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Crianças vivem há dias com corpos em putrefação dos pais mortos

Autoridades acreditam na hipótese de envenenamento; duas meninas, de sete e dois anos, estavam na casa no Itaim Paulista

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 29 set 2020, 14h16 - Publicado em 29 set 2020, 13h12

Iara Muniz Nascimento, atendente de 24 anos, e Jefferson Mariano dos Anjos, peixeiro de 27 anos, foram encontrados mortos na casa onde moravam por volta das 2h30 desta terça-feira (29), no Itaim Paulista. As filhas do casal, uma de sete anos (filha biológica da mulher) e outra de dois anos, estavam vivas na varanda da casa e foram encaminhadas ao Hospital Santa Marcelina, onde estão em observação, aos cuidados de familiares.

À VEJA São Paulo, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que o corpo do homem foi encontrado caído, em estado de putrefação, no chão da sala. O da mulher, também em estado de putrefação, foi encontrado na cama. A polícia acredita na hipótese de envenenamento, já que não foram encontradas marcas de agressão nos corpos. 

De acordo com a SSP, a Policia Militar (PM) foi acionada pelo irmão do peixeiro, que mora em outra casa no mesmo terreno. O parente, ao chegar de viagem, constatou a morte do casal. O órgão ainda disse que um líquido encontrado em uma garrafa e outros objetos que estavam na casa foram apreendidos e encaminhados para perícia. Também afirmou que foi solicitada perícia para o local.

Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como morte suspeita, pelo 50° DP (Itaim Paulista), que investiga os fatos.

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