Empório Sagarana (Desde 2009)

Tipos de Bares: Chope e cerveja
VejaSP
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Endereço: Rua Marco Aurélio, 883 - Lapa - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 35396560
Horário:

Resenha por Fábio Galib

O Empório Sagarana da Vila Romana, que estava fechado desde abril, reabriu as portas em agosto pelas mãos de Luis Eduardo, o Dudu. Ele é irmão de Paulo Leite, o criador do negócio, que toca atualmente o estabelecimento homônimo na Vila Madalena. No ponto que voltou à atividade, em dias mais agradáveis vale ocupar uma das mesas da calçada e pedir a tábua de embutidos (R$ 35,00), que reúne salames italiano e de cordeiro, peperone, copa e lombo defumado mais mostarda de cerveja e fatias de maçã. Para beber, há cervejas e dezoito opções de pinga, como a Mato Dentro, branquinha paulista produzida em São Luiz do Paraitinga (R$ 10,00 a dose). No quesito carta de cachaças, porém, o endereço da Vila Madalena tem uma oferta muito mais robusta, com 44 rótulos. Nas últimas semanas, Leite incrementou a parte etílica com seis novos drinques, a exemplo do cachaça sour, releitura do coquetel clássico (R$ 28,00).

Preços checados em setembro de 2017.

    Comer e beber

    • 2015 - Participante

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Pouco a pouco, o boteco conquistou o público paulistano com seu jeitão de armazém interiorano, repleto de boas biritas. E o local foi crescendo. O pequeno salão, inicialmente sem espaço para cozinha ou banheiro, ganhou um anexo e fcou mais confortável. Antes sempre por lá, o proprietário Paulo Leite hoje se divide entre a matriz, na Vila Romana,a filial, na Vila Madalena, e o Aé Sagarana, aberto no ano passado. A seleção de cervejas especiais continua caprichada, com respeitáveis 120 rótulos numa carta que indica apenas o nome e o preço dos produtos. É uma pena que muitos dos funcionários não consigam auxiliar a clientela com informações a respeito das bebidas — defeito que diminuiu a avaliação da casa. A agradável Júpiter American Pale Ale sai por R$ 23,00 (310 mililitros). Não deixe de consultar ainda a carta de aguardentes, cuidadosamente selecionadas pelo proprietário, especialista na marvada. A Rainha da Paraíba (R$ 10,00 a dose), da cidade de Bananeiras (PB), é detentora de 50% de teor alcoólico e faz a língua pinicar. É ótimo dar bicadinhas no destilado enquanto se mordisca os discos de pancetta defumada bem torrados no forno entremeados de lâminas de batata assada (R$ 30,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Vencedor

      Bares carta de cachaças Comer & Beber .

