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Capital não exigirá termo a quem tomar Pfizer como 2ª dose da Astrazeneca

Anteriormente, pessoa precisaria assinar obrigatoriamente um documento

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 14 set 2021, 11h39 - Publicado em 14 set 2021, 11h30

A prefeitura de São Paulo retirou a obrigatoriedade de assinatura em termo de ciência de intercambialidade de vacinas a partir desta terça-feira (14). A medida exigia o documento para quem se vacinasse com imunizante da Pfizer como segunda dose da AstraZeneca.

Na capital, o termo passa a ser opcional. Na última segunda-feira (13), 49 162 pessoas na capital optaram pelo esquema de intercambialidade e precisaram assiná-lo.

O governo de São Paulo disponibilizou o uso da Pfizer como segunda dose da AstraZeneca devido a falta da vacina envasada pela Fiocruz. A gestão estadual acusa o Ministério da Saúde de promover um “apagão”, medida contestada pela pasta federal. O caso pode parar no Supremo Tribunal Federal.

A prefeitura recomenda que quem precise se imunizar com a segunda dose verifique a disponibilidade de imunizantes nas unidades de saúde por meio da plataforma De Olho na Fila.

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