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Bar do Giba

(Desde 1987)

Tipos de Bares: Botecos

VejaSP:

Endereço: Avenida Moaci, 574 - Moema - São Paulo - SP ver no mapa

Telefone: (11) 55359220

Horário:

segunda-feira - Fechado

terça-feira 17:30 - 01:00

quarta-feira 17:30 - 01:00

quinta-feira 17:30 - 01:00

sexta-feira 17:30 - 01:00

sábado 13:00 - 01:00

domingo 12:30 - 19:00

Informações adicionais: Lugares/Capacidade total (120), Levar vinhos (permite) (R$ 40,00)

Resenha por Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

Inventar para quê? O Bar do Giba, onde novidades não são o usual, encanta a freguesia com seu arsenal de receitas típicas, sem precisar recorrer a modismos. Visto de longe, esse imóvel lembra um bar de esquina qualquer. Mas quem se dá a chance de puxar uma cadeira na casa encontra um lugar com marca própria. Não raro, o dono, Gilberto Turibus Abrão, o Giba, se senta à mesa com o cliente para prosear. Grupos de idades diversas esvaziam garrafas de cerveja em copo americano, que se alternam com as boas caipirinhas (R$ 25,50). A cozinha é tocada por Maria Iva dos Santos, autora da premiada feijoada (R$ 169,00, para quatro) dos sábados, e compartilhada com Cristina Helena Raimundo, mulher de Giba. Já viraram clássicos os bolinhos de arroz (R$ 30,85, cinco unidades), os pequenos pastéis megarrecheados (R$ 6,15 a unidade), de queijo, palmito, camarão e carne, e o espesso caldo de feijão-preto com torresmo (R$ 15,50). Tudo simples, sem firula e delicioso. Macio, o bolinho de camarão e madioca com catupiry (R$ 6,90 a unidade) é tão bom quanto o do bar Bracarense, no Rio de Janeiro, onde a receita fez fama. Com vitalidade, aos 32 anos, o Bar do Giba parece ter fôlego para décadas pela frente. “O público de boteco está envelhecendo, e a moçada, indo para lugares cheios de nhe-nhe-nhem”, lamenta o dono. “Mas os botequins não vão morrer. Sempre se junta uma turminha que frequenta porque é mais gostoso, mais autêntico. É aquela coisa de verdade, né?” Sim, é sim.

Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.

    Inventar para quê? O Bar do Giba, onde novidades não são o usual, encanta a freguesia com seu arsenal de receitas típicas, sem precisar recorrer a modismos. Visto de longe, esse imóvel lembra um bar de esquina qualquer. Mas quem se dá a chance de puxar uma cadeira na casa encontra um lugar com marca própria. Não raro, o dono, Gilberto Turibus Abrão, o Giba, se senta à mesa com o cliente para prosear. Grupos de idades diversas esvaziam garrafas de cerveja em copo americano, que se alternam com as boas caipirinhas (R$ 25,50). A cozinha é tocada por Maria Iva dos Santos, autora da premiada feijoada (R$ 169,00, para quatro) dos sábados, e compartilhada com Cristina Helena Raimundo, mulher de Giba. Já viraram clássicos os bolinhos de arroz (R$ 30,85, cinco unidades), os pequenos pastéis megarrecheados (R$ 6,15 a unidade), de queijo, palmito, camarão e carne, e o espesso caldo de feijão-preto com torresmo (R$ 15,50). Tudo simples, sem firula e delicioso. Macio, o bolinho de camarão e madioca com catupiry (R$ 6,90 a unidade) é tão bom quanto o do bar Bracarense, no Rio de Janeiro, onde a receita fez fama. Com vitalidade, aos 32 anos, o Bar do Giba parece ter fôlego para décadas pela frente. “O público de boteco está envelhecendo, e a moçada, indo para lugares cheios de nhe-nhe-nhem”, lamenta o dono. “Mas os botequins não vão morrer. Sempre se junta uma turminha que frequenta porque é mais gostoso, mais autêntico. É aquela coisa de verdade, né?” Sim, é sim.

    Informações checadas entre agosto e outubro de 2019.