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Prova de vida do INSS poderá ser feita por biometria facial em aplicativo

Recurso será disponibilizado para os 5,3 milhões de aposentados e pensionistas que não fizeram o reconhecimento em 2020

Por Redação VEJA São Paulo 23 fev 2021, 15h43

O governo anunciou nesta terça (23) a expansão do uso da prova de vida por biometria facial, que estava em projeto piloto com 500 000 pessoas. Agora, o recurso será disponibilizado para os 5,3 milhões de aposentados e pensionistas que não fizeram a prova de vida em 2020.

O presidente do INSS, Leonardo Rolim, explicou que a prova de vida digital poderá ser feita por meio do aplicativo “Meu gov.br”, sem que haja a necessidade do aposentado ir a uma agência bancária. As informações serão comparadas com as bases de dados biométricos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). 

“A partir de maio, a prova de vida voltará a ser obrigatória. E isso pode ser feito também pelo celular, sem sair de casa”, explicou Rolim. “Estamos confiantes de que a maior parte da população conseguirá fazer a prova de vida de maneira simples”, completou.

Bianco também se mostrou otimista com a ampliação da oferta de biometria facial por app para o aposentado e acredita que, com isso, servidores do INSS possam ser remanejados para outras áreas do órgão. “A vida digital traz dinâmica, segurança, praticidade e faz com que possamos ser mais objetivos e simples na prestação dos serviços. A população ganha e o setor público também ganha”, avaliou.

Confira um vídeo tutorial de utilização da biometria facial no app “Meu gov.br” feito pelo órgão de previdência social:

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