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Um futuro possível e regenerativo

Lua Couto, idealizadora da plataforma Futuro Possível, conta como podemos aprender com o planeta a nos regenerar

Por Helena Galante - Atualizado em 22 Jun 2020, 00h35 - Publicado em 22 Jun 2020, 00h01
Quem sou eu? O que eu estou fazendo nesse planeta? Quem já se fez perguntas existenciais grandiosas como essa pode compreender a inquietação de Lua Couto. Idealizadora da plataforma Futuro Possível (@futuropossivel), ela conversa com Helena Galante no episódio #54 do podcast Jornada da Calma. “Quando a gente fala de regeneração, a biologia é importante. A natureza tem muitas das respostas para os problemas que a gente está vivendo hoje”, afirma Lua.  “Esse planeta no qual a gente vive é expert em se regenerar, mas a gente enquanto sociedade está pressionando esses limites.”
Lua fala sobre a importância da reconexão consigo mesmo, com a comunidade e com o todo. “A minha existência precisa criar condições para a existência do outro. Se eu apago o outro, não estou sendo regenerativo.” Ela fala sobre as dificuldades práticas dessa experiência coletiva – e também as possibilidades que se multiplicam com a colaboração. “Vivemos perguntas complexas demais para serem respondidas por indivíduos. Precisamos de engajamento e colaboração coletiva para promover a mudança que desejamos.”
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