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Esculturas estilizadas de elefantes se espalham pela capital

85 obras ficam expostas desta terça (1º) até 31 de agosto na Elephant Parade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 2 ago 2017, 18h28 - Publicado em 2 ago 2017, 15h29
A obra Conecta Mundi, de Thatiane Marcinelli: apresentada na Rua Líbero Badaró, 425 Divulgação/Veja SP

As invasões de estátuas de vaquinhas e elefantes coloridos pelas ruas da capital já viraram costumeiras para os paulistanos. Mesmo assim, todas as vezes que os bichinhos aparecem, são protagonistas de dezenas de selfies.

A partir desta terça (1º), quem deve ganhar as redes sociais são as 85 obras de elefantes filhotes expostas em pontos de vias como Avenida Paulista, Avenida Brigadeiro Faria Lima e Beco do Batman.

Escultura de Rodrigo Falco: na Avenida Paulista, 1294 Divulgação/Veja SP

Pintadas por artistas a exemplo de Binho Ribeiro, Antonio Peticov, Rodrigo Falco e Mauro Martins, as esculturas integram a Elephant Parade 2017, que celebra seu 10º aniversário em São Paulo. Os elefantinhos ficam pela cidade até 31 de agosto.

A obra O Maior Coração do Mundo: na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2277 Divulgação/Veja SP

Além da fofura, a ideia é chamar atenção para a caça ilegal de elefantes: a cada quinze minutos, um exemplar da espécie é morto para o comércio de marfim no mundo.

Sendo assim, ao final do evento, cinco obras serão leiloadas e parte da renda irá para o Santuário de Elefantes Brasil, que trabalha no resgate de elefantes na América do Sul.

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