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Quibes crus dos bons

Onde comer uma boa versão da tradicional receita árabe

Por Arnaldo Lorençato, Saulo Yassuda 31 mar 2017, 20h00

Brasserie Victória: seja no rodízio de especialidades (R$ 92,00), seja à la carte, o quibe cru (R$ 34,00) é o melhor da cidade. Vem na forma de uma massa rosada de trigo e patinho com uma quantidade exuberante de hortelã.

Halim: aberta sem interrupção, a casa atrai a clientela tanto pelo rodízio de seis opções quentes e outras seis frias (R$ 69,90) quanto pelos salgados (R$ 4,50). O quibe cru com cebola, cebolinha e hortelã sai por R$ 32,00 se for pedido à la carte.

Miski: não são apenas as esfihas de massa fina e leve as estrelas locais. Agrada também o quibe cru temperado com cebola picada, cebolinha e hortelã, servido com pães (R$ 28,00 a meia-porção e R$ 44,00 a inteira).

Tenda do Nilo: no salão apertadinho e nas poucas mesas da calçada, as irmãs Isper oferecem o clássico feito com patinho misturado a trigo, cebola e hortelã junto de pão árabe (R$ 38,50). Não perca a muhamara (R$ 35,00), pasta de pimentão vermelho.

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