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Homem invade estúdios da Globo e faz repórter de refém nesta quarta (10)

O suspeito carregava uma faca e pedia para encontrar Renata Vasconcellos, apresentadora do "Jornal Nacional"

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 10 jun 2020, 17h23 - Publicado em 10 jun 2020, 16h00

Os funcionários da TV Globo enfrentaram uma situação tensa na tarde desta quarta-feira (10). Um homem invadiu os estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e fez a repórter Marina Araújo de refém. O suspeito carregava uma faca e pedia para encontrar Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional — a âncora celebra seus 48 anos de vida hoje.

As negociações teriam sido iniciadas Ali Kamel, Diretor Geral de Jornalismo da Rede Globo. A polícia foi acionada e o suspeito foi neutralizado e preso pelas autoridades. Ele ainda não foi identificado. Marina foi liberada após o caso. De acordo com informações do Metróples, o suspeitou largou a faca ao ver Renata nos estúdios: “A Renata apareceu e o cara soltou a faca, como combinado. Foi preso. Largou a faca e levantiu a blusa”, disse a fonte.

Após a repercussão do caso, a TV Globo enviou a seguinte nota:

Na tarde desta quarta-feira, um homem invadiu a sede da TV Globo, no Jardim Botânico, portando uma faca. Ele fez a repórter Marina Araújo refém. A segurança da Globo rapidamente agiu, isolou o local e chamou a PM. O comandante do 23° batalhão da corporação, coronel Heitor Henrique Pereira, compareceu à emissora e conduziu a negociação. O homem, que ameaçava a jornalista, liberou a repórter após alguns minutos. Marina e todos os funcionários que estavam no local não se feriram e passam bem. A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos. Seguindo instruções do comandante Heitor, Renata compareceu ao local onde estava Marina e o invasor. Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente. A TV Globo agradece à PM, ao coronel Heitor e a todos os policiais, cuja condução foi exemplar. Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção

A reportagem de VEJA São Paulo entrou em contato com a assessoria da Rede Globo sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria não teve uma resposta da emissora.

Marina Araújo tem experiência em diversas áreas na emissora. Ela já trabalhou na cobertura de esportes, bem-estar, economia e política — além de particpar na apuração de reportagens no estado do Rio de Janeiro.

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