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Blog do Lorençato

Por Arnaldo Lorençato Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O editor-executivo Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há mais de 30 anos. De 1992 para cá, fez mais de 16 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista é professor-doutor e leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Feira dos Campeões Comer & Beber tem ótima comida

Com sucesso de público, a quarta edição reúne vinte ganhadores e finalistas da edição anual e segue até este domingo (27)

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 nov 2022, 08h00

Quem não compareceu no fim de semana de estreia da Feira dos Campeões provavelmente ficou com água na boca ao ver as apetitosas postagens dos frequentadores que apinharam as redes sociais nos últimos dias. Aliás, foram quase 3 500 pessoas nesse primeiro fim de semana.

Mas dá para contornar a ausência e ir ao Conjunto Nacional até este domingo (27), data em que a quarta edição do evento gastronômico se encerra. Em seus quatro primeiros dias — 18, 19, 20 e a quinta (24) —, o festival, que rola no 1º andar do icônico edifício da Avenida Paulista, reuniu bons de garfo e de copo, que provaram comes e bebes dos melhores estabelecimentos da cidade — vinte restaurantes, bares e endereços de comidinhas estrelados pelos críticos de VEJA SÃO PAULO COMER & BEBER.

Os ingressos, à venda no local e pelo site Eventim, custam 60 reais. O estande que mais teve pedidos foi o do D.O.M, do chef Alex Atala, restaurante cinco- estrelas pelo guia anual de gastronomia da Vejinha. A receita servida ali, cubos de filé com aligot, é cobiçada. Foram quase 1 000 pratos vendidos. “É uma oportunidade de todo mundo comer esse clássico do restaurante”, diz o chef José Guerra Netto, no comando das panelas.

Outro campeão de audiência, ops! de filas, foi o Président, o melhor francês da cidade, com cardápio de Erick Jacquin. O chef, aliás, passeou pela feira na noite de domingo (20) e atraiu uma leva de fãs — incluindo donos dos estabelecimentos participantes — interessados em tirar fotos e papear com o jurado do MasterChef. Os aficionados pelo petit gâteau puderam se deliciar com o bolo de chocolate de interior líquido.

Casal sentado em banquetas altas e apoiado em mesa alta, com cachorro ao lado
Dupla com cãozinho: evento pet friendly (Ligia Skowronski/Veja SP)

Pertinho dali, o chef Paulo Barros, sócio do Moma — Modern Mamma Osteria, a melhor trattoria pelo voto do público, supervisionava a finalização de pedidas como a lasanha de vitelo. “É superimportante para os restaurantes estarem aqui, pela visibilidade que todo mundo tem”, acredita. A entrada sugerida por ele, o nhoque frito para mergulhar em sugo, esgotou no fim da tarde do domingo.

Outra que não desgrudava dos estandes era a chef do ano pelo voto popular, Telma Shiraishi, do Aizomê, o melhor japonês segundo a eleição do leitor. Por lá, há uma ótima vieira fresquinha. “Nosso grande objetivo é confraternizar com o público que nos deu duas premiações”, afirma.

O setor etílico também foi movimentado, com boa saída de coquetéis do bar revelação Cineclube Cortina, no qual não raro os bartenders animavam o pessoal com shots. No estande do premiado Bar dos Arcos, o russian spring punch, de vodca, creme de cassis, creme de amora, suco de limão, açúcar e espumante, se tornou um hit. O espaço do bar de vinhos Bardega se mostrou concorrido, e os atendentes não paravam de abrir garrafas. “É a primeira vez que a Enomatic sai do bar, que comemora dez anos”, conta o sócio Rafael Ilan sobre a máquina italiana com torneirinhas que climatiza e conserva a bebida e aguçou a curiosidade dos passantes.

Pessoas sentadas em banquetas almofadadas altas em frente a balcão de bar com luz sob o tampo
O espaço do Cineclube Cortina: projeto do arquiteto Pedro Luiz de Marqui com móveis Full House para CASACOR (Ligia Skowronski/Veja SP)

O chef Olivier Anquier, o cozinheiro e apresentador Raul Lemos, o jornalista Daniel Adjuto e o influenciador Juliano Gonçalves estão entre os nomes que passaram pelo Conjunto Nacional. Na pré-estreia, no dia 17, passeou pelos corredores também a chef Elisa Fernandes, do Clos Wine Bar, a primeira vencedora do MasterChef. “Está lindo!”, admirou. Vice-campeã da mais recente temporada para amadores do reality culinário, Fernanda Oliveira marcou presença. “É uma experiência incrível. Pude provar comida de alguns dos restaurantes que não conhecia. Por isso, recomendo: se organize e não perca.”

O publisher da Abril, Fabio Carvalho, também engrossou o time de visitantes, assim como as apresentadoras da CBN Débora Freitas e Tania Morales, a jornalista da Rádio Cultura Lenize Villaça e o cantor Bemti. Grupos de amigos, casais e famílias inteiras compuseram a maior parte do público, e os pais contaram com o auxílio de um espaço kids. Ainda desfilaram pelo espaço cães de diferentes raças e portes, que causaram frisson, e tinham toda uma estrutura fornecida.

Apresentado por Santander, o evento tem patrocínio de Stella Artois e apoio de 3Corações, Premier Pet, Thermomix e VetOnline 24h, e parceiros Comgás, LG, Claro e Startarte.

A galera pôde, entre um quitute e outro, curtir atrações musicais. A responsável por comandar os pickups na sexta (18) foi a DJ Carol Mattos. No sábado (19), após o “esquenta” do DJ Benjamin Ferreira, a cantora e compositora Amanda Magalhães fez o público mexer os ombrinhos ao som de canções do álbum Fragma (2020) e com as inéditas de Maré de Cheiro, que sai no início do ano. “Sou carioca, mas morei muitos anos aqui perto da Paulista, e adorei o espaço, adorei a proposta”, elogiou a artista. No domingo (20), o DJ Nyack assumiu os toca-discos após a abertura da Copa do Mundo exibida no local — e, na quinta (24), a primeira partida do time do Brasil no Mundial também pôde ser acompanhada na feira.

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Neste sábado (26), Leo Maia, filho de Tim Maia, interpreta releituras do pai e composições próprias. Quem foi no primeiro fim de semana e quer ir novamente tem três novos motivos: a chegada do Shuk Falafel & Kebabs, o melhor do Oriente Médio, o autoral Animus, da chef revelação Giovanna Grossi, e a Iza Padaria Artesanal, a melhor da categoria pelo voto popular — as pedidas de todos os participantes podem ser consultadas em cardápios no site da Vejinha.

As delícias do árabe Chef Benon, da padaria Forno Fecchio e do restaurante brasileiro Preto foram exclusivas dos primeiros dias de evento e fizeram muito sucesso. “Estar num lugar tão importante do ponto de vista da gastronomia da cidade para a gente já é um prêmio”, elogia o chef Rodrigo Freire, do Preto.

Publicado em VEJA São Paulo de 30 de novembro de 2022, edição nº 2817

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