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Parque da Água Branca substitui bebedouros originais de 1929

A obra provoca controvérsia entre parte dos frequentadores, que alega que a mudança descaracteriza aspectos da história de 90 anos do parque

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 9 fev 2018, 19h17 - Publicado em 9 fev 2018, 18h58

Instalados no Parque da Água Branca no período de sua inauguração, em 1929, os bebedouros em formato de cabeça de leão começaram a ser substituídos. Segundo a Secretaria Estadual do Verde e do Meio Ambiente, a mudança foi feita para atender demandas de acessibilidade do local.

Dos oito bebedouros originais, dois serão demolidos e seis serão conservados – esses receberão novas torneiras para o uso dos visitantes. A finalização da mudança está prevista para a próxima sexta (16).

A obra provoca controvérsia entre parte dos frequentadores, que alega que a mudança descaracteriza aspectos da história de 90 anos do parque. A mudança foi autorizada pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico (Condephaat). Com o nome original de Doutor Fernando Costa, o parque é tombado como patrimônio histórico.

Em reunião realizada em novembro de 2017, foi aprovada uma obra que insere padrões de acessibilidade nos pontos onde há água para beber. Por meio de nota, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) informou que irá apurar se houve alguma irregularidade na execução.

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