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Roteiro

Bares para badalar no Itaim

Noite boemia do bairro reúne opções para todas as turmas, como o novo pub St. George's, que tem drinques do barman Kascão, e o La Maison Est Tombée, para paquerar

2.nov.2012 | Atualizada em 19.dez.2013 por Redação VEJA SÃO PAULO

Um dos bairros mais badalados da cidade, o Itaim Bibi agrupa endereços de perfis variados. A começar pela happy hour, estão lá o Eu Tu Eles, o Tatu Bola e La Maison Est Tombée, todos constantemente bombando de turmas que trabalham na região.

No cair da noite, já calibrados, esse pessoal parte em rumo ao Aurora, com shows de pop rock de quinta a domingo, ao Bardot, com house disparado por um DJ, e ao Dezoito Bar, todos na medida para um esquenta pré-balada.

Quem prefere comer encontra ótimos petiscos no Bottega Bottagallo, de inspiração italiana, e o mexicano Hecho en Mexico. Para beber em alto estilo, vá ao Bardega, eleito o melhor wine-bar pela edição especial "Comer & Beber" 2013-2014 (leia mais clicando aqui). Veja abaixo:

Aurora: atrai um público acima dos 35 anos, interessado em curtir esportes no telão e paquerar. Do bar saem chopes (Heineken e Xingu) e drinques. Rum Bacardi, lichia, água de coco e folhas de hortelã compõem o mai tai de lichia. De quinta a domingo, shows de pop rock elevam a eletricidade do ambiente.

Azucar: na pistinha de dança do bar cubano, casais rodopiam ao som de salsa, merengue e outras levadas calientes. Drinques típicos da ilha caribenha ajudam a intensificar o clima de paquera. Entre eles, o mojito, preparado com rum, folhas de hortelã, suco de limão, açúcar e água com gás.

Vista do bonito salão do Bardega
Vista do bonito salão do Bardega
(Foto: Mario Rodrigues)

Bardega: grandioso, o bar ocupa uma área de 370 metros quadrados e seduz o público pela oferta de vinhos em taça, a maior do gênero na cidade. São 110 sugestões, garimpadas de vinte importadoras. Noventa e seis delas ficam armazenadas em doze máquinas italianas Enomatic. Entregue na chegada, o cartão de consumo possui um chip que aciona as máquinas — o que permite que o cliente controle seus gastos e se sirva sem o auxílio do garçom. Os rótulos podem ser degustados em doses de 30, 60 e 120 mililitros. Predominam opções de boa relação preço-qualidade, a exemplo do Macchia Primitivo di Manduria 2007, da Puglia.

Bardot: numa vistosa esquina, é um dos endereços preferidos do público mauricinho no Itaim. Meninas e garotões bem-arrumados tomam as mesas do ruidoso salão, animado por house e variantes disparados por um DJ. Entre flertes e bate-papos, o pessoal ataca chope (Brahma), vodca com energético e drinques como o nagazaki, mix de vodca, saquê, gim e xarope de gengibre.

Botagallo: bar-restaurante serve receitas italianas em pequenas porções
Botagallo: bar-restaurante serve receitas italianas em pequenas porções
(Foto: Fernando Moraes)

Bottega BottaGallo: o festejado bar-restaurante forjou seu cardápio a partir de uma ideia genial — apresentar receitas italianas em pequenas porções para petiscar, como as tapas espanholas. São as chamadas “bottas”, com 28 sugestões no menu. Delas, vale provar o risoto de tomate coberto por burrata. Para acompanhar, há treze opções de vinho em taça, armazenadas na máquina italiana Enomatic, que preserva a bebida após aberta.

Boteco Ferraz: como manda o figurino dos bares do pedaço, segue o estilo arrumadinho e conta com uma diversificada programação musical — com bandas de pop rock e sertanejo universitário (confirme o que vai rolar antes de sair de casa).

Charles Edward: hits disparados por bandas de pop rock formam a atmosfera do lugar, um longevo centro de azaração para quem já passou dos 40. Embalam a troca de olhares cerca de quarenta rótulos de uísque, a exemplo do Chivas 12 anos. Um dos tira-gostos é o queijo camembert empanado inteiro.

Coisa Boa: 1.800 garrafas de vinte países na prateleira
Coisa Boa: 1.800 garrafas de vinte países na prateleira
(Foto: Fernando Moraes)

Coisa Boa: inaugurado em maio no Itaim, é o primeiro bar especializado em cervejas importadas do pedaço. Na ambientação, atrai o olhar uma gôndola refrigerada, como as de supermercado, de 6 metros de comprimento. Nela encontram-se quase 200 rótulos, de vinte países. Prove a saborosa belga Affligem Tripel, de estilo abadia.

