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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

MasterChef Profissionais: encrenca com a leitoa e menu do Jacquin

Estreia com três provas e o mesmo número de eliminações promete agitar essa segunda temporada

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 28 out 2017, 12h57 - Publicado em 5 set 2017, 18h07

São bem corajosos. 16 chef profissionais se exibem hoje diante das câmeras do MasterChef Brasil. Talvez mais do que os amadores, eles sonham com o estrelato e querer mostrar no programa culinário de maior audiência do país o que sabem fazer no fogão.

O primeiro episódio promete ser dos mais dinâmicos. Serão três provas na mesma noite. Em cada uma delas, um candidato é eliminado. Ou seja, três partem ainda hoje. Uma das muitas novidades nesta temporada é que pela primeira vez na prova profissional teremos repescagem.

Mezanino: participantes divididos em dois grupos Carlos Reinis/Band/Divulgação

A disputa começa com os 16 divididos em dois grupos. Quem enfrenta os jurados Paola Carosella (Arturito e La Guapa Empanadas), Erick Jacquin (Tartar & Co e Le Bife) e Henrique Fogaça (Sal GastronomiaJamileAdmiral’s Place e Cão Véionesta primeira prova será apresentado a quatro pratos brasileiros: tacacá, pato no tucupi, moqueca baiana e feijoada. Por sorteio, a receita escolhida será a feijoada, que deve ser elaborada de uma forma completamente nova.

É um teste de criatividade sobre uma preparação para lá de manjada e, que nas reinterpretações mais ousadas que provei até hoje, virou esferas líquidas pelas mãos da chef Helena Rizzo, do Maní. Será que alguns dos participantes já provou essa maravilha e vai se arriscar tanto?

O pior de todos é eliminado e dois ficam pendurados para a última prova da noite.

Na etapa seguinte, o grupo que não cozinhou desce do mezanino e recebe meia leitoa. A missão é desossar o bicho e usar dois cortes diferentes em um prato. Tanto os cortes quanto as guarnições são absolutamente livres. Parece fácil, não?

O pior de todos é eliminado e dois ficam pendurados para a última prova da noite. Sim, você já leu essa frase, mas é exatamente o que acontece pela segunda vez.

Carosella: tomando a lição do candidato Carlos Reinis/Band/Divulgação

Os quatro piores da noite vão para a final. Ao longo da temporada, os jurados apresentarão menus criados por eles que precisaram ser repetidos pelos pretendentes ao troféu.

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Na estreia, um terror. Serão obrigados a preparar pratos do Jacquin. Moleza, né? São só quatro cozinheiros para a alimentar 30 boquinhas famintas que vão ocupar o restaurante montado no estúdio.

Não é um, mas dois menus. Conheça em primeira mão:
1
Sopa de alcachofra
Musse de linguado
Profiteroles, no Brasil carolina

2
Ravióli de lagostim
Filé-mignon com emulsão de foie gras
Sopa de frutas vermelhas com sorvete maracujá

Agora, é ver se como Jacquin vai se comportar.

Entre as conversas de bastidores, corre que essa turma de profissionais é mais forte que da primeira temporada. Só à medida que o programa avançar saberemos.

Certamente descobriremos tipos como os dos finalistas da temporada anterior — a vitoriosa Dayse Paparoto, que fazia a humilde meio bocuda, e o Marcelo Zaidan Verde, que tinha certeza de ser o melhor cozinheiro do mundo.

Conheça os participantes:

Veja São Paulo/Veja SP

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