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Lugares para beber perto (ou dentro) de pontos turísticos de São Paulo

Confira a seleção que contempla ícones da capital como o Teatro Municipal e o Copan

Por Gabrielli Menezes - Atualizado em 17 jan 2020, 14h25 - Publicado em 17 jan 2020, 06h00

Marcos da cidade, como o Teatro Municipal e o Farol Santander, passaram a abrigar bom bares não faz muito tempo. Em outros pontos famosos, entre eles a Avenida Paulista e o Beco do Batman, não faltam opções para bebericar após “turistar”.

Confira nossa seleção e embarque nessa excursão etílica.

Mandasour, preparado no Bar do Jiquitaia: para beber perto da Avenida Paulista Ligia Skowronski/Divulgação

AVENIDA PAULISTA > A via icônica é um polo de cultura. Masp, Casa das Rosas, Centro Cultural Fiesp, Itaú Cultural, Japan House e Instituto Moreira Salles (IMS) estão entre os atrativos da avenida, que fica fechada para carros aos domingos. Quem procura um bom drinque a poucas quadras pode se encaminhar para a Rua Antônio Carlos, 268, onde está o ótimo Bar do Jiquitaia. Ali são preparados coquetéis como o mandasour (R$ 27,00), que leva cachaça, chá-mate, mel de mandaçaia e limão, além de petiscos de primeira para acompanhar.

BECO DO BATMAN > “Uma galeria a céu aberto.” É assim que costumam definir o Beco do Batman, uma viela com paredes grafitadas na Vila Madalena. Numa esquina a poucos passos dali está o Bar do Beco (Rua Aspicuelta, 17), onde se come bolinha de queijo (R$ 25,00, doze unidades) e se toma gim-tônica com hibisco, laranja e hortelã (R$ 30,00) em mesas dispostas ao ar livre.

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Russian punch, do Fel: vodca, água com gás e licor M de Muto/Divulgação

COPAN > Próximo à Praça da República, o prédio sinuoso projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) tem fachada ativa, repleta de estabelecimentos, na Avenida Ipiranga, 200. Entre os inquilinos estão o Fel, na loja 69, com drinques como o russian punch (vodca, água com gás e licor, R$ 37,00), e o Bar da Dona Onça, que ocupa os espaços 27 e 29. Há quase doze anos a cozinheira Janaína Rueda prepara receitas como o picadinho ao lado de ovo frito, pastel, arroz e tartare de banana (R$ 66,00).

Bar do Cofre SubAstor: instalado no Farol Santander Carol Gherardi/Divulgação

FAROL SANTANDER > Antiga sede do Banco do Estado de São Paulo, o Edifício Altino Arantes foi rebatizado de Farol Santander em 2018. Um ano depois, teve seu velho cofre, no subsolo, ocupado pelo Bar do Cofre SubAstor (Rua João Brícola, 24, centro). No ambiente, que guarda estruturas do passado, como as pesadas portas redondas de metal e 1 994 gavetas (sem dinheiro, é claro), é possível bebericar bons drinques.

LIBERDADE > Nos fins de semana, as principais vias do bairro oriental, tomadas por lojinhas, ficam quase intransitáveis de tantos curiosos vindos de dentro e de fora da cidade. Boa opção noturna, o Izakaya Issa (Rua Barão de Iguape, 89), aos cuidados de Margarida Haraguchi, serve petiscos tradicionais como o guioza recheado de legumes mais as carnes bovina e suína moídas (R$ 38,00 a porção) direto no balcão. Boa pedida para acompanhar o saquê ou a cerveja.

Margherita: pizza romana do Ombra Ricardo D'Angelo/Veja SP

PRAÇA BENEDITO CALIXTO > Nas sextas à noite, barraquinhas começam a ser levadas para a praça, que ganha movimentação de turistas nos sábados, quando vendedores expõem durante o dia itens de brechó e de antiquário. Após bater perna, dá para provar carnes no Underdog (Rua João Moura, 541, Pinheiros) ou um pedaço de pizza quadrada, como a margherita com mussarela de búfala (R$ 12,00), no Ombra (Rua Lisboa, 579, Pinheiros), que ficam nas proximidades.

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RUA OSCAR FREIRE > No Jardim Paulista, a via abriga lojas de marcas famosas. Nespresso, Track & Field e H.Stern são alguns exemplos. Também não faltam opções para comer e beber. O Nit, bar revelação pela mais recente edição de VEJA SÃO PAULO COMER & BEBER, está localizado no número 153 e serve receitas de inspiração espanhola do chef Oscar Bosch como o fideuà de tinta de lula com o molusco grelhado (R$ 110,00, para dois).

TEATRO MUNICIPAL > É um dos cartões-postais mais suntuosos da capital. Inaugurado em 1911, na Praça Ramos de Azevedo, recebe, desde então, óperas, concertos e espetáculos de dança. Parte do subsolo foi transformada no Bar dos Arcos, com mesas iluminadas. A argentina Chula (ex-Florería Atlántico, em Buenos Aires) faz coquetéis como o penicillin (uísque, bourbon, limão-taiti, gengibre e mel), por R$ 47,00. Com sócios em comum, o Riviera (Avenida Paulista, 2584, Bela Vista) e o Blue Note, no Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073, 2º andar), são outros bares procurados por turistas.

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