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Bar dos Arcos

(Desde 2018)

Tipos de Bares: Drinques, Variados

VejaSP:

Endereço: Praça Ramos De Azevedo - Teatro Municipal - Centro - São Paulo - SP ver no mapa

Horário:

segunda-feira - Fechado

terça-feira 17:00 - 23:00

quarta-feira 17:00 - 23:00

quinta-feira 17:00 - 23:00

sexta-feira 17:00 - 23:00

sábado 17:00 - 23:00

domingo - Fechado

Informações adicionais: Acesso para deficientes, Levar vinhos (permite) (R$ 110,00)

Resenha por Saulo Yassuda

É um lugar para impressionar alguém — ou você mesmo — com um dos ambientes mais bonitos da cidade. O bar fica embaixo do Teatro Municipal e se integra aos arcos e paredes de tijolos do prédio centenário. Nesse cenário, balcões iluminados e coletivos são compartilhados por grupos distintos, com algum distanciamento. Desde a reabertura na quarentena, o estabelecimento ocupa também o café da casa de espetáculos, que já foi sede do restaurante Santinho. A argentina Chula comanda com talento as coqueteleiras e manda, com agilidade, misturas muito benfeitas da carta, atualmente focada em clássicos. O corpse reviver (R$ 35,00), em uma das versões do Hotel Savoy, de Londres, junta gim, licores Lillet Blanc e triple sec, suco de limão e um traço de absinto, batido com gelo e de textura aveludada. Encantador, o boulevardier (bourbon, Campari e vermute tinto; R$ 34,00) recebe numa versão local (R$ 36,00) um esperto gelo de café e água de coco, que vai tornando o líquido mais equilibrado. Rara pedida autoral, o coquetel chamado de os fantasmas se divertem (R$ 39,00) leva vodca, xarope de grapefruit, bitter aromático e um toque de espumante, mas mereceria ser um tiquinho mais sutil. O cardápio tem uma série de sugestões vegetarianas para petiscar, a exemplo dos canapés de chips de berinjela com babaganuche, tomatinho e gremolata de limão-siciliano e manjericão (R$ 31,00 a porção). O trio de sanduichinhos de barriga de porco, broto de feijão, pepino rabanete e coentro fresco ao molho picante é uma boa sugestão (R$ 36,00). O porém do bar é ainda a falta de maleabilidade: você deve permanecer exatamente no lugar escolhido pelos atendentes e, se você pedir para sentar em outro espaço, o ato pode se configurar num grande drama.

Informações checadas entre outubro e novembro de 2020.

    É um lugar para impressionar alguém — ou você mesmo — com um dos ambientes mais bonitos da cidade. O bar fica embaixo do Teatro Municipal e se integra aos arcos e paredes de tijolos do prédio centenário. Nesse cenário, balcões iluminados e coletivos são compartilhados por grupos distintos, com algum distanciamento. Desde a reabertura na quarentena, o estabelecimento ocupa também o café da casa de espetáculos, que já foi sede do restaurante Santinho. A argentina Chula comanda com talento as coqueteleiras e manda, com agilidade, misturas muito benfeitas da carta, atualmente focada em clássicos. O corpse reviver (R$ 35,00), em uma das versões do Hotel Savoy, de Londres, junta gim, licores Lillet Blanc e triple sec, suco de limão e um traço de absinto, batido com gelo e de textura aveludada. Encantador, o boulevardier (bourbon, Campari e vermute tinto; R$ 34,00) recebe numa versão local (R$ 36,00) um esperto gelo de café e água de coco, que vai tornando o líquido mais equilibrado. Rara pedida autoral, o coquetel chamado de os fantasmas se divertem (R$ 39,00) leva vodca, xarope de grapefruit, bitter aromático e um toque de espumante, mas mereceria ser um tiquinho mais sutil. O cardápio tem uma série de sugestões vegetarianas para petiscar, a exemplo dos canapés de chips de berinjela com babaganuche, tomatinho e gremolata de limão-siciliano e manjericão (R$ 31,00 a porção). O trio de sanduichinhos de barriga de porco, broto de feijão, pepino rabanete e coentro fresco ao molho picante é uma boa sugestão (R$ 36,00). O porém do bar é ainda a falta de maleabilidade: você deve permanecer exatamente no lugar escolhido pelos atendentes e, se você pedir para sentar em outro espaço, o ato pode se configurar num grande drama.

    Informações checadas entre outubro e novembro de 2020.