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Restaurantes, academias, museus e salões podem abrir a partir de sábado

Com fase de ‘transição’, governo permite o funcionamento de serviços com 25% de capacidade; veja regras

Por Redação VEJA São Paulo 23 abr 2021, 14h54

O vice-governador Rodrigo Garcia reiterou nesta sexta-feira (23) a redução das restrições para o estado anunciada pelo governo no dia 16. A nova fase, entre as fases vermelha e laranja do Plano São Paulo e chamada etapa de ‘transição’, apresenta maior flexibilidade em diversos setores da economia. Alguns deles, como shoppings e igrejas, já estavam com autorização para funcionar desde o dia 18. Segundo o governo, tudo isso só foi possível pela diminuição nos números da pandemia em São Paulo em decorrência da fase emergencial. As novas regras têm validade até o dia 30 de abril.

“Pela primeira vez, depois de dois meses de alta, o estado de São Paulo apresenta queda de 23% no número de óbitos por Covid-19. Graças ao avanço da vacinação, às medidas restritivas do Plano São Paulo e ao apoio da população às nossas medidas, o estado está colhendo resultados desse esforço coletivo”, afirmou o vice-governador.

Com a nova medida, parques e praias podem reabrir, mas o toque de recolher permanece das 20h às 5h. O setor de serviços, como restaurantes e salões de beleza, podem retomar as atividades presenciais, com o horário das 11h às 19h, com capacidade máxima de 25%. Bares e padarias só podem funcionar na modalidade restaurante, com exceção da última, que também segue modelo de supermercado para entregas. Atividades culturais, como museus, seguem a mesma regra dos serviços. O teletrabalho de serviços administrativos é obrigatório.

As academias também retomam as atividades no dia 24, mas em duas faixas de horário, das 7h às 11h e das 15h às 19h, com capacidade de 25%. As escolas, que já haviam recebido permissão para voltar às atividades presenciais com o fim da fase emergencial e contam com protestos de professores, continuam com a capacidade máxima permitida de 35%.

O secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn, detalhou os dados da pandemia em São Paulo e destacou a queda dos índices. “Hoje, estamos com 81,1% de taxa de ocupação em leitos de UTI no estado e 79,2% na grande São Paulo. No dia 1º de abril tínhamos 92,3% de ocupação nas UTIs e 13 120 pacientes internados, agora, esse número é de 10 808. Pela primeira vez em dois meses temos uma redução nos três índices: casos, internações e óbitos. Nos casos, tivemos uma queda de 14%, internações a queda foi de 6%, e de óbitos de 23%. É importante lembrar que já vínhamos apresentando uma queda nas internações nas últimas quatro semanas, mas esta é a primeira vez que a queda nos óbitos acontece, e esse índice é sempre o último a cair”, disse.

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