)

Restaurantes duas-estrelas (regulares)

Aizomê. De fachada discreta, a casa de cozinha comandada pela sócia e chef Telma Shiraishi espalha seus lugares ao redor do balcão, no térreo, e em salinhas com mesas no piso superior. No horário do almoço, o melhor custo-benefício é o do menu executivo (R$ 54,00), que pode incluir um bom frango ao molho tarê.

Aoyama. Sempre com filas à porta, a rede de rodízios chegou à sétima unidade com a abertura da casa de Pinheiros. Os sushis de arroz bem adocicado recebem, em sua maioria, salmão. Saem-se melhor o uramaki de atum e o niguiri de pele de peixe tostada. Custa R$ 89,90. No almoço durante a semana, há uma versão reduzida a R$ 62,90.

Ban. É na ala de receitas quentes que o restaurante mostra o seu melhor. O udon é o macarrão de trigo de calibre mais grosso, aqui mergulhado em um caldo translúcido e muito saboroso de peixe, alga e shoyu (R$ 55,00). À parte, vem a dupla de tempurá de camarão leve e crocante para complementar.

Dhaigo. Antes mesmo de chegarem os aperitivos no rodízio, garçonetes passeiam pelas mesas do salão comprido da matriz, no Itaim, oferecendo os sushis em bandejas. O rodízio custa R$ 62,00 no almoço durante a semana, com direito a sobremesa, e R$ 73,00 no jantar e no almoço de sábado, com itens a mais como tempurá e lula à milanesa. Para incluir sashimi no serviço, pagam-se R$ 9,00 ou R$ 13,00 a mais, a depender do dia.

Djapa. Se você é fã de ostra, este é o seu lugar. No rodízio, os moluscos, trazidos de Santa Catarina, podem ser consumidos à vontade, in natura ou gratinados com muuuito creme. São bons ainda o hot roll e o enrolado do peixe coberto de ovas. A comilança sai por R$ 95,00. Durante o almoço na semana, há uma alternativa menos farta e sem frutos do mar por R$ 65,00.

Hakken. Nas noites de maior movimento, o burburinho é um tanto ensurdecedor. Apesar das sugestões à la carte, o que faz mais sucesso é o rodízio (R$ 74,00 às terças e quartas; R$ 79,00 no restante da semana).

Jam – Japanese Food, Arts & Music. A proposta é servir receitas japonesas com toques ocidentais ao som de pop e MPB ao vivo – em volume agradável, ainda bem. Chamada de sushi trio especial (R$ 42,00), a porção traz salmão cru em três versões: selado e com raspa de limão sobre o bolinho de arroz, enrolado com gema de ovo de codorna e envolto em camarão empanado.

Kosushi: o novo visual do salão (Clayton Vieira/Veja SP)

Kosushi. Depois de uma rápida reforma, o lugar reabriu no início do ano com fachada envidraçada criada pelo arquiteto Arthur Casas. Aposte no temaki de salmão (R$ 22,00) e no niguiri de peixe-prego (R$ 9,00).

Kozaka. Serve um rodízio mais barato que a média, mas mais enxuto também e sem frutos do mar. Para o sashimi, o único produto limitado da seleção, escolhe-se apenas um tipo de peixe, como o prego, que vem cortado em cinco fatias.  preço por pessoa varia de R$ 57,50 a R$ 69,00, a depender do dia.

Manihi Sushi. Vamos ao ponto. Quem vai a rodízios de comida japonesa em geral tem o foco nos sushis e sashimis. E os itens frios desse endereço, decorado com tecidos no teto e lustres redondos, se destacam entre os colegas do gênero. Sashimi de atum, salmão, robalo e polvo chegam bem cortados. E os sushis, se não impressionam, também não decepcionam. A versão mais completa do rodízio sai por R$ 119,90. Pagam-se R$ 98,90 pela seleção reduzida e R$ 67,90 pelo rodízio executivo, de terça a sexta no almoço.

Nosu. Todo revestido de bambu, está entre os restaurantes mais bonitos da cidade. Pedidas acertadas são a saborosa robata de rã (cuidado, vem com osso e os garçons não avisam; R$ 18,00) e o salmão grelhado com vieira (R$ 21,00).

Oguru Sushi & Bar. Com espírito jovem, o rodízio tem atendentes que rodam o salão com bandejas de sushi, como niguiris de peixe-serra e carapau, hossomaki de salmão e batera apimentado de atum. Custa R$ 103,00 no jantar e no sábado o dia todo. No almoço durante a semana, com menos opções, o rodízio sai por R$ 65,00 (sem sashimi) ou R$ 75,00.

SassáSushi. A marca comandada por Alexandre Saber, o Sassá, é uma das campeãs do delivery na cidade. O salão do Itaim também faz sucesso. Além das pedidas à la carte servidas de dia e à noite, há um bufê no almoço de segunda a sexta (R$ 69,90). No jantar e nos fins de semana, reina o rodízio (R$ 85,90).

Sendai. Dividida em duas pessoas, a porção de cogumelo shimeji (R$ 48,00), de tamanho bem comedido, não compromete o apetite para o combinado especial (R$ 206,00), com 25 fatias de sashimi, quatro sushis, catorze enroladinhos e quatro opções com ovas.

Sushi Kiyo. Fazem sucesso os combinados de sushi e sashimi. O chamado especial, com 42 peças, entre fatias de peixe cru e bolinhos de arroz, é suficiente para duas pessoas e custa R$ 230,00. Servida com arroz e missoshiru, a anchova passada pela grelha é outra pedida para a refeição oriental (R$ 42,00).

Sushi Lika. O baiano Josino de Souza, ou Lika, e a equipe preparam pedidas como o combinado especial (oito fatias de peixe cru e dezoito bolinhos de arroz com pescado; R$ 95,00).

Tanuki. Repleto de habituês, eles são sempre recebidos com algum petisquinho de cortesia, que pode ser a salada de algas ou a berinjela marinada. Do balcão, saem pedidas como o bom sashimi de atum cortado grosso (R$ 39,00, cinco fatias).

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