      A cena do beberrão que entorna o copo de pinga de uma vez só e faz uma careta no final anda obsoleta. Pelo menos nos bares que tratam a bebida com certo respeito. No Empório Sagarana, toma-se a aguardente seguindo-se um rito, meio parecido com o do vinho, mas sem afetações. A ideia é reparar, no balcão ou proseando nas mesas, em seus aromas, sabores e texturas. Assim, dá para perceber, por exemplo, os toques herbais e adocicados da Santo Mario Prata (R$ 8,00). Produzida em Catanduva, no interior, ela fica levemente amanteigada após descansar em tonéis de amendoim-bravo. “As cachaças paulistas têm surpreendido”, diz o expert e dono do lugar, Paulo Leite, sempre de olho nas novidades. Sua casa dispõe de quase 700 rótulos, distribuídos por três endereços — o mais recente foi aberto em setembro, na Vila Madalena —, mas apenas cinquenta deles conseguem uma vaga na carta. Leite realiza um rígido processo seletivo, em que leva em conta o estoque, a raridade e o custo-benefício da bebida. Caninhas das boas merecem tal apreço. Saúde! (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Mineiro come pelas bordas, devagarinho, devagarinho. Não foi diferente com Paulo Leite, nascido em Alfenas e expatriado para São Paulo. Saiu para conhecer o outro lado do mar de morros e estudar artes plásticas, mas a vida o levou à pós-graduação em tecnologia de cachaças. Aportou em São Paulo, virou distribuidor de aguardente e se viu forçado a pingar para o mercado do varejo. Assim, em 2009, nascia o Empório Sagarana, um botecão com o nome saído de um livro de contos de Guimarães Rosa — Paulo deixou Minas, mas Minas insistia em não sair dele. Sabe como é que é. Uma cachacinha pede um engasga-gato, e aí entram os petiscos, como o pão de queijo recheado com pernil (R$ 30,00 quatro unidades) e o queijo da Serra da Canastra (R$ 22,00 a porção), que puxam outro traguinho. Agora, imagine um arquivo de mais de 600 rótulos da marvada vindo dos arraiais mais arraigados do sertão. Esse acervo etílico fica distribuído em suas duas casas (Vila Romana e Vila Madalena), mas, como o Paulo é “dotô” em cachaça, ele só abre quarenta garrafas de cada vez, pois diz que a bebida “morre” após três meses. Entre um queijinho e uma dose de Farrista (R$ 9,00), uma branquinha com um gosto pronunciado de cana-de-açúcar, apareceram as cervejas, que viraram mania por lá e hoje somam cerca de 180 rótulos. Mas, para aproveitar essa embaixada, só mesmo puxando um banquinho e descendo uma depois da outra, sem esquecer do santo e dos dois dedos de prosa com quem estiver por ali. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2013 - Vencedor

      Bares carta de cachaças Comer & Beber .

      Mineiro come pelas bordas, devagarinho, devagarinho. Não foi diferente com Paulo Leite, nascido em Alfenas e expatriado para São Paulo. Saiu para conhecer o outro lado do mar de morros e estudar artes plásticas, mas a vida o levou à pós-graduação em tecnologia de cachaças. Aportou em São Paulo, virou distribuidor de aguardente e se viu forçado a pingar para o mercado do varejo. Assim, em 2009, nascia o Empório Sagarana, um botecão com o nome saído de um livro de contos de Guimarães Rosa — Paulo deixou Minas, mas Minas insistia em não sair dele. Sabe como é que é. Uma cachacinha pede um engasga-gato, e aí entram os petiscos, como o pão de queijo recheado com pernil (R$ 30,00 quatro unidades) e o queijo da Serra da Canastra (R$ 22,00 a porção), que puxam outro traguinho. Agora, imagine um arquivo de mais de 600 rótulos da marvada vindo dos arraiais mais arraigados do sertão. Esse acervo etílico fica distribuído em suas duas casas (Vila Romana e Vila Madalena), mas, como o Paulo é “dotô” em cachaça, ele só abre quarenta garrafas de cada vez, pois diz que a bebida “morre” após três meses. Entre um queijinho e uma dose de Farrista (R$ 9,00), uma branquinha com um gosto pronunciado de cana-de-açúcar, apareceram as cervejas, que viraram mania por lá e hoje somam cerca de 180 rótulos. Mas, para aproveitar essa embaixada, só mesmo puxando um banquinho e descendo uma depois da outra, sem esquecer do santo e dos dois dedos de prosa com quem estiver por ali. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber .

      Eleito o melhor da cidade pelo júri em 2011, o boteco foi criado por um casal de Alfenas (MG) no estilo mineirinho: sem nenhum alarde. Aos poucos, seduziu a clientela com seus predicados — o ambiente com jeitão de armazém interiorano, as gostosas comidinhas com um toque regional e a oferta de cervejas, com expressivos 180 rótulos. Na última página do cardápio, há uma lista rotativa de cervejas, sempre com boas novidades, como a deliciosa americana Anchor Barley Wine, da Califórnia. Do estado americano vizinho, o Oregon, desembarcam os interessantes rótulos da Rogue, caso da boa pale ale OREgasmic, fabricada com maltes e lúpulos cultivados pela própria cervejaria. Duas escolhas certeiras da cozinha: o cremoso bolinho de mexidinho (de arroz, legumes e outros ingredientes) recheado de queijo da Serra da Canastra (MG) e as saborosas iscas de tilápia defumada.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares carta de cervejas Comer & Beber .

