Listamos os endereços imperdíveis para quem ama chocolate

Confira os estabelecimentos da categoria que foram selecionados pelo guia COMER & BEBER 2019/2020

Bombons, trufas e barras. Ao leite, meio amargo e amargo. Independente do formato e do tipo, é fato que há uma legião de fãs do doce feito a partir da amêndoa de cacau. Neste ano, pela terceira vez, a Dengo faturou o prêmio de melhor chocolate de São Paulo pelo guia COMER & BEBER 2019/2020.

Logo atrás dela ficaram a Gallette Chocolates e a Chocolat du Jour. Para saber mais sobre esses e outros endereços, confira a lista completa a seguir.

Cacau Noir.
A fundadora da marca carioca, Solange Wiltgen, e a filha, Adriana, ganharam como sócia a família Neugebauer. A união fez os chocolates tomarem novos rumos. Entre as mudanças está a transferência da fábrica da Barra da Tijuca para Cajamar, na região metropolitana de São Paulo. A grife chegou por aqui abrindo três lojas em menos de um ano. A especialidade de Solange são pastas cremosas, como a de pistache, que recebem uma camada bem fina de chocolate com 60% de cacau (R$ 3,90 a unidade) e ganham o nome de ganache. Entre os bombons, faz bonito a trufa noir, com cacau 70% (R$ 3,90). Bark avelãs (R$ 35,00, 135 gramas) são bloquinhos de amêndoas e avelãs com chocolate ao leite e massa folhada, que podem render ótimos presentes. MorumbiShopping, tel. 5184- 2311.

Cacau Show.
O império de chocolate criado por Alê Costa não para de crescer, tanto em número de lojas quanto em produtos. Linha de sucesso da rede, a laCreme é conhecida pela maior quantidade de leite na composição. As trufinhas são vendidas em unidade (R$ 2,00) ou pacotes de 160 gramas (R$ 19,90). Também tem tabletes branco ou ao leite (R$ 11,90, 100 gramas). Outros produtos mais refinados recebem o selo Bendito Cacao. São barras com diferentes porcentagens do fruto, normalmente mais amargas. Feitas com cacau orgânico, a com 52% custa R$ 12,90 (100 gramas). Ambas as coleções ganharam neste ano uma nova apresentação, o slack, que consiste num creme de chocolate feito para passar no pão, misturar com frutas ou comer de colher (R$ 19,90, 315 gramas). MorumbiShopping, tel. 3198-5985. Mais 344 endereços. 

Casa do Sabor Amma.
Gosta de chocolate ao leite? Aqui talvez não seja o seu lugar. Por outro lado, este é o paraíso para quem curte sabores mais amargos. Comandada por Diego Badaró, a marca produz tabletes com 60%, 75%, 85% e até 100% de cacau. Alguns podem ganhar complementos, como pimenta aroeira-vermelha ou cupuaçu, que deixa o chocolate macio e persistente na boca. Cada um custa R$ 17,00 (80 gramas). Pelas prateleiras da matriz também ficam barras de outros produtores. Uma das pioneiras no movimento beantobar (do cacau à barra), Luisa Abram pode marcar presença por ali. Com matéria-prima originária do Pará, o 81% rio acará custa R$ 22,00. Além dos chocolates, há uma seleção de docinhos preparados sem leite, ovo ou manteiga. Vale provar o bolo de chocolate 60% coberto por doce de leite de castanha de caju (R$16,00 a fatia) e o brigadeiro feito a partir de leite de amendoim (R$ 6,00). Alameda Ministro Rocha Azevedo, 1052, Jardim Paulista, tel. 3068-0240.

Bombons variados, como o famoso de maracujá com chocolate branco

Bombons variados, como o famoso de maracujá com chocolate branco (Clayton Vieira/Veja SP)

Chocolat du Jour.
Os ótimos chocolates caem bem para presentear e impressionar. Em uma lata redonda estampada com as cores da marca vão pipocas que se mantêm crocantes mesmo sob a caprichada camada de chocolate ao leite (R$ 125,00, 310 gramas). Os bombons, tão bonitos quanto delicados, podem compor caixinhas com seis ou mais unidades. Não deixe passar despercebido o de maracujá com chocolate branco (R$ 8,00), pedida sazonal com um agradável azedinho da fruta, nem o de brigadeiro e o de paçoca, que agradam aos fãs de açúcar. Cada um custa R$ 7,00. Tabletes de chocolate de origem costumam ficar perto do caixa. Aproveite para colocar na conta a barra 70% cacau, que custa R$ 25,00. Rua Haddock Lobo, 1421, Jardim Paulista, tel. 3168-2720. Mais três endereços.

