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João Doria disponibiliza leitos para bebês prematuros de Manaus

Estado pediu vagas em leitos de UTI por falta de oxigênio; "Eu nunca imaginei, sendo brasileiro, viver numa circunstância como essa", disse governador

Por Vinicius Tamamoto 15 jan 2021, 13h33 | Atualizado em 15 jan 2021, 13h57
Imagem mostra o governador João Doria falando ao microfone
 (Divulgação/Governo de São Paulo/Veja SP)
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Com o sistema de saúde em colapso, o estado do Amazonas anunciou que precisa fazer a transferência de pelo menos 60 bebês prematuros que estão internados em hospitais de Manaus e podem ficar sem oxigênio. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (15), João Doria disse que São Paulo receberá os recém-nascidos.

O Amazonas pediu na manhã de hoje que os governadores verificassem a disponibilidade de leitos de internação neonatal. De acordo com a CNN,  o Maranhão iria receber de cinco a dez bebês.

“É o fim do mundo isso”, disse Doria, mostrando indignação. “Eu nunca imaginei, sendo brasileiro, viver numa circunstância como essa”, afirmou. Ele também criticou o presidente Jair Bolsonaro. “Bebês! É uma irresponsabilidade do governo Bolsonaro.”

Após reproduzir a fala do presidente, que disse que havia feito tudo o que podia pelo Amazonas, Doria falou em genocídio. “Em outros países isso poderia ser classificado como genocídio”.

“Imediatamente já fizemos contato com o secretário da Saúde do Estado do Amazonas, o doutor Marcellus. Ele está fazendo um levantamento porque vários estados, de forma humanitária, estão acolhendo esses bebês. E não são apenas bebês, mas são também mulheres grávidas. São essas gestantes que também foram comprometidas pelo Covid e que necessitam de assistência. Então desta forma nós queremos saber quantas ainda precisam da nossa assistência e prontamente estaremos acolhendo aqui em SP”, disse Jean Gorinchteyn.

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Respiradores

O governador afirmou ainda que enviará quarenta respiradores ao estado do Amazonas. “Solicitei à USP para encaminharmos imediatamente para o Amazonas quarenta respiradores. Quarenta respiradores produzidos na Universidade de São Paulo, demonstrando a capacidade tecnológica desta grande universidade para o atendimento emergencial àqueles que estão sofrendo com a Covid-19 no estado do Amazonas”, disse.

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