Dezoito Bar: a ambientação combina iluminação baixa, paredes envidraçadas e mesas de estilo bistrô (menores e altas), que favorecem a troca de olhares. Para deixar o clima animado, a programação alterna bandas ao vivo e som de DJ. Às terças, por exemplo, o ex-Rádio Táxi Mauricio Gasperini e o guitarrista Luiz Carlini animam o pessoal com nostálgicos hits das décadas de 80 e 90. A barwoman paulistana Gracy Kelly Spano assina e prepara os drinques da enxuta carta. Ainda fora do menu, o dezoito summer mostrou-se refrescante e cítrico na medida. A receita traz vodca Absolut, xaropes de erva-cidreira e gengibre, sucos de limão-taiti e limão-siciliano, gelo picado e club soda.

As mesas altas do salão principal do Dezoito Bar: clima animado
As mesas altas do salão principal do Dezoito Bar: clima animado
(Foto: Fernando Moraes)

Don Mariano: na ativa desde 1999, trata-se de um despretensioso lugar para beber uma cerveja na companhia de receitas espanholas. Entre elas, a tortilla de batata com chorizo (linguiça), o pulpo a la gallega (cozido com páprica, sal grosso e azeite) e a paella valenciana (com frango e frutos do mar). A sangria é preparada com o tinto Miolo Seleção Cabernet Sauvignon/ Merlot.

Emiglia: turmas e casais ocupam a varanda junto da calçada e o charmoso salão. Vinte pizzas de massa fina e crocante figuram no menu. A combinação de queijos mussarela e brie, geleia de pimenta e filetes de manga apresenta um interessante contraste de salgado, doce e picante. Na hora de beber, prefira partilhar uma garrafa de vinho. Uma das sugestões é o chileno Casas del Toqui Reserva Pinot Noir 2011.

Espírito Santo: uma das pedidas para abrir o apetite, a alheira (embutido típico da terrinha) chega à mesa frita e já cortada para aperitivo. Recheiam também o cardápio o arroz de pato e doze pratos com bacalhau. O chamado nunca chega traz o pescado desfiado misturado com ovo, presunto e cebola e coberto por batata palha. Para beber, opte pelo chope (Brahma).

Eu Tu Eles, na Faria Lima: turmas em busca de agito
Eu Tu Eles, na Faria Lima: turmas em busca de agito
(Foto: Mario Rodrigues)

Eu Tu Eles: no térreo de um edifício comercial, de frente para a Faria Lima, virou um dos principais points do Itaim. A brasilidade dá o tom à decoração e inclui uma parede de taipa e cerca de 4 000 fitinhas do Senhor do Bonfim penduradas no teto. Além de cervejas, entre elas a Original, o cardápio traz uma seleção de caipirinhas, como a de caju com limão. Aos domingos, uma banda de rock anima a casa.

Hecho en Mexico: o endereço se destaca por servir autênticas receitas mexicanas. Para montar o cardápio e treinar a cozinha, foi convocada a consultoria da chef mexicana Lourdes Hernandez, craque das panelas. Há saborosas sugestões para tabelar com as long necks Sol e Dos Equis. Entre elas, o taco de frango marinado em pimenta-amarela, coberto por cebola-roxa em conserva. Quem prefere os drinques encontra uma potente margarita servida em copo baixo.

Ilha das Flores: o tradicional bar-restaurante segue firme e forte como um reduto de coroas bem de vida e engravatados.O cardápio lista o linguado grelhado com crosta de castanha-de-caju, servido com purê de mandioquinha e molho branco com cachaça. As oito opções de vinho em taça ficam armazenadas numa máquina Enomatic. Entre elas, a do argentino Finca Angel Cabernet Sauvignon.

Kia Ora: em ambos os endereços, a decoração traz referências à Austrália e à Nova Zelândia e bandas que tocam hits de pop rock de várias épocas embalam a paquera do público, na faixados 25 aos 35 anos. Entre as opções de chope aparece o irlandês Guinness. Salgadinhas na medida para escoltar as bebidas, as potato skins são tiras de casca de batata assadase depois fritas, temperadas com lemon pepper.

La Maison Est Tombée: bombando desde a inauguração, com filas constantes na porta, o local segue o estilo de uma brasserie, como são chamados os bares franceses dedicados à cerveja. Azulejos brancos nas paredes e iluminação indireta ajudam a compor o ambiente, frequentado por uma moçada bonita e arrumada na faixa dos 30 anos à procura de azaração. Entre os drinques, o chéri gin n’ tonic mistura gim, água tônica, gotas de bitter, grape fruit, limão-taiti, morango, maçã verde e hortelã.

Louis: bar e balada no Itaim Bibi
Louis: bar e balada no Itaim Bibi
(Foto: Waldemir Filetti)

Louis: filial de uma casa de Miami, o bar-balada foi inaugurado em março na Rua Amauri por onze sócios, entre eles o empresário Marcus Buaiz (do clube Royal, no centro). Música lounge e house compõem a trilha sonora, na medida para agradar a bem-arrumada clientela. Da carta etílica, experimente o drinque da casa, com vodca Absolut Mango, suco de limão, manjericão e açúcar. Para recarregar as energias, cai bem a porção de coxinhas de camarão com catupiry.

