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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

MasterChef Profissionais 2: repescagem e prato asiático

Três provas complicam a vida de quem quer retornar ao reality e eliminação tem receita oriental

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 28 out 2017, 11h37 - Publicado em 17 out 2017, 20h46

Na semana passada, os candidatos ao troféu de MasterChef Profissional tiveram de enfrentar um dos maiores especialistas em peixe do país: o sushiman Jun Sakamoto. Ele presidiu a prova de pescados.

O teste em equipes, dividido em quatro etapas, consistia em porcionar e preparar três peixes: linguado, sapo e salmão. Levou a melhor o trio formado por Francisco, Clécio e Irina. Do mezanino, puderam assistir à eliminação da Angélica, que se deu mal na prova com temperos.

Trio de jurados: na decisão de quem volta à disputa Carlos Reinis/Band/Divulgação

O programa desta noite começa com a repescagem, coisa inédita no caso dos profissionais. Oito eliminados voltam ao estúdio para se submeter aos jurados Paola Carosella (Arturito e La Guapa Empanadas), Erick Jacquin (Tartar & Co e Le Bife) e Henrique Fogaça (Sal GastronomiaJamileAdmiral’s Place e Cão Véio).

Para criar ritmo e prender a atenção do espectador, a prova inicial será em três etapas