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Cartas da edição 2541

A opinião do leitor

Por 4 ago 2017, 18h37 | Atualizado em 4 ago 2017, 18h37
CAPA EDIÇÃO 2541
 (Veja São Paulo/Veja SP)
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Igrejas high-tech

Em que pesem os tempos modernos, ainda sou da época em que se acendiam velas com fósforo (“Conexão divina”, 2 de agosto). Fiquei chocado ao ver o velário eletrônico funcionar após o depósito de moedas. Ruvin Ber José Singal

Na Itália, algumas igrejas também têm a luz ligada por um dispositivo especial. Mas, diferentemente do que ocorre no Brasil, onde ela é acionada por tablets, lá isso acontece quando uma moedinha é inserida em um equipamento. É algo inteligente e econômico: se não há ninguém no local, tudo fica apagado e o dinheiro ajuda a pagar a conta. Aline Bissoli, via Facebook

Nem todas as religiões usam a tecnologia pelo show, e sim porque a modernização é inevitável. No caso do pai de santo Alan Barbieri, o sacerdote de umbanda citado na reportagem, isso é positivo. Por meio do seu canal no YouTube, ele atinge milhares de pessoas, desmistificando uma religião tão atacada. Ana Luiza Fontenelle, via Facebook

Ex-MasterChefs

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Raul Lemos é um cara exemplar (“Realidade lucrativa”, 2 de agosto). Além de ser um masterchef incrível, faz um trabalho social bacana na ONG Casa do Zezinho. Carmela Borst, via Facebook

Moradores de rua 

Bela iniciativa a da prefeitura de empregar a população sem teto (“Uma nova chance”, 2 de agosto). Grande parte dessas pessoas só precisa de uma oportunidade para crescer e se reerguer na vida. Wells Silva Souza, via Facebook

Mário Viana

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Ensino língua portuguesa a crianças e adolescentes chineses ou descendentes (“Mundo, vasto mundo”, 2 de agosto). Eles não têm ideia de onde ficam a França, a Grécia etc. Só sabem onde estão a China e o Brasil. Nesse caso, os mapas me ajudam muito. Elza Gabaldi

Sou alucinada por globos e atlas. Já decorei o quarto do meu filho com um painel do mapa-múndi. Internet nenhuma me tira o prazer de folhear páginas de geografia. Adriana Saade

CORREÇÃO: o cachê da banda Nervosa fica em torno de 5 000 reais, e não 1 500 reais (“Damas do thrash metal”, 2 de agosto)

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