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Renata Vasconcellos colabora para soltar refém nos estúdios Globo

Homem invadiu os estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, com uma faca

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 10 jun 2020, 17h32 - Publicado em 10 jun 2020, 16h55

Os funcionários da TV Globo enfrentaram momentos de tensão nesta quarta-feira (10), após um homem invadir os estúdios no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O suspeito fez a repórter Marina Araújo de refém e pedia para encontrar Renata Vasconcellos, que celebra seu aniversário hoje. Após o controle da situação, a emissora divulgou um comunicado falando sobre a importância da apresentadora do Jornal Nacional para resolver a questão: “Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem”, diz a mensagem.

Renata Vasconcellos: apresentadora do JN aparece nos estúdios da TV Globo após orientação da PM Reprodução/TV Globo/Veja SP

“A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos”, diz o comunicado. Orientada pelo coronel Heitor Henrique Pereira, comandante do 23º batalhão da corporação, a jornalista compareceu ao local onde Mariana estava com o invasor. “Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente”.

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“Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção”, finaliza a nota. Confira:

Na tarde desta quarta-feira, um homem invadiu a sede da TV Globo, no Jardim Botânico, portando uma faca. Ele fez a repórter Marina Araújo refém. A segurança da Globo rapidamente agiu, isolou o local e chamou a PM. O comandante do 23° batalhão da corporação, coronel Heitor Henrique Pereira, compareceu à emissora e conduziu a negociação. O homem, que ameaçava a jornalista, liberou a repórter após alguns minutos. Marina e todos os funcionários que estavam no local não se feriram e passam bem. A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos. Seguindo instruções do comandante Heitor, Renata compareceu ao local onde estava Marina e o invasor. Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente. A TV Globo agradece à PM, ao coronel Heitor e a todos os policiais, cuja condução foi exemplar. Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção”

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