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Oito bartenders buscam o título de melhor do Brasil no World Class 2018

Última etapa nacional tem profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba na disputa por uma vaga na competição mundial

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 4 jun 2018, 16h41 - Publicado em 4 jun 2018, 16h38

A final brasileira da 10ª edição do World Class Competition, o maior campeonato de coquetelaria do mundo, está marcado para o dia 4 de julho, em São Paulo. Oito bartenders de diferentes regiões do país seguem na disputa pelo título de melhor do Brasil e por uma vaga na final mundial, que acontece em Berlim, na Alemanha.

Estão na final: Adriana Pino (candidata independente, São Paulo), Anderson da Silva Santos (Nosso, Rio de Janeiro), Gabriel Santana (Benzina, São Paulo), Gustavo Guedes (Nakombi, Brasília), Heitor Marin (Seen, São Paulo), Miguel Paes (Nakka, São Paulo), Rafael Domingues (Clos, São Paulo) e Romero Rafael dos Santos Brito (Bar Gin Time Drinks, Curitiba).

Nas semifinais, em comemoração aos dez anos de World Class Competition, o desafio prestigiou os grandes campeões globais da competição e cada bartender apresentou um drinque autoral inspirado nos eleitos das últimas edições. O júri foi formado por Alê D’Agostino, do Apothek (São Paulo), Spencer Amereno Jr., do Frank Bar (São Paulo), e Marcelo Santiago, do Difford’s Guide.

Os bartenders tiveram à disposição todos os destilados da linha Reserve do portfólio da Diageo, como Tanqueray London Dry, Tanqueray Nº Ten, Zaccapa, Cîroc e Ketel One, entre outros e também Johnnie Walker Black Label.

Adriana Pino elaborou o efeito borboleta (Johnnie Walker Gold Label, mel, licor de flor de sabugueiro, bitter de chocolate, sidra artesanal e pólen), Gabriel Santana trouxe o favela chic (Zacapa 23, suze, shrubs “da gente” e bitter “selvagem”), Heitor Marin preparou o be inspired martini (Ketel One, amaro Averna, licor Strega, lillet rouge, tintura de sal, calda de jalapeño e zest de laranja), Miguel Paes, o conexão tóquio (tequila Don Julio Blanco, água de flor de laranjeira, Amazake, limão-siciliano e xarope de mel e yuzu) e Rafael Domingues criou o peabiru (Zacapa Solera 23, cachaça Ypióca 5 chaves, xarope de cumaru, cordial de cupuaçu, vinagrete de cambuci e flor de jambu em conserva).

O curtibano Romero Brito desenvolveu o hola bilbo (rum Zacapa 23, Tanqueray Nº 10, suco de limão-siciliano, spray de perfume de baunilha, espuma de marmelada de abacaxi, cardamomo, páprica doce e pimenta-rosa), enquanto Gustavo Guedes, de Brasília, fez o quixote (Talisker Dark Storm, shrub de abóbora com vinho jerez, horchata com cumaru, vermute dry, bitter de toranja e bitter aromático de cacau). Por fim, o carioca Anderson Santos preparou para os jurados do World Class Competition o iguais (rum Zaccapa 23, amaro, Orange bitters, bitter artesanal de especiarias e spray de laranja -baía).

Para acompanhar a evolução da competição nacional e global, siga os perfis do World Class no Instagram: @worldclassbr e @worldclass.

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