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Os detalhes da premiação da 21ª edição de VEJA COMER & BEBER

Evento reuniu celebridades e os melhores chefs da cidade na Casa Charlô

Por Redação VEJA São Paulo - 29 set 2017, 06h00

“Não é somente uma premiação, mas o lançamento do mais confiável guia gastronômico de São Paulo.” Assim definiu a chef Paola Carosella depois de receber o troféu de melhor cozinha variada pelo restaurante Arturito durante a festa de lançamento da 21ª edição do especial VEJA COMER & BEBER, no último dia 21.

A celebração, para 600 convidados, teve como cenário a Casa Charlô, no Itaim. O evento, apresentado pelo banco Santander, revelou os campeões em 42 categorias, dez delas inéditas. Esses estabelecimentos fazem parte de uma lista com 800 locais selecionados entre os 1 000 visitados (ou revisitados) pela equipe de VEJA SÃO PAULO ao longo de um ano. São 400 restaurantes, 200 bares e 200 endereços de comidinhas, em que as contas sempre foram pagas pela publicação, num total de 210 000 reais investidos.

A condução da cerimônia foi feita pelo francês Erick Jacquin, premiado como chef do ano em 2000 e 2007 e, hoje, conhecido como jurado do reality show MasterChef. Ele convidou para subir ao palco personalidades como os atores Antonio Fagundes, Larissa Manoela e Luiza Brunet, os apresentadores Zeca Camargo e Ana Maria Braga, o comentarista esportivo Caio Ribeiro e a cantora Fafá de Belém, entre outros famosos, para fazer o anúncio dos vencedores.

Chef-apresentador: Jacquin foi o mestre de cerimônias da festa que revelou os melhores da gastronomia Flávio Santana/Veja SP

Oscar Bosch, eleito o chef do ano pelo cardápio desenvolvido no Tanit, no Jardim Paulista, era só alegria. “A gente vai trabalhar ainda mais duro para estar neste palco novamente em 2018”, prometeu. Ainda entre os restaurantes, o japonês Shin-Zushi, no Paraíso, levou o título da especialidade pela primeira vez.

Nas categorias estreantes, o D.O.M., no Jardim Paulista, recebeu o troféu de melhor cozinha de autor e o Moma — Modern Mamma Osteria, no Itaim, o de melhor trattoria moderna. “Nem completamos um ano e já estamos entre os ganhadores, o que é um baita termômetro do sucesso”, comemorou Salvatore Loi, chef e sócio da casa ao lado de Paulo Barros.

Outra novidade, a estreia do ano surgiu para reconhecer os melhores endereços que abriram as portas de outubro do ano passado para cá. O vitorioso foi o Loup, no Itaim, de Daniel Sahagoff. “Tivemos um aumento de 40% de movimento depois da premiação”, festeja o empresário e sócio.

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O aplicativo iFood concedeu pela primeira vez o prêmio de melhor delivery, vencido pelo Dinho’s, no Paraíso, que tinha como concorrentes o Mestiço, na Consolação, e a Casa Europa, no Jardim Paulistano.

Na posição de indicado, o ator Bruno Gagliasso foi um dos que mais atraíram flashes durante a festa. O artista global é um dos sócios do Le Manjue Organique e manteve a animação apesar de perder a disputa de restaurateur do ano para o trio de sócios Gil Carvalhosa Leite, Chico Ferreira e Paulo Bitelman, que comanda o Le Jazz Brasserie.

“Só o anúncio de que estávamos concorrendo publicado em uma matéria da Vejinha fez com que nossas casas enchessem mais ainda”, comemora o ator. “A revista mostra ao público o que a gente faz atrás do balcão”, disse Jean Ponce, bartender do Guarita, em Pinheiros, e autor da melhor caipirinha da cidade, cuja receita ocupa uma das páginas da edição.

Ainda em bares, escolheu-se pela primeira vez o melhor sanduba, o bun bah, de frango empanado, abacate e coentro, criado por Renata Vanzetto para o MeGusta, no Jardim Paulista, do qual ela é chef e sócia. “Dobramos as vendas no fim de semana passado”, contabiliza Renata.

Fafá de Belém com Paola Carosella, o chef Lucas Santos e o sócio Benny Goldenberg, do Arturito: cozinha variada Flávio Santana/Veja SP

Dois ganhadores, em especial, comemoraram muito e em dose dupla. O Guilhotina, em Pinheiros, abocanhou a placa de carta de drinques e a de bartender do ano pelo trabalho do sócio Márcio Silva. Cozinheira de mão-cheia, Heloisa Bacellar foi eleita a quituteira do ano e também faturou o prêmio de melhor salgado pelo Lá da Venda.

Ao final da premiação, foi conhecida a personalidade gastronômica, Ático Alves de Souza, de 90 anos, maître do Parigi e há meio século dedicado à arte de bem servir. “Nunca vi uma festa tão bonita, estou sem palavras”, resumiu com a voz carregada de emoção.

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