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Bastos: não acho que o Vista seja o melhor restaurante brasileiro de SP

À frente do campeão entre os brasileiros da capital e do Jiquitaia, seu primeiro negócio, ele revela seu endereço favorito de culinária nacional

Por Arnaldo Lorençato - Atualizado em 16 out 2019, 19h50 - Publicado em 5 jul 2019, 12h47
Alexandre Battibugli/Veja SP

Como passa rápido. Esse já é o quarto programa Cozinha do Lorençato. Semana a semana, não dá para perder o nosso encontro de todas as sextas sobre o que rola do melhor do comer e do beber em São Paulo. A cada encontro, recebo para um papo reto e divertido um chef ou uma personalidade do mundo da gastronomia.

Agora, converso com Marcelo Corrêa Bastos, chef e sócio dos restaurantes Jiquitaia e Vista, este último escolhido o número 1 em culinária brasileira por VEJA COMER & BEBER. Pelo visto, o cozinheiro não concorda com a opinião dos especialistas. “Não acho que o Vista seja o melhor restaurante de cozinha brasileira de São Paulo”, diz cheio de modéstia. Durante a conversa, ele revela qual é seu favorito.

O cozinheiro de dupla jornada: missões distintas Tatiane Rosset/Veja SP

Dividido entre a administração culinária das duas casas, acha a missão interessante e exaustiva, já que elas têm públicos com exigências diferentes. “O Jiquitaia é um destino foodie, enquanto o Vista é um lugar de luxo onde as pessoas ficam encantadas com a vista, o ambiente e a arquitetura do lugar”, acredita.

O Jiquitaia não tem preços que esfolam a carteira. Muito pelo contrário. Para conseguir a aritmética da economia, ele conta que cortou tudo o que julgava “supérfluo num restaurante como toalha de mesa, serviço de valet, hostess, sommelier”.

Até hoje ele se surpreende com o Vista, um restaurante de destino. É preciso ter vontade de ir até o edifício em frente a uma movimentada via expressa, cruzar o térreo do MAC-USP, tomar um elevador e, finalmente, chegar ao salão do oitavo andar com uma fascinante paisagem da metrópole.

“Quando a gente estava desenhando o projeto do Vista o desafio era saber se o público ia vir e entrar num museu. Mas o lugar é tão fascinante que, desde que abrimos, foram só três dias que não atingimos a lotação máxima” adianta.

Corrêa Bastos Conta isso e muito mais. Para saber tudo, dá o play no YouTube, no Spotify ou aqui:

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