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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

MasterChef 4: menu no ringue e o festival da sardinha

Nas provas deste episódio, como alimentar lutadores e preparar um dos peixes mais baratos e mais saborosos que existem

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 16 Maio 2017, 20h29 - Publicado em 16 Maio 2017, 17h54

Como disse no Twitter na semana passada, certamente esse foi o mais emocionante de todos os episódios exibidos até agora. Mais do que isso. Arrisco dizer, que nas quatro temporadas do MasterChef Brasil. Nunca antes nesse show de talentos, um competidor tinha se machucado tão profundamente como ocorreu.

Para quem não assistiu ao programa, é preciso voltar ao começo. Tudo parecia tranquilo com a presença de paraense Thiago Castanho, dono de dois restaurantes em Belém, um deles o premiadíssimo Remanso do Bosque, pelo qual o cozinheiro recebeu duas vezes o título de chef do ano de Veja Comer & Beber – agora, Castanho também apresentador do reality Cozinheiros em Ação, no GNT, com estreia prevista para agosto.

A prova parecia previa uma catástrofe, ao menos no paladar. Não foi diferente. Mas o pior mesmo foi o acidente com Vitor B, ou melhor o Bourguignon — sobrenome mais gastronômico, impossível.

Ao cortar uma mandioca, o competidor quase perde um naco do dedão. Ai meu polegar! Resultado: teve de ir para a enfermaria, onde foi costurado com três pontos. Não antes sem um tremendo chororô.

Não é que quando todo mundo tinha terminado, o Vitor B volta ao estúdio e reassume a prova de onde parou? O sacrifício de cozinhar machucado e com uma limitação valeu. E não é que o nhoque de banana-da-terra com ragu de pato no tucupi deu certo? A bravura do candidato comoveu até os jurados Paola Carosella (Arturito e La Guapa Empanadas), Erick Jacquin (Tartar & Co e Le Bife) e Henrique Fogaça (Sal Gastronomia, JamileAdmiral’s Place e Cão Véio). 

Os dois priores da noite foram a dentista Mirian e o topetudo Douglas. Ele inventou uma tortinha doce de bacuri com tucupi e muita pimenta que não rolou. Como sentenciou Paola, 45 minutos era muito tempo para um rascunho de receita que precisaria de diversas versões. Foi despachado para casa.

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Hoje, veremos uma competição envolvendo lutadores com ringue e tudo. A particularidade dessas provas com 80 atletas convidados é que metade precisa perder peso e os demais, ganhar.

Por isso, a duas equipes precisam preparar dois menus com entrada e prato principal, um na linha light e o outro calórico. Como é tradicional, os esportistas são os avaliadores.

Na segunda prova, a sardinha, fresca e em lata, é o tema. Cabe ao capitão da equipe perdedora decidir com qual ingrediente trabalhará cada grupo.

Conheça os participantes:

Veja São Paulo/Veja SP

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