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Notas Etílicas - Por Saulo Yassuda

Por Saulo Yassuda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O jornalista Saulo Yassuda cobre cultura e gastronomia. Faz críticas de bares na Vejinha há dez anos. Dá pitacos sobre vinhos, destilados e outros assuntos

8 bairros para beber bem em São Paulo — e os bares certos para ir

Quer explorar os pontos boêmios da capital, como a Vila Madalena, a Barra Funda e o Bixiga? Comece por estes endereços

Por Saulo Yassuda Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
22 jan 2026, 19h00 • Atualizado em 22 jan 2026, 19h08
Um balcão de madeira com bancos na frentes. Atrás algumas pessoas preparam drinques, na parede ao fundo tem várias prateleiras com garrafas de bebidas.
Trago Bar, na Barra Funda (Ligia Skowronski/Veja SP)
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  • Barra Funda
    No setor da boêmia, o bairro teve uma retomada jovem e com novos bares de espírito desencanado. O Trago foi um dos responsáveis por essa movida e atrai o público com coquetéis como o penicillin (uísque escocês, limão-siciliano, xarope de mel e extrato de gengibre; R$ 39,00). Rua Sousa Lima, 174, telefone e whatsapp 91431-5545.

    Comer e Beber SP 2025 Los Perros, a casa aberta ao lado da escadaria do Bixiga: espírito sem frescura
    A casa aberta ao lado da escadaria do Bixiga: espírito sem frescura (Ligia Skowronski/Veja SP)

    Bela Vista/Bixiga
    A região conhecida pela tradição italiana e pelos sambas teve o público renovado. Do lado da famosa escadaria do bairro, um hit foi inaugurado em maio: a filial do Los Perros – Vinho no Boteco, bar dedicado à bebida que levou o prêmio Bom e Barato pelo COMER & BEBER 2025. Eleja a área externa para brindar com opções como o branco italiano Gaierhof Müller Thurgau 2022 (R$ 149,00). Rua Treze de Maio, 752, telefone e whatsapp 99599-1972. Tem acessibilidade.

    Centro
    Com localização privilegiada, o Cordial foi montado perto do Copan. Os drinques homenageiam marcos da arquitetura do centro. O grande ato (R$ 37,00), referência ao Theatro Municipal, leva bourbon, Averna, licor de ervas, vermute seco, cordial de goiaba e limão-siciliano, servido com disquinho de provolone. No domingo (25), a casa lança uma nova edição do Mapa de Bares do Centro. Rua Epitácio Pessoa, 32, Estação República.

    Liberdade
    Apinhado de turistas, o bairro conhecido pelas referências asiáticas em seus estabelecimentos abriga poucas e boas opções de bares. Veterano, o Izakaya Issa oferece em um ambiente muito simples, com balcão de cadeiras juntinhas, petiscos japoneses como o bolinho de polvo (R$ 55,00, dez unidades). Rua Barão de Iguape, 89, Estação Liberdade, telefone e whatsapp 3207-4616.

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    Mooca
    Conhecido pelo bairrismo e pela antiga ocupação italiana, o bairro foi rejuvenescendo. Diferentes endereços entraram na rota do beber e do petiscar, caso do Bar Quintal da Mooca. Com atendimento caloroso, a casa serve steak tartare preparado na frente do cliente (R$ 117,90, com pão preto e batata chips). Rua Lituânia, 454, telefone 3807-6371, whatsapp 99558-0030. Tem acessibilidade.

    Vários itens e bolinhos em pratos e tigelas em cima de mesa de madeira
    Moela: acepipes da estufa, quiabo frito, bolinhos com ou sem carne e caipirinha (Romulo Fialdini/Veja SP)

    Santa Cecília
    Ao lado da vizinha Barra Funda, o bairro ganhou fama pelos estabelecimentos cheios de personalidade. Pioneiro na onda de novos botequins, o Moela é um point na região e atrai pelos beliscos-delícia, como o bolinho de carne com tutano (R$ 12,00) e o quiabo frito (R$ 25,00). Rua Canuto do Val, 136, Estação Santa Cecília, whatsapp 99335-5556.

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    Ambiente_1.jpg
    Bar do Luiz Fernandes: desde 1970 (Clayton Vieira/Divulgação)

    Santana/Mandaqui
    A noite da Zona Norte bomba na Avenida Engenheiro Caetano Álvares. Mas é lá perto , no Mandaqui, que está fincada desde 1970 uma instituição botequeira, o Bar do Luiz Fernandes. Por lá, provam-se bolinhos ótimos como o quarentinha (R$ 13,00), de miolo de alcachofra, aliche e muçarela na massa de batata. Rua Augusto Tolle, 610, telefone 2976-3556. Tem acessibilidade.

    Vila Madalena
    Nosso bairro boêmio mais famoso tem bares genéricos e outros mais confiáveis. O São Cristóvão é um porto seguro há mais de duas décadas. Com paredes forradas de itens ligados ao futebol, o boteco serve ótimas caipirinhas (a partir de R$ 32,00). Para comer, tem carne de panela em duas versões: aperitivo (R$ 46,00) e prato (R$ 76,00). Rua Purpurina, 370, telefone 2691-3858. Tem acessibilidade.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 23 de janeiro de 2026, edição nº 2979.

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