      Eleito o melhor da cidade pelo júri em 2011, o boteco foi criado por um casal de Alfenas (MG) no estilo mineirinho: sem nenhum alarde. Aos poucos, seduziu a clientela com seus predicados — o ambiente com jeitão de armazém interiorano, as gostosas comidinhas com um toque regional e a oferta de cervejas, com expressivos 180 rótulos. Na última página do cardápio, há uma lista rotativa de cervejas, sempre com boas novidades, como a deliciosa americana Anchor Barley Wine, da Califórnia. Do estado americano vizinho, o Oregon, desembarcam os interessantes rótulos da Rogue, caso da boa pale ale OREgasmic, fabricada com maltes e lúpulos cultivados pela própria cervejaria. Duas escolhas certeiras da cozinha: o cremoso bolinho de mexidinho (de arroz, legumes e outros ingredientes) recheado de queijo da Serra da Canastra (MG) e as saborosas iscas de tilápia defumada.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares bolinho Comer & Beber .

      Eleito o melhor da cidade pelo júri em 2011, o boteco foi criado por um casal de Alfenas (MG) no estilo mineirinho: sem nenhum alarde. Aos poucos, seduziu a clientela com seus predicados — o ambiente com jeitão de armazém interiorano, as gostosas comidinhas com um toque regional e a oferta de cervejas, com expressivos 180 rótulos. Na última página do cardápio, há uma lista rotativa de cervejas, sempre com boas novidades, como a deliciosa americana Anchor Barley Wine, da Califórnia. Do estado americano vizinho, o Oregon, desembarcam os interessantes rótulos da Rogue, caso da boa pale ale OREgasmic, fabricada com maltes e lúpulos cultivados pela própria cervejaria. Duas escolhas certeiras da cozinha: o cremoso bolinho de mexidinho (de arroz, legumes e outros ingredientes) recheado de queijo da Serra da Canastra (MG) e as saborosas iscas de tilápia defumada.

      Veja SP

    • 2011 - Vencedor

      Bares botecos Comer & Beber .

      No melhor estilo mineiro, ele chegou de mansinho, em 2009, e se instalou bem longe da bagunça, numa tranquila rua da Vila Romana. Os paulistanos descobriram aos poucos o hospitaleiro Empório Sagarana (até hoje sem nome na porta) e, no boca a boca, o transformaram no cultuado boteco que conquista pela primeira vez o prêmio da categoria. Dono de uma simplicidade encantadora, o endereço imita de forma fiel um armazém de cidadezinha do interior de Minas Gerais, com mesas rústicas de madeira e prateleiras forradas de cachaças, doces, compotas, polvilho... Foi aberto por um casal de Alfenas: Paulo Leite, artista plástico entendido em cervejas e aguardentes, e Priscila Vieira, que cuida da cozinha. Entre as delícias servidas ali estão os sanduíches de pão de queijo com pernil desfiado e o cremoso bolinho de mexidinho (de arroz, legumes e outros ingredientes) recheado de queijo da Serra da Canastra (MG). O menu reúne quase 100 rótulos de cerveja, muitas delas de microcervejarias nacionais, como a gaúcha não pasteurizada Coruja Viva, em garrafa de 1 litro. Da cervejaria Backer, de Belo Horizonte, chegaram lançamentos interessantes: a de trigo Exterminador e a india pale ale Pele Vermelha, com raspas de laranja na receita.

      Veja SP

    • 2010 - Participante

      Bares chope e cerveja Comer & Beber .

      Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2010/2011

      Veja SP

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