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Monja Coen e as lições do silêncio

A autora do livro "O que aprendi com o silêncio- uma autobiografia" relembra instantes de despertar e compartilha como a meditação mudou sua vida

Por Helena Galante - Atualizado em 23 Dec 2019, 01h10 - Publicado em 23 Dec 2019, 00h10

“Minha vida não foi só de momentos de luz porque, se há luz, há sombra. E porque há sombra, há luz.” A mensagem poética de Monja Coen, entrevistada do podcast Jornada da Calma #28, revela também a sinceridade com que a fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil aborda a sua própria trajetória no livro O que Aprendi com o Silêncio – Uma Autobiografia, recém-lançado pela Editora Planeta. No papo com Helena Galante, Monja Coen abre o jogo: “Eu sou uma pessoa comum, não sou um ser extraordinário. Mas através de práticas meditativas, nos tornamos absolutamente livres, atuamos no mundo com mais leveza”.

O dia a dia no monastério no Japão (que incluía tocar o sino e lavar as privadas) e as escolhas sobre como lidar com situações cotidianas como um xingamento no trânsito ou cobranças também entram na conversa.  “O silêncio nos permite olhar em profundidade para nós, para o mundo, para a vida, para a realidade”, afirma Monja Coen, que não deixa os assuntos ligados à espiritualidade se desconectarem do mundo. “Vale lembrar: a meditação é para você atuar na realidade. O que estamos fazendo em prol da vida no planeta Terra?”

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