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Escolas de São Paulo poderão receber mais alunos a partir de agosto

Instituições de educação básica não precisarão mais limitar os estudantes de acordo com o número de matrículas

Por 16 jun 2021, 16h51 | Atualizado em 5 jun 2026, 06h58
Imagem mostra caixa de lápis de cor em primeiro plano e criança pintando desenho com lápis de cor ao fundo
 (Free Photos/ Pixabay/Divulgação)
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O governo de São Paulo afirmou que irá ampliar a retomada das aulas presenciais para a Educação Básica no estado durante o segundo semestre. O cálculo da porcentagem de alunos permitidos irá mudar: será considerado a capacidade estrutural das escolas e não mais as matrículas totais. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (16).

“Neste novo plano, a partir de agosto, cada escola deverá determinar a capacidade de acolhimento total de alunos de acordo com a sua realidade, desde que sejam respeitados todos os protocolos de prevenção, como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento mínimo de um metro entre os estudantes na sala de aula”, disse o governador do estado, João Doria. 

Em relação ao distanciamento, as novas regras determinam uma distância mínima menor, com 1 metro, em vez de 1,5 metro. As escolas terão liberdade para organizar seu planejamento considerando a sua comunidade. As aulas presenciais ainda não são obrigatórias. 

“Nós tomamos a decisão de que no mês de agosto ainda não será obrigatória a volta às aulas. A família ainda poderá no mês de agosto optar. Durante o mês de julho e até o início de agosto vamos estar discutindo e revendo”, disse o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares. 

A gestão estadual também adquiriu 3 milhões de testes de Covid-19 destinados para profissionais de educação e alunos. Eles serão aplicados em parceria com as secretarias municipais da Saúde principalmente em casos sintomáticos.

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Doria comentou na coletiva sobre a vacinação dos profissionais de educação básica no estado, que foi antecipada para a última sexta-feira (11) o público entre 18 a 44 anos. Anteriormente, esta parcela estava prevista para ser vacinada apenas entre os dias 21 e 31 de julho. “São Paulo foi o primeiro estado do Brasil a vacinar os profissionais de Educação e está empenhado em garantir um retorno seguro às aulas presenciais”.

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