Mercearia do Jockey: os melhores dias para desfrutar a casa são aqueles em que rolam páreos em Cidade Jardim (segundas à noite ou sábados e domingos à tarde). Posicionadas num salão elevado, suas mesinhas oferecem uma bela vista para as raias de turfe. Quem não quer se levantar da mesa pode conferir as corridas e os rateios das apostas em TVs espalhadas pelo ambiente. Atenção: nas noites de sexta e de sábado, o lugar muda completamente de perfil e se transforma numa balada jovem, movida a sertanejo.

Na Mata Café: uma reforma, realizada no ano passado, deixou os dois ambientes mais modernos. O bar-restaurante da entrada ganhou sofás de veludo em frente ao bar, enquanto no espaço de shows, nos fundos, foram criados camarotes laterais. Ali, bandas de pop e rock como Viva a Noite e Soundtrackers põem a galera para dançar.

Sí Señor: uma das sugestões, o textacos traz dois tacos montados na tortilha de milho acompanhados de mini-quesadillas de queijo mais guacamole, salsa picante e um benfeito sour cream. Para se refrescar, há cervejas mexicanas Dos Equis e Sol. As casas do Itaim e de Pinheiros montam diariamente no almoço um bufê mexicano.

St. George's Pub: o novo bar do Itaim pretende resgatar o conceito dos pubs ingleses inclusive no nome, St. George (São Jorge), referência ao santo padroeiro da Inglaterra. Rótulos variados de cerveja e chope dividem espaço com os drinques feitos pelo premiado barman Kascão Oliveira. Além das mesas, o público pode se dividir entre a pista de dança, animada por shows de bandas de pop rock, ou o balcão de doze metros, que possui uma vitrine feita de garrafas iluminadas. Telões transmitem as principais competições esportivas. Também é possível se arriscar em um campeonato de dardos com os amigos.

Teto enfeitado com fitinhas no Tatu Bola: clima de paquera
Teto enfeitado com fitinhas no Tatu Bola: clima de paquera
(Foto: Fernando Moraes)

Tatu Bola: compõem o visual mesas de madeira de demolição, objetos garimpados em feiras de antiguidade e o teto coberto por 75.000 fitinhas do Senhor do Bonfim — penduradas uma a uma em linhas de pesca. Quem gosta de dar uma de churrasqueiro vai aprovar o espetinho de linguiça calabresa defumada, que chega em um réchaud de cerâmica no formato de um porquinho. Há catorze sugestões do caipirinha, que incluem a correta versão de jabuticaba.

The Meatball House:a casa tem como sócio o barman Márcio Silva, que fez sucesso em bares como o SubAstor. Prepare-se para uma profusão de drinques criativos, como o bio tônico, que reúne gim, água tônica aromatizada com bitter de chocolate e laranja mais folhas de louro. O cardápio mastigável traz almôndegas em cinco versões. A com o nome da casa mistura vários tipos de carne e chega no ponto, com seu interior rosado.

The Sailor: no palco do térreo, o público curte bandas de rock e pop. Mas o espaço mais curioso é o amplo terraço da cobertura, com vista para a movimentada avenida. Há 54 coquetéis na carta, executados por Talita Simões e sua equipe. Batizado em homenagem à pin-up americana Dita von Teese, o dita vem servido numa taça de champanhe vintage. Discretamente adocicado, equilibra vodca, licor de laranja, sucos de cranberry e limão-siciliano e xarope do chá Earl Grey.

Vieiras do Torero Valese: receita espanhola
Vieiras do Torero Valese: receita espanhola
(Foto: Divulgação)

Torero Valese: comandado pelo chef Juliano Valese, o bar-restaurante serve receitas espanholas, como a paella de frutos do mar. Outra boa pedida é o tenro polvo à galega, temperado com páprica. Assinada por Helena Mattar, sommelière do restaurante Vito, a nova carta de vinhos da casa reúne 57 rótulos, 33 deles espanhóis. Um exemplo: o tempranillo Disco 2009, da Bodegas Neo.

Vacaveia: desde a abertura, em 2005, a casa com estilo de boteco vive lotada e, sua marca registrada, sempre com elevada concentração de gente solteira. Enquanto monitora o vaivém, o pessoal esvazia cervejas de golinho em golinho, a exemplo das nacionais Original, Serramalte e Bohemia e da argentina Quilmes.

Vermont Itaim: trata-se do único endereço GLS do bairro. De terça a sábado, meninos arrumadinhos e meninas despojadas misturam-se por lá. Aos domingos, porém, o predomínio é feminino. Neste dia, apresenta-se o grupo Samba pras Moças. O combustível para tanta animação vem das long necks Stella Artois. Prove o sanduíche batizado de ibiza, de presunto e queijo cremoso no pão de fôrma, acompanhado de batata frita.

Wall Street Bar: uma imitação da famosa estátua de um touro, a Charging Bull (um dos símbolos de Wall Street, em Nova York), adorna a entrada. Aqui, o preço das bebidas oscila conforme o número de pedidos, imitando uma bolsa de valores. Os clientes comandam a brincadeira de terminais de touch screen instalados nas mesas e acompanham a “cotação” nos letreiros eletrônicos nas paredes. Marcas de cerveja como Stella Artois, Norteña e Colorado abastecem a jovem clientela.

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