ROTEIRO

Oito bares para beber um bom dry martini

Confira uma lista com endereços que preparam com esmero o clássico (e seco) coquetel preferido de James Bond

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Baretto 02
Dry martini: o drinque acompanha a música ao vivo do Baretto, nos Jardins (Foto: Mario Rodrigues)

O clásico dry martini é composto de gim, vermute seco e azeitona. As proporções podem variar -- e geram até polêmica --, mas esta é a tríade sagrada dos ingredientes do coquetel classudo e servido sempre bem gelado.

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Imortalizado nos filmes de James Bond -- que está de volta aos cinemas com o longa 007 Contra Spectre -- o coquetel costuma ser mexido com muitas pedras de gelo, e não batido, como prefere o espião.

Confira abaixo uma seleção de bares onde bebericar o drinque.

Astor: a afiada equipe do balcão é comandada pelo barman Pereira. Feito com o gim Tanqueray, o drinque (R$ 28,00) pode levar outras marcas da bebida, à escolha do freguês. A taça é aromatizada com a casca do limão-siciliano antes de ir à mesa. 

Balcão: a bebida é servida geladíssima e custa R$ 27,00 se preparada com o destilado da Gordon's. O curioso ambiente do lugar tem uma grande bancada de 25 metros de comprimento que junta diferentes turmas.

Barê: o agito se estende por todo o espaço, embalado pelo som de indie rock, house e soul que bomba nas caixas. Contribui para a animação a mistura de gim Beefeater, vermute Noilly Prat e azeitona verde. Sai a R$ 27,00.

Baretto: no elegante bar de hotel, o barman Valter Bolinha faz um dry sem igual (R$ 47,00). Generosa, a mistura de 90 mililitros de gim Gordon's e 5 mililitros de vermute Noilly Pratt fica geladíssima e cheirosa, com uma azeitona no fundo da taça e uma casquinha de limão na borda. Parte do drinque permanece conservada num minidecanter, disposto numa tigela cheia de gelo.

Paribar - dry martini
O clássico: servido no Paribar (Foto: Fernando Moraes)

Brasserie des Arts: é o endereço predileto do público arrumado que gosta de sair para jantar e curtir a noite ao som de batidas eletrônicas. Das mãos do experiente barman Marcelo Serrano, o dry martini (R$ 29,00) é preparado com gim Bombay e servido com duas azeitonas.

Frank: trata-se de um dos melhores bares de drinques da cidade.  Por R$ 31,00, bebe-se o clássico feito com gim Beefeater e bitter de laranja na taça antiga de champanhe. Metade da mistura vem em uma bolsa de gelo para que a temperatura seja mantida.

Paribar: reúne, no mesmo espaço, jovens antenados e frequentadores das antigas. Para bebericar — de preferência, nas cadeiras de vime da varanda com vista para a Praça Dom José Gaspar — escale o benfeito dry martini (R$ 25,10). 

Riviera:  o mítico bar na esquina da Paulista com a Consolação reestreou dois anos atrás nas mãos do empresário Facundo Guerra e do chef Alex Atala. Como consultor, o barman Kennedy Nascimento deu um up na carta de coquetéis. O clássico (R$ 29,00) é preparado com cinco partes de destilado para uma de vermute.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO