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Bares que investem em boas cartas de cachaça

Veja abaixo uma relação de endereços que têm opções bacanas de branquinhas e amarelinhas

Por Marcelo Cobra Atualizado em 20 jan 2022, 09h30 - Publicado em 12 set 2012, 19h53

Branca ou amarelinha, a cachaça vem conquistando aos poucos um espaço maior no cardápio de bares e restaurantes da cidade. Além do paladar dos consumidores.

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“Trata-se de uma mudança gradual, na medida em que ela deixa de ser encarada como um produto barato e de baixa qualidade”, explica Leandro Batista, ex-sommelier de cachaça do restaurante Mocotó, na Zona Norte, hoje à frente do Barnabé. “Os clientes começaram a degustá-la como se fosse vinho, valorizando os aromas e sabores”, acrescenta.

Na casa comandada pelo chef Rodrigo Oliveira há uma degustação com até dez rótulos envelhecidos em diferentes tipos de madeira e provenientes de regiões brasileiras variadas. Uma que costuma compor a rodada é a Weber Haus, de Ivoti (RS), envelhecida em amburana e com 38% de graduação alcoólica, que se destaca pela boa relação custo-benefício.

No Empório Sagarana, na Vila Romana, detentor da melhor carta de cachaças da cidade de acordo com o especial “Comer e Beber” 2013-2014 (leia mais clicando aqui)são cerca de 600 rótulos, a maioria deles de Minas Gerais, todos selecionados pelo artista plástico e pesquisador de cachaças Paulo Leite, proprietário do bar. Ele indica as doses da Capela de Minas, produzida em Cambuí e com acidez baixa, da Soberana, de Varginha, e da tradicional Claudionor, de Januária.

Confira esses e outros destaques no roteiro abaixo:

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O flanelinha, o segurança, o garçom e os donos, Chiquinho Pascifal e Didi Fernandes, estão sempre a cumprimentar a freguesia. ( / Bar Quintal da Mooca)
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A chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar ( / Bar da Dona Onça)
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Seja no salão com cara de antigo, seja nas mesas junto à calçada, o pessoal curte um sambinha e entorna garrafas de cerveja. ( / Bar do Arnesto)
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É uma das redes de bares mais populares da cidade. Por semana, passam cerca de 45 000 pessoas pelos quatro salões com jeito de botequim das antigas. ( / Bar do Juarez – Itaim)
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Endereço tradicional no bairro, há 17 anos é tocado pelo argentino Daniel Garcia. ( / Cacilda)
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Uma boa pedida para quem está na região da Berrini e procura por um lugar calmo, agradável e de classe. Fica no mezanino dos restaurantes Eau e Kinu, no anexo do Hotel Grand Hyatt, e dá vista para a monumental Ponte Estaiada. Certamente figura entre os grandes endereços da cidade. Frequentado por executivos que trabalham […] ( / Upstairs)
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