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Cozinha do Lorençato convida Renata Vanzetto

A chef, em alta voltagem, revela como cria sucessos, os bastidores duríssimos do premiado restaurante dinamarquês Noma e até receitas que não deram certo

Por Arnaldo Lorençato - Atualizado em 3 Oct 2019, 19h17 - Publicado em 19 Jul 2019, 19h26
Alexandre Battibugli/Veja SP

Odeio lugares-comuns, mas nesse caso um deles é inevitável. No sexto programa do Cozinha do Lorençato, um Podcast de Gastronomia, a entrevistada é ligada em 220 volts ou em qualquer voltagem acima dessa. Renata Vanzetto chegou ao estúdio e quase deu choque de tão bem disposta. E logo cedo!

A conversa com a chef do Marakuthai, Ema, MeGusta, Matilda Lanches, Muquifo e, ufa!, Bufê Vanzetto (se é que não está vindo alguma novidade por aí…) é daquelas sem travas na língua. Com uma espontaneidade de encantar, ela abre o coração. Conta que erra muito até acertar os pratos que está criando (“quase todo dia!”), que não sobreviveria sem sua equipe e seus subchefs, que não dá mais expediente à noite em seus restaurantes, incluindo o de cozinha autoral Ema, que tem um negócio familiar que de vez quando entra em curto e que sua melhor criação é o filho, Ziggy, de pouco mais de um ano.

A cozinheira à frente de seis estabelecimentos, três deles com filiais: culinária de negócios Raphael Bertazzi/Veja SP

Sem barreiras, revela que o estágio que fez em 2011 no restaurante dinamarquês Noma, que havia sido eleito o número 1 do mundo, era quase uma tortura: “os cozinheiros apostavam que eu e minha prima [sim, ela carregou a prima Aline Camargo Frey] iríamos desistir”. Coisa que não aconteceu. Mas ela descobriu um chef, o consagrado René Redzepi, é ou era preocupado em ganhar prêmios e, por isso, implacável com a equipe. “Eram duas reuniões diárias para discutir o que acontecia na cozinha”, conta (leia mais no meu blog).

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