Chocolates Marghi. 
É preciso tocar a campainha para entrar na loja, há 27 anos em Interlagos. A maior parte da espaçosa casa de esquina fica reservada para a produção. Ao cliente, cabe passar os olhos pela vitrine e escolher os docinhos para levar para casa. Feitos a partir de matéria-prima belga, os bombons são bem doces, em sua maioria, e apresentam sabores tradicionais. Nougat banhado em chocolate ao leite e pistache envolto em chocolate são algumas das opções (R$ 264,00 o quilo). Não deixe os biscoitinhos de lado. É uma delícia o de castanha-do-pará (R$ 19,00, 200 gramas), que se desfaz na boca. Rua Nossa Senhora do Outeiro, 537, Interlagos, tel. 5666-0877.

Dengo.
A grife de chocolate cresceu. Na última publicação do guia COMER & BEBER, quando estreou no topo do pódio, ela caminhava para a abertura da terceira loja em São Paulo. Multiplicou- se em oito endereços — sem contar filiais em cidades como Curitiba, Brasília, Rio de Janeiro… A grande vantagem dessa expansão é que o portfólio de qualidade chega a mais e mais gente. A responsável por manter os produtos no alto é a chocolatière Luciana Lobo, que afina os resultados obtidos pela fábrica no bairro paulistano de Santo Amaro e em Ilhéus, na Bahia, por uma equipe responsável em avaliar amêndoas de cacau de uma rede formada por mais de 200 produtores. Com essa matéria-prima, a especialista inventa bombons de cachaça, cumaru, jabuticaba, banana e outros sabores (R$ 4,20 cada um). Criação de sucesso, os quebra-quebras são placas enormes, porém finas, que podem ser partidas na dimensão do apetite do cliente. O ao leite com banana desidratada e em versão crocante é de aplaudir, assim como o amargo com castanha-de-caju e cupuaçu glaceado (R$ 220,00 o quilo). As pepitas de cacau (R$ 280,00 o quilo), torradas, carameladas e envoltas em chocolate ao leite ou amargo, são quase snacks. Daqueles que prolongam a nossa vontade de comer. MorumbiShopping, tel. 5181- 2818. Mais sete endereços. 

Bombons recheados de ganache e geleia de jabuticaba

Bombons recheados de ganache e geleia de jabuticaba (Clayton Vieira/Veja SP)

Gallette Chocolates.
Gislaine Gallette prepara 70% de seus chocolates, nos fundos da loja de Santana, com as amêndoas de cacau. São tabletes (R$ 19,90, 100 gramas) com gradação de 40% a 85% do fruto e bombons diversos. É quase obrigatório experimentar o recheado de ganache e geleia de jabuticaba, certamente um dos melhores da vitrine (R$ 4,50). Mesmo combinações mais ousadas, como o bombom de chocolate branco recheado de creme de damasco mais ganache com queijo brie (R$ 4,00), não decepcionam. Pedaços pequenos de macadâmia caramelados e envoltos em chocolate ao leite são oferecidos em uma (R$ 4,50) ou mais unidades (R$ 49,90, 170 gramas). No frio, vale esquentar o corpo com o denso chocolate quente (R$ 9,00). Rua Augusto Tolle, 245, Santana, tel. 2233- 2726. 

Kopenhagen.
Como uma gigante do setor de chocolate, a marca tem produtos que são velhos conhecidos dos paulistanos. Um deles é a lajotinha. Trata-se de um biscoito wafer recheado de pasta de castanha de caju com sabor acentuado de canela coberto por chocolate ao leite. A pedida aparece em um tabletinho de 50 gramas (R$ 36,90, três unidades), em trufa (R$ 34,50, 150 gramas) e em tamanho míni (R$ 36,90, 150 gramas). Uma versão menor ainda, apelidada pela marca de keep pop, é tão pequena que dá para comer um bombom atrás do outro, igual pipoca. Nesse formato, há bolinhas de focos de arroz entremeadas por chocolate ao leite, caramelo de castanha de caju e for de sal (R$ 19,90, 100 gramas). Parte das lojas oferece serviço de café, onde é possível pedir itens como expresso (R$ 6,60) e chocolate quente (R$ 6,90). Rua Oscar Freire, 900, Jardim Paulista, tel. 3061-9086. Mais 113 endereços.

Lindt.
É comum que os atendentes ofereçam um bombom de recheio cremoso aos visitantes logo na chegada. Cartão de visita da marca suíça, a pedida pode ser encontrada em todas as unidades da rede, onde costuma ocupar uma bancada exclusiva. Vendidos a granel (R$ 219,00 o quilo), os bombons ganham diferentes sabores. Agradam mais as versões ao leite, que podem ser preenchidas pelo mesmo chocolate. Cremosa, a barrinha piemonte (R$ 12,90, 33 gramas) é feita de chocolate com gianduia e avelãs inteiras. Entre os tabletes da linha excellence, mais finos do que os da tradicional, aposte no amargo com framboesa (R$ 19,90, 100 gramas), que realça o sabor da fruta. MorumbiShopping, tel. 5181-2431. Mais treze endereços.

Maria Brigadeiro.
Durou menos de um ano a pequena loja do Shopping Iguatemi. Desde o fechamento, no início de 2019, quem quer conferir os ótimos brigadeiros de Juliana Motter tem outras opções. Pelos vidros da bonitona loja do JK Iguatemi, dá para ver as funcionárias boleando os docinhos, que apresentam sabor e textura sedutores. Coberto por chocolate branco, o brigadeiro de maracujá tem equilíbrio pela união do doce com o azedinho. Também fazem bonito o tradicional e o intenso, com 75% cacau. Cada unidade sai por R$ 5,50. Os chocolates usados nas receitas (branco, ao leite e amargo) são feitos na casa e viram também tabletes de 80 gramas (R$ 25,00). A fábrica, em Pinheiros, abre para o público de segunda a sexta. Lá, a oferta é reduzida e os brigadeiros nem sempre são enrolados na hora. A parte positiva é que tudo sai com desconto, alguns itens até pela metade do preço. Até o fim de outubro, Juliana promete abrir uma loja na Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros. Shopping JK Iguatemi, tel. 3152- 6120. Mais dois endereços. 

Mestiço Chocolates.
Na frente da fábrica de Rogério Galvão Kamei e de Claudia de Moraes Gamba funciona uma pequena loja de chocolates, onde eles mesmos dão uma pausa na produção para atender o cliente que toca a campainha para entrar. Aceite fazer a degustação de cada criação — assim fica mais fácil escolher qual dos tabletes levar. Todos usam matéria- prima de uma fazenda própria na Bahia. Cremoso, o ao leite tem 45% de cacau na composição. Pouco mais amargo, o 65% tem textura crocante pelo acréscimo de nibs. Não leva nada de leite na fórmula, assim como os chamados varietais, que exibem apenas uma espécie de cacau. Um exemplo é o desafiador bonança 14, que possui acidez gritante e amargor intenso. Cada barra de 50 gramas sai por R$ 15,00. Rua Baluarte, 528, Vila Olímpia, tel. 3457-7000. 

Renata Arassiro Chocolates.
Os bombons ficam expostos em bonitas vitrines. Eles são feitos com matéria-prima da Callebaut, marca belga da qual Renata Arassiro é embaixadora no Brasil. Embora bonitos e delicados, os chocolates nem sempre demonstram equilíbrio de sabor, motivo que fez a loja perder uma estrela neste ano. Predomina o gosto de manjericão no bombom de ganache com capim-limão envolto no chocolate ruby, naturalmente rosa (R$ 8,00). O mesmo acontece no de leite de coco e cumaru (R$ 6,00), que apresenta sabor acentuado da planta aromática. Sai-se melhor o bombom de gianduia enrolado em nibs de cacau (R$ 6,00). Rua Pascal, 1195, Campo Belo, tel. 5092-4977.

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