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Anvisa analisa pedido da Janssen para incluir segunda dose da vacina

Prazo da agência é de 30 dias; imunizante contra Covid-19 foi aplicado em dose única no Brasil, mas estudos comprovam que mais uma dose reforça imunização

Por Redação VEJA São Paulo 21 nov 2021, 11h14

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que, na sexta-feira (19), recebeu o pedido da farmacêutica Janssen para avaliar a inclusão de uma segunda dose na bula da vacina contra a Covid-19. Anteriormente, a aplicação no Brasil era feita com esquema de dose única.

A Janssen já havia informado que uma dose adicional da vacina amplia para 94% a proteção contra Covid. Em outubro, o FDA (agência reguladora norte-americana) aprovou o uso do reforço para essa vacina nos Estados Unidos.

A agência concedeu o prazo de até 30 dias para analisar o pedido no Brasil. Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que as pessoas que foram vacinadas com a Janssen (da Johnson e Johnson) terão de completar o esquema de duas doses a partir de 2 meses após a primeira dose. O mesmo esquema é feito com a CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca.

A Anvisa ainda comunicou que, além de avaliar o uso da segunda dose para quem já recebeu a primeira a partir de junho, vai concluir se a Janssen poderá ser utilizada como dose de reforço heterólogo; ou seja, para pessoas que concluíram as duas doses iniciais com uma vacina de tecnologia mRNA (Pfizer).

Segundo o Ministério da Saúde, os vacinados com Janssen terão de tomar o reforço 5 meses após a segunda dose, de preferência com a vacina da Pfizer.

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