Chef Mariana Fonseca adia os planos de abrir o quinto restaurante

Ela enfrentou problemas de custo maiores do que o esperado na reforma de imóvel

O sonho de inaugurar o quinto restaurante precisou ser adiado. A chef Mariana Fonseca, 38, passou o ponto que mantinha na Rua Barão de Capanema, nos Jardins, no início do mês. Era no número 320 que abriria o Café Mediterranée, de culinária mediterrânea. Ela ocupou o imóvel por cerca de três anos e investia em uma repaginada no visual. Moradores da região queixam-se de que o problema teria sido a coifa, que espalhava um cheiro de gordura no entorno.

A chef nega. “A cozinha está pronta, mas nenhum aparelho chegou a ser usado. Eu jamais compraria briga com vizinhos, que são clientes em potencial”, rebate. Ela garante que o motivo da decisão foi a demora na reforma. “As obras atrasaram muito mais do que se previa. Como isso pesou no orçamento, acabou inviabilizando o negócio”, explica Mariana, que comanda o premiado Kouzina mais o Myk e o Fotiá, todos gregos, além do novíssimo Vulcano, o único italiano de seu “cardápio”.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 24 de julho de 2019, edição nº 2644.

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