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Prefeitura suspende aulas presenciais na rede pública e privada

Anúncio foi feito nesta sexta (12); recesso na rede municipal será antecipado

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 12 mar 2021, 14h12 - Publicado em 12 mar 2021, 13h57

A gestão Bruno Covas (PSDB) anunciou a suspensão das aulas presenciais em todos os estabelecimentos de ensino da capital paulista. A medida é válida para a rede municipal, estadual e particular a partir do dia 17 de março e será adotada até 1º de abril.

No caso das instituições mantidas pela prefeitura de São Paulo, o recesso de julho foi antecipado para que os alunos não precisem realizar atividades obrigatórias durante o período. “Essa medida é necessária para frear o avanço do coronavírus na cidade”, afirmou Bruno Covas durante a coletiva de imprensa.

A gestão estadual divulgou junto com a adoção da chamada fase emergencial, na quinta (11), o recesso na rede estadual, válido até o dia 28 de março. A rede particular pode seguir com as atividades escolares, desde que à distância.

Durante a coletiva o secretário municipal de educação, Fernando Padula, afirmou que a medida só será adotada na quarta-feira que vem para que a prefeitura possa comunicar a mudança para as famílias.

SUSPENSÃO JUDICIAL AULAS PRESENCIAIS

Em decisão liminar (provisória), a Justiça de São Paulo vetou as aulas presenciais na rede pública durante a fase vermelha e laranja do Plano São Paulo. Durante a coletiva de imprensa, Covas comentou a notícia. “Se a Vigilância entende que é possível abrir uma atividade, a gente encomenda abertura com os protocolos. A prefeitura não vai abrir mão da obrigação de seguir a Vigilância Sanitária. Daqui a pouco vai caber ao Judiciário estabelecer atividade por atividade, qual pode funcionar e qual não pode na cidade de São Paulo, entendemos que é um ato do poder Legislativo”.

 

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