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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 27 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações de estabelecimentos. Além das atividades na Vejinha, leciona na Universidade Mackenzie

Cozinha do Lorençato convida Manoel Beato

O sommelier do restaurante Fasano, o número 1 de São Paulo, revela todos os segredos do mundo do vinho. E de uma maneira descomplicada

Por Arnaldo Lorençato - Atualizado em 3 Oct 2019, 19h04 - Publicado em 27 Sep 2019, 12h50
Arnaldo Lorençato/Veja SP

Um brinde! Em seu 16º episódio, o Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, tem o prazer de receber o sommelier Manoel Beato, do restaurante Fasano. Num etílico papo regado por um branco e tinto de uma região produtora praticamente desconhecida no Brasil, a República da Georgia, o especialista fala tudo sobre o universo do vinho. Descreve outras regiões vinícolas e dá dicas preciosas de como apreciar a bebida.

Nosso papo também toca em assuntos mais delicados. Vai desde alcoolismo que pode afetar a vida de profissionais que trabalham com bebida a “bola” oferecida aos sommeliers para trabalhar com o catálogo de importadoras.

Beato: 14.000 garrafas provadas a cada ano Arnaldo Lorençato/Veja SP

Também deixa claro qual o papel do desse profissional. “Gosto de servir. Sommelier não é um expert em vinhos. É o responsável pelo serviço de vinhos”, enfatiza. E destaca o crescente número de mulheres no ramo, antes dominado por homens.

Como trabalha no melhor restaurante italiano do país, deixa claro que muitos clientes vão em busca de qualidade preços. “As pessoas acham que no Fasano temos somente vinhos caríssimos. Um engano. Os preços são a partir de 120 reais”, explica.

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Beato também revela o valor da garrafa mais cara que provou. Quer saber esse preço e muito mais sobre vinho? o play no YouTube, no Spotify, no Deezer ou aqui:

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