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Doria rebate Carla Zambelli: “Deputada que prefere engraxar botas dos militares”

O governador enviou uma mensagem à deputada federal na coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (10) no Palácio dos Bandeirantes

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 10 jun 2020, 13h23 - Publicado em 10 jun 2020, 13h21

João Doria (PSDB) aproveitou a coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (10) no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital paulista, para enviar uma mensagem à deputada federal Carla Zambelli (PSL). “Antes de falar da nova quarentena, quero aqui transmitir uma mensagem com a minha voz, a minha imagem, presencialmente, para a deputada federal Carla Zambelli, eleita pelo estado de São Paulo”, começou o governador.

“A deputada Carla Zambelli prefere cumprir o papel de Mãe Dináh ao invés cumprir o seu papel de parlamentar. Ela trata a Polícia Federal como polícia privada. A deputada Zambelli não tem cargo e nem mandato na Polícia Federal, muito menos para ser porta-voz da polícia ou antecipar atos, em qualquer lugar, seja em São Paulo ou qualquer outra parte do Brasil. E se ela estiver exercendo ilegalmente essa função, estamos falando de uma polícia política”, disse o tucano na coletiva à imprensa.

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“Quero registrar mais uma vez, deputada Carla Zambelli e a todos que precisam ouvir essa mensagem: São Paulo tem todas as suas ações fiscalizadas pelos órgãos fiscalizadores, e que tem competência para realizar fiscalização das contas públicas. Ouvidoria, Ministério Público, Tribunal de Contas e Tribunal de Justiça. São Paulo não precisa de vitrola parlamentar ideológica e nem de uma deputada que prefere engraxar as botas dos militares, especialmente de seu chefe, o presidente da República. São Paulo pauta as suas ações pela transparência e este é um governo que não deve e, portanto, não teme”, finalizou Doria. Assista: 

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No Twitter, Zambelli apontou que a Polícia Federal passaria a investigar governadores na compra irregular de equipamentos no combate à Covid-19. “Mãe Zambelli acerta mais uma vez. Prevejo ações da PF em outros estados, como São Paulo, por exemplo”. Confira: 

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