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De olho nos vices: quem são e o que pensam os oito principais candidatos

Eles não precisam ser decorativos e devem estar prontos para assumir a prefeitura — como aconteceu três vezes nos últimos vinte anos

Por Sérgio Quintella Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
2 out 2020, 00h48 • Atualizado em 27 Maio 2024, 17h28
Os oito principais candidatos à vice-prefeitura de São Paulo (Alexandre Battibugli/Veja SP)
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  • Na maioria das vezes, durante uma campanha, o candidato a vice fica ali, meio enjeitado no canto, com um sorriso amarelo tentando imitar o do chefe. Na hora da ensaiada e manjada foto para o pastel ou o cafezinho quente no boteco da periferia, ele (ou ela) até está por perto, mas a careta que sai no retrato é sempre a do ator principal. A história recente da cidade, no entanto, não nos permite ignorar os candidatos a vice-prefeito.

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    Desde a redemocratização, em três ocasiões o suplente assumiu o controle da metrópole. Em 2000, no fim da gestão de Celso Pitta, Régis de Oliveira pulou para a cadeira de prefeito após o titular ser afastado pela Justiça. A medida acabaria revertida após dezenove dias. Seis anos depois, Gilberto Kassab mudou de status administrativo (e político) ao herdar o posto de José Serra, que renunciou à gestão municipal para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes. Pelo mesmo motivo, em 2018, João Doria cedeu o lugar a seu substituto. A partir daí, Bruno Covas, neto do ex-governador Mário Covas, que faleceu em 2001 e deixou o então desconhecido Geraldo Alckmin comandar o estado, trabalha para se reeleger e construir sua trajetória no Poder Executivo.

    Além de substituir o titular, o vice pode atuar em alguma secretaria ou na articulação. “Os candidatos competitivos cuidam de ter um vice que tenha o que falar, que traga algum tipo de experiência”, afirma o cientista político Marco Antonio Teixeira, da Fundação Getulio Vargas. A Vejinha entrevistou os principais candidatos a vice-prefeito. Confira nos links abaixo o que eles têm a dizer.

    Adelaide de Oliveira: Acionada por débito no IPTU, ela quer simplificar tributo

    Adelaide de Oliveira
    Adelaide de Oliveira (Patriota), vice de Arthur do Val (Alexandre Battibugli/Veja SP)

    A candidata também falou sobre a posição de Arthur do Val, de quem é vice, em relação às ações do padre Julio Lancellotti

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    Antonio Neto: Precisamos de um bom prefeito, não de um GPS

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    Antônio Neto (PDT), vice de Márcio França (PSB): “não queremos promessas milagrosas” (Alexandre Battibugli/Veja SP)

    Fala é relacionada ao fato de Márcio França (PSB) não ser de São Paulo

    Carlos Zarattini: “Creio que vamos ultrapassar o Boulos”

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    Carlos Zarattini: candidato a vice fala sobre o PT, distanciamento da periferia e competição com Boulos (Alexandre Battibugli/Veja SP)
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    O vice de Jilmar Tatto (PT) diz que o partido vai precisar demonstrar viabilidade política para vencer o PSOL nas eleições municipais

    Ivan Leão: “Fui vítima de extorsão milhares de vezes”

    Ivan Sayeg
    Ivan Sayeg (PSL), vice de Joice Hasselmann (PSL): “sou de uma geração que tinha a expectativa de ver a cidade evoluir, mas ela acabou se degradando”. (Alexandre Battibugli/Veja SP)

    Vice da candidata Joice Hasselmann (PSL) tem firma de regularização imobiliária e diz que nunca pagou propina para passar projeto

    Luiza Erundina: “Quanto à periferia, Haddad não foi atencioso”

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    Erundina capa
    (Eduardo Anizelli/ Folhapress/Veja SP)

    Vice na campanha à prefeitura de Guilherme Boulos, do PSOL, a ex-prefeita afirma que, por enquanto, só participará virtualmente

    Marcos da Costa: “Hoje Russomanno certamente está mais maduro”

    Marcos da Costa capa
    (Alexandre Battibugli/Veja SP)

    O Vice do candidato do Republicanos acredita que houve reflexão sobre o insucesso nas eleições anteriores

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    Marta Costa: Evangélica, ela defendeu abertura de igrejas na quarentena

    Marta Costa, apoiada em um corrimão dourado, com uma roupa branca e sorrindo para a câmera
    (Alexandre Battibugli/Veja SP)

    A vice de Andrea Matarazzo não tem pretensão de assumir alguma secretaria em uma futura gestão, mas quer ajudar na área social

    Ricardo Nunes: “Ganhei muitos inimigos”, diz sobre CPI da Sonegação”

    Prefeito Ricardo Nunes, que assume a gestão da cidade
    (Alexandre Battibugli/Veja SP)
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    Vice de Bruno Covas (PSDB) é investigado pelo Ministério Público por um suposto favorecimento a uma ONG da qual fez parte

    Publicado em VEJA SÃO PAULO de 7 de outubro de 2020, edição nº 2707.  

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