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Jovem morre após explosão de churrasqueira no interior de São Paulo

Maurício Colombini, de 29 anos, tentava acender a grelha com álcool; ele foi socorrido às pressas e teve 80% do corpo queimado

Por Redação VEJA São Paulo 16 abr 2021, 15h58

O empresário Maurício Colombini, de 29 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (15) com 80% do corpo queimado devido a uma explosão de churrasqueira. O acidente aconteceu em uma fazenda em Eldorado, no interior de São Paulo, no último sábado (10). Após cinco dias internado, o jovem não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Ele estava internado no Hospital Geral Vila Penteado, na capital paulista, com queimaduras de 2º e 3º graus em 80% da superfície corporal. O caso foi registrado no 13º Distrito Policial de São Paulo como morte suspeita ou acidental.

De acordo com Weliton Bacil, funcionário público e amigo do empresário, Maurício estava em uma fazenda no bairro Batatal, junto com outros dois colegas, o acidente aconteceu quando a vítima tentou acender uma churrasqueira com álcool. No momento em que Colombini jogou a substância inflamável, houve uma explosão que o deixou gravemente ferido. “Eu sempre mandava ele ter cuidado. Ele levou álcool e foi acender, quando virou, tudo explodiu”, conta o amigo.

Logo após o acidente, os dois colegas que estavam no local ajudaram a resgatá-lo às pressas e a levá-lo a um hospital. Segundo a prefeitura, ele foi por conta própria até o Pronto Atendimento Municipal, onde recebeu os primeiros atendimentos. Em seguida, o jovem foi transferido em uma ambulância para o Hospital Regional Dr. Leopoldo Bevilacqua, em Pariquera-Açu. De acordo com Bacil, o amigo precisou passar por uma cirurgia de emergência na unidade antes de ser transferido para a capital. 

“Nenhum adeus é fácil de dizer, mas quando sabemos que a despedida é eterna, a dor torna-se insuportável. Você se foi, e de repente tudo na vida de seus familiares e amigos perdeu cor e alegria”, lamentou Bacil, nas redes sociais, em despedida ao amigo.

Segundo o funcionário público, Maurício era morador de Apiaí e natural de Campinas, onde foi velado e sepultado, com cerimônia foi restrita a familiares.

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