MasterChef Profissionais 2: trio de peixes e muitas especiarias

Episódio tem a participação do chef Jun Sakamoto em prova de pescados seguida de eliminatória com temperos aromáticos

Na semana passada, primeiro tivemos o confronto de Francisco, o paizão, que não foi tão paizão assim, com a Raissa, a mascote da turma. Embora a caçula esteja deixando muitos candidatos para trás, foi maldade de um veterano colocar a moça no comando, ou melhor, no fogo. E pior, perder para a novata que foi mais criativa, se arriscou mais do que ele na concepção dos pratos.

É a segunda oportunidade numa disputa em grupo que o experiente Francisco faz bobagem. A primeira foi a limpeza do carré de vitelo para o casamento. Deu no que deu.

A eliminação da semana passada foi de apavorar: fazer doces com esculturas de chocolate. Angelica foi escolhida por Alexandre Costa, da Cacau Show como campeã e Lubyanka levou a melhor na opinião dos juradões Paola Carosella (Arturito e La Guapa Empanadas), Erick Jacquin (Tartar & Co e Le Bife) e Henrique Fogaça (Sal GastronomiaJamileAdmiral’s Place e Cão Véio) . A lanterna sobrou justamente para Francisco, Clécio e a queridinha de público, Mirna. Embora o doce do veterano fosse medonho no visual, safou-se pelo sabor. A sobremesa de Mirna foi considerada tímida em sabor e aparência pelos avaliadores. A eliminação da candidata levou Angelica aos prantos.

Prova do peixe: apresentada pelo mestre do sushi Jun Sakamoto (Carlos Reinis/Band/Divulgação)

Prova em grupo sempre ajuda a entender se existem aliados ou rivais em realities shows. É o que veremos no programa de hoje. Divididos em trios, os participantes passarão por quatro rounds, todos eles com peixes.

Do outro lado do balcão, quem dará pitacos sobre o desempenho dos candidatos não serão os jurados, mas o chef Jun Sakamoto, sócio do ótimo restaurante que leva seu nome e também donos de duas unidades do Junji Sakamoto, uma no Shopping Iguatemi e outra na nova Japan House, em plena Avenida Paulista. Sakamoto, cujo endereço principal já levou várias vezes o título de melhor restaurante japonês da cidade, é um mestre na arte do sushi. Aproveite também para conferir os roteiro dos endereços campeões da categoria, escolhidos pela edição especial VEJA COMER & BEBER.

Para que os profissas não errem, o sushiman fará uma demonstração de como trabalhar com os pescados, que chegarão inteiros. Os competidores terão nas mãos um salmão, um linguado e um peixe-sapo.

Na primeira disputa, deverão limpar e porcionar os peixes em apenas 20 minutos. Em seguida, Sakamoto fará a avaliação. A trinca vencedora ganha um ponto. E sai na frente.

O segundo round é dedicado a preparar o linguado que deve ser grelhado e, como os outros peixes que aparecem na sequência de provas, sempre com molho e acompanhamento. O tempo também se repete até o final: só 20 minutos. Mais uma vez, a equipe que se destaca fatura um ponto.

Na terceira etapa, o peixe-sapo vai para a panela e deve ser transformado em um ensopado ou um escalfado. Mas uma vez, a guarnição dupla é obrigatória, mantendo o trio ocupado na divisão de tarefas. Outro pontinho para a poupança dos ganhadores.

Para encerrar, é vez de preparar o salmão unilateral junto de molho e acompanhamento. Essa parece uma preparação simples, só que não #sqn. O peixe de cor laranja precisa estar com a pele e é justamente essa parte que vai para frigideira. Do outro lado, o peixe permanece cru. Depois desse primeiro processo, o salmão vai ao forno para chegar ao ponto e manter-se quente. O quarto e último pontinho será atribuído aqui.

Como são três equipes se enfrentando, pode ocorrer empate. Será uma batalha de resistência para os participantes e certamente deixará o público acordado.

Três peixes: 20 minutos em cada prova para todos os participantes, entre eles a vencedora da prova da escultura de chocolate, Lubyanka (Carlos Reinis/Band/Divulgação)

Na eliminação, restarão seis profissionais. Ao voltar ao estúdio, eles acompanharão a entrada de uma mesa. Sobre ela, encontra-se oculta uma coleção de especiarias. Cardamomo, lavanda, cumaru, feno grego, alcaçuz, cominho, cardamomo e macis são algumas delas.

A única obrigação do cozinheiro é usar um desses temperos aromáticos. Falta lembrar de um detalhe: ninguém poderá escolher com qual vai trabalhar. Quem decide o que cada um vai usar são vitoriosos da prova anterior, que terão direito a assistir a tudo do mezanino.

O prato será totalmente livre. Quem acompanhou a contenda diz que os jurados terão muito trabalho, já que os resultados serão acima da média. Para despachar alguém para casa, terão de escolher o menos melhor. Não poderia ser diferente. Afinal, é o que se espera de cozinheiros profissionais.

Conheça os participantes:

(Veja SP/Veja SP)

Obrigado pela visita. Aproveite para deixar seu comentário, sempre bem-vindo, e curtir a minha página no Facebook. Também é possível receber as novidades pelo Twitter e seguir minhas postagens no Instagram.

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s