Bar do Luiz Fernandes (Desde 1970)

Tipos de Bares: Botecos
VejaSP
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Endereço: Rua Augusto Tolle, 610 - Mandaqui - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 29763556
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
16:00 - 01:00
quarta-feira
16:00 - 01:00
quinta-feira
16:00 - 01:00
sexta-feira
16:00 - 01:00
sábado
11:00 - 20:00
domingo
11:00 - 20:00
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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (240)

Resenha por Saulo Yassuda e Fábio Galib

O boteco levanta as portas às 16 horas e já vai recebendo a freguesia numerosa, que deixa os ambientes entupidos quase todo santo dia. Fundado em 1970 pelo casal Luiz e Idalina Fernandes — homenageados como personalidades gastronômicas no ano passado —, o bar cresceu, mas manteve as raízes fincadas na Zona Norte. Novidade, a empada de palmito com recheio cremoso (R$ 6,00) chegou para fazer companhia a quitutes mais antigos, como o brasileirinho (R$ 6,00), bolinho de mandioquinha, couve e pertences de feijoada. Uma delícia. Para acompanhar, a cerveja servida em “cascos” de 600 mililitros (Serramalte, R$ 13,00) é indispensável.

Preços checados em setembro de 2017.

    EMPADINHA DAS BOAS

    Célebre pelos bolinhos, o endereço passou a servir recentemente uma apetitosa empada de palmito, que chega quentinha à mesa. Custa R$ 6,00 a unidade e acompanha bem a cerveja em garrafa (Serramalte, R$ 13,00).

    Preços checados em agosto de 2017.

    + De A a Z: conheça os achados da Zona Norte

    Comer e beber

    • 2017 - Indicado

      Boteco Comer & Beber .

      O boteco levanta as portas às 16 horas e já vai recebendo a freguesia numerosa, que deixa os ambientes entupidos quase todo santo dia. Fundado em 1970 pelo casal Luiz e Idalina Fernandes — homenageados como personalidades gastronômicas no ano passado —, o bar cresceu, mas manteve as raízes fincadas na Zona Norte. Novidade, a empada de palmito com recheio cremoso (R$ 6,00) chegou para fazer companhia a quitutes mais antigos, como o brasileirinho (R$ 6,00), bolinho de mandioquinha, couve e pertences de feijoada. Uma delícia. Para acompanhar, a cerveja servida em “cascos” de 600 mililitros (Serramalte, R$ 13,00) é indispensável. (Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2016 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Trata-se de um dos mais autênticos (e bombados) botecos da cidade, fundado pelo casal Luiz e Idalina Fernandes, homenageado como a dupla personalidade gastronômica neste ano. Os ambientes com as banquetas de plástico sempre ocupadas ganharam nova companhia, o salão extra dos fundos. Contribuiu para a fama do lugar o ótimo bolinho de acém moído, que tem uma incrível crosta tostadinha (R$ 5,00). A mesma receita virou uma porção de almôndegas: vem na tigela em molho de tomate e é apelidada de mamma mia (R$ 10,00). Molhe a garganta com uma despretensiosa cervejinha em garrafa (Bohemia, R$ 12,00). (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2016 - Participante

      Bares personalidade gastronômica do ano Comer & Beber .

      A receita parece simples e deu muito certo. Casados há 55 anos, Luiz Fernandes e Idalina Amaro transformaram uma vendinha de secos e molhados da Zona Norte em um dos botecos mais bacanas da cidade. Gente dos quatro cantos da metrópole e até mesmo alguns gringos de passagem por aqui, quem diria, se dirigem àquela curva da Rua Augusto Tolle para sentar em volta de mesinhas de plástico, tirar selfies com os donos do negócio e devorar os petiscos criados por Idalina. O bolinho de carne moída bem temperada e frita (R$ 5,00), por exemplo, é um dos segredos do sucesso. “Eu saí do nada. Aqui era pequenininho, só nós dois”, recorda seu Luiz. O minúsculo ponto original, de 1970, cresceu, tomando dois imóveis vizinhos, sem nunca deixar o espírito genuíno. Hoje, o filho Luiz Eduardo segura as rédeas do negócio, e a neta, Catarina, que estudou gastronomia, cuida da cozinha. Ainda assim, o par perfeito do Mandaqui (ele com 79 anos, ela com 77) recusa-se a arredar pé do bar. Presentes praticamente todas as noites, os dois supervisionam tudo e não vão embora até o descer das portas. Pela contribuição à boemia de São Paulo, seu Luiz e dona Idalina recebem o título de personalidade gastronômica do ano.

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2015 - Participante

      Bares petisco Comer & Beber .

      É um concorrido patrimônio da Zona Norte, que bomba de terça a domingo. Simplona, a ambientação com desconfortáveis banquetas de plástico não chega a atrapalhar o programa da freguesia, composta de turistas e moradores da região. Nem o serviço vez ou outra desatento impede que as mesas fquem cheias. As receitas da dona Idalina, a mulher do fundador Luiz Fernandes e mãe de Luiz Eduardo, que toca a casa no dia a dia, são à prova de possíveis perrengues. Seus bolinhos de jeitão caseiro fazem qualquer pedida gourmet parecer sem graça. A inclusão mais recente ganha o nome de rabo de toro (R$ 5,00). Trata-se de um quitute frito de massa de polenta cremosa e recheio de rabada desfada. Ainda merecem ser devorados o quarentinha (R$ 5,00), salgado de batata, alcachofra, aliche, tomate seco e mussarela, e o bolinho de carne (R$ 5,00), um clássico da botecagem paulistana. Para acompanhar, não há como escapar das cervejas em garrafa (Original, Serramalte, Bohemia e Heineken;R$ 11,00). Mas a caipirinha de limão-galego(R$ 13,00) também exerce bem a funçãode molhar o gogó. Em dois meses, o estabelecimentodeve ganhar um salão anexo. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Indicado

      Bares petisco Comer & Beber .

      Não é nada fácil descolar uma das banquetas de plástico em volta das mesas de metal: o boteco está sempre cheio. Nas noites mais concorridas, o numeroso público (composto de gente de todos os cantos) chega a ultrapassar os limites do estabelecimento e invadir parte da Rua Augusto Tolle. Bebe-se (e como!) cerveja em garrafa (Original, Serramalte, Bohemia e Heineken; R$ 10,00), além de caipirinhas e batidas. Uma delas é feita com conhaque, mel e limão (R$ 6,00). A maior atração, no entanto, está no cardápio meio engordurado que lista criações do casal Idalina e Luiz Fernandes, sempre atrás do balcão, observando o movimento. O bolinho de braga (R$ 4,50) é um delicioso croquete à base de alheira, batata e salpicão, embutido português. Fica crocante por fora, cremoso por dentro e cheio de sabor. Outro bom petisco: o festejado e bem temperado bolinho de carne (R$ 4,50), que repousa na estufa, esperando para ser pedido. Antes dos quitutes, vá direto ao balcão de acepipes (R$ 0,50 a R$ 5,00 a unidade) e se sirva. Tem rol- mop, jiló, berinjela queijo... Depois que você encher o pratinho, os atendentes arrumam os itens e os temperam com azeite para, segundos depois, levá-los à mesa. Quer carinho maior? Um senão: em noites muito lotadas, os funcionários parecem se esquecer de limpar o bar. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber .

      As receitas de sotaque caseiro criadas pelo casal Idalina e Luiz Fernandes, que não arredam o pé de trás do balcão, levam multidões de todos os cantos da cidade paras as mesinhas simples do Mandaqui. O bolinho de carne (R$ 4,00 cada) tem fama transcendental e levou o título de melhor petisco no último “Comer & Beber”. É o ponto de partida do cardápio e já foi copiado cidade afora. Entre as muitas opções, não deixe de pedir o carequinha (R$ 3,00), alheira e linguiça Blumenau na massa que envolve um ovo de codorna. Imperdível. O balcão de acepipes apresenta orelhas suínas, queijos, jilós e congêneres, que esperam os clientes em pratinhos brancos. A bebida oficial é a cerveja em garrafa (Original, Serramalte, Bohemia e Heineken, R$ 9,00), reforçada por caipirinhas e batidas. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Vencedor

      Bares bolinho Comer & Beber .

      Um dos mais festejados endereços da Zona Norte, o Bar do Luiz Fernandes sempre foi conhecido pela qualidade de seus bolinhos. A cada temporada, o boteco do Mandaqui apresenta irresistíveis novidades — criadas pelo proprietário, Luiz Fernandes, sua mulher, Idalina, cozinheira de mão-cheia, e o filho do casal, Luiz Eduardo. Em 2012, nasceu o 11º quitute do cardápio: o carequinha, um ovo de codorna envolto em massa de alheira e linguiça blumenau. O que seduziu o júri, porém, foi o mais tradicional bolinho da casa, o de carne, preparado a partir de uma receita da mãe do fundador e servido ali desde 1970. Ele é feito diariamente com acém passado duas vezes no moedor e caracteriza-se pelo tempero marcante, no qual entram orégano, noz-moscada, manjericão e pimenta dedo-de-moça. Frito em óleo de palma, chega sequinho à mesa, crocante por fora e com o interior macio e rosado. Resultado: num sábado ensolarado, são vendidas cerca de 1.300 unidades, que consomem 50 quilos de carne. Acomode-se em uma das banquetas de plástico, “chame” uma cerveja gelada e delicie-se. O petisco encanta também pelo preço.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares Comer & Beber .

      Festejado endereço da Zona Norte, figura no panteão dos grandes botecos paulistanos. Acomodada em banquetas de plástico, a variada clientela acompanha a cerveja sempre trincando de gelada com os irresistíveis salgados de dona Idalina, mulher do proprietário, Luiz. Como os quitutes são vendidos por unidade, dá para experimentar vários numa única visita. Um dos melhores, a delícia portuguesa é preparada com bacalhau desfiado, arroz integral, brócolis, azeitona preta e manjericão. Não deixe de provar também a última criação, o bolinho brasileirinho. Apresenta massa de mandioquinha e recheio de carnes de feijoada (paio, linguiça portuguesa, carne-seca...) cortadas em pequenos pedaços mais couve refogada.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber .

      Verdadeira instituição botequeira da cidade, o endereço dirigido pela família Fernandes completa redondos quarenta anos de funcionamento em 2010. Sua popularidade aumentou nos últimos anos, sobretudo fora da Zona Norte, mas nada disso alterou a alma de botequim. Tem acomodações em mesinhas de ferro e banquetas de plástico, cerveja sempre no ponto e tentadores quitutes, criados por dona Idalina, mulher do proprietário, Luiz. Um deles é o bolinho maravilha, preparado com berinjela, linguiça blumenau, mussarela e pepino em conserva. Próximo dali, na agitada Avenida Engenheiro Caetano Álvares, funcionam outras duas casas do mesmo dono: a Cervejaria do Luiz, no número 5470, e o Bar do Luiz Grill, no número 5444.

      Veja SP

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