Guilhotina (Desde 2016)

Tipos de Bares: Drinques
VejaSP
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Endereço: Rua Costa Carvalho, 84 - Pinheiros - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 30310955
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
18:00 - 01:00
quarta-feira
18:00 - 01:00
quinta-feira
18:00 - 01:00
sexta-feira
18:00 - 01:00
sábado
17:00 - 01:00
domingo
Fechado
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Informações adicionais

Lugares/Capacidade total (120)

Resenha por Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

A abertura do Guilhotina, de jeitão irreverente, em 2016, fez bem à cena de bares de coquetelaria na capital, hoje cada vez mais sem pompa. O programa inclui bebericar em um ambiente sem nenhum luxo — algumas vezes de pé —, atendimento feito por bartenders divertidos e carta de ótimas misturas, preparadas pela equipe treinada pelo premiado Márcio Silva. Apesar de o cardápio estar em constante mutação, o vitriol (R$ 31,00) sobrevive desde o começo. Leva bourbon, gim, vermute tinto, Campari, licor de cereja, framboesa e gengibre, que dá o toque ardidinho. Ótima composição, a são paulo-milano (foto; R$ 31,00) agrupa cachaças envelhecidas em diferentes barris, vermute tinto, Fernet Branca e framboesa. Assim como o Apothek, a casa também teve bem-vindo upgrade na cozinha.

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    Comer e beber

    • 2019 - Vencedor

      Bartender do ano COMER & BEBER .

      Ele tem 39 carimbos no passaporte, renovado em abril de 2018, e as malas sempre preparadas. Márcio Silva vive pronto para decolar — a serviço. Na terra-mãe, São Paulo, exerce um trabalho de mestre no Guilhotina, com ótimos drinques e hospitalidade de alto nível. No mundo, leva a bem-sucedida experiência a masterclasses e pop-ups, quando ocupa balcões de colegas. Só neste ano, já viajou para Argentina, Peru, Panamá, Porto Rico, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Grécia, Turquia, Rússia e (ufa!) China — and counting. A intensa agenda de Silva ajuda o planeta a começar a ver o Brasil como um destino etílico. E, é claro, facilita o bom resultado do Guilhotina em rankings internacionais — o endereço foi o primeiro e único daqui a entrar na lista inglesa The World’s 50 Best Bars. “Eu levanto a bandeira dos profissionais do país”, diz Márcio, que almeja “que a coquetelaria nacional tenha a mesma visibilidade que a gastronomia tem”. Durante a ausência dele, o bar de Pinheiros permanece impecável, sob os cuidados dos sócios Marcello Nazareth e Rafael Berçot, além da equipe bem treinada. Não raro, suas viagens rendem intercâmbios, e nomes do exterior acabam dando expediente por um dia na casa — sorte dos paulistanos, que podem beber um pouquinho do globo. E, só entre nós: poucos visitantes têm irreverência compatível à do anfitrião, que transforma qualquer balcão careta em festa. Com 42 anos, viveu por uma década e meia na Europa. Em 2009, decidiu retornar ao berço, onde, para bem dos amantes de seus ótimos drinques, resolveu voltar a se fixar. Mas com turbinas debaixo dos braços, bien sûr. Pelo serviço que presta à cena brasileira de bares, Silva recebe o título de bartender do ano pela segunda vez.

      Saulo Yassuda

    • 2019 - Indicado

      Bar de drinques COMER & BEBER .

      A abertura do Guilhotina, de jeitão irreverente, em 2016, fez bem à cena de bares de coquetelaria na capital, hoje cada vez mais sem pompa. O programa inclui bebericar em um ambiente sem nenhum luxo — algumas vezes de pé —, atendimento feito por bartenders divertidos e carta de ótimas misturas, preparadas pela equipe treinada pelo premiado Márcio Silva. Apesar de o cardápio estar em constante mutação, o vitriol (R$ 31,00) sobrevive desde o começo. Leva bourbon, gim, vermute tinto, Campari, licor de cereja, framboesa e gengibre, que dá o toque ardidinho. Ótima composição, a são paulo-milano (foto; R$ 31,00) agrupa cachaças envelhecidas em diferentes barris, vermute tinto, Fernet Branca e framboesa. Assim como o Apothek, a casa também teve bem-vindo upgrade na cozinha. 

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2018 - Participante

      Drinques Comer & Beber .

      Se você quer beber um drinque de boa, sem muita pose, o lugar é aqui. A casa do talentoso Márcio Silva — um dos bartenders que ajudam a divulgar a coquetelaria nacional pelo mundo —, ao lado dos sócios Marcello Nazareth e Rafael Berçot, recebe um público animado e fã de coquetelaria. A equipe afiada no balcão manda bons coquetéis do cardápio, que tem todo um conceito inspirado na carta O Louco do Tarô, sem muitas “amarras”. Destaca-se entre as opções o un*fool*ish (uísque 12 anos, vermute tinto, licor Bénedictine mais infusão de pêssego e flor de sabugueiro; R$ 31,00), com um belo gelo translúcido. Complexo, o chamado metade cheio (R$ 31,00) leva gim aromatizado com óleo de castanha-do-pará, vermute branco, Fernet-Branca com café, mel de uruçu-amarela e pimenta baníua. (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2017 - Vencedor

      Carta de Drinques Comer & Beber .

      Beber um drinque sem muita frescura. Eis a bandeira defendida pelo Guilhotina, badalado bar aberto em dezembro que decretou o fim do antigo esquema coqueteleiro — pelo menos neste espaço de Pinheiros. Em vez de um salão classudo, o endereço tem espírito pra lá de divertido, onde se beberica no balcão ou apoiado em barris. Você chega, amarra sua pulseira-comanda no caixa e recebe a ajuda de festivos bartenders para escolher a bebida. As misturas boladas pelo sócio Márcio Silva revelam a personalidade de seu criador. Se hoje todos amam gim-tônica, aqui há uma versão própria: gim com infusão de caju mais manga, manjericão e pimentas moídas na taça (R$ 31,00). Com extrato de própolis na receita — isso mesmo —, o ardidinho mr. funk combina vodca com semente de coentro, cachaça envelhecida, maracujá, hortelã, pimenta e mel (R$ 29,00). Um viva ao novo regime etílico! (Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fabio Galib

    • 2017 - Vencedor

      Bartender do ano Comer & Beber .

      No Guilhotina, Márcio Silva pode relaxar. Pela primeira vez, o paranaense criado em São Paulo toca, desde dezembro, o próprio balcão e tem carta branca dos sócios, Marcello Nazareth e Rafael Berçot, para criar. O resultado? Venceu o prêmio de melhor carta de drinques nesta edição. Mas nem todos os dias são de banho de espuma (ainda que em uma estação de bar, como na foto). A rotina inclui participar de reuniões, revisar pedidos, treinar a equipe... Ex-lutador de tae kwon do, Silva abandonou o tatame ao se machucar em uma competição em Londres, em 1994. Resolveu ficar por lá. Começou a lavar taças em bares badalados e acabou por chacoalhar as coqueteleiras em países como Inglaterra e Espanha nos quinze anos de Europa. “Sou um bartender gringo que fala português fluentemente”, brinca. Voltou para São Paulo, em 2009, com uma missão: comandar o ótimo SubAstor, então estreante. Entre idas e vindas do exterior, fez — e faz até hoje — consultorias em estabelecimentos daqui. A lista é grande, porém é no Guilhotina onde ele se mostra mais à vontade. No meio da badalação, o ato de pedir um dry martini lá vira uma discussão divertida com o freguês sobre a proporção de gim e vermute no clássico. Coisa de especialista.

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2017 - Indicado

      Bar revelação Comer & Beber .

      Conhecido pelas cartas de drinques que assinou em inúmeros bares e restaurantes de São Paulo, o bartender Márcio Silva montou este balcão próprio em dezembro. O resultado? Um baita sucesso. Desde os primeiros dias de funcionamento, o estabelecimento chama a atenção dos amantes de coquetelaria ao servir, em um ambiente bem desencanado, os melhores drinques preparados na cidade. Sim, agitou a cena. Para aumentar sua fama, o espaço foi indicado como um dos dez melhores novos bares internacionais de coquetelaria pelo júri do The Spirited Awards. Essa premiação é organizada pelo Tales of the Cocktail, prestigiado evento que reúne todo ano bartenders do mundo todo em Nova Orleans (EUA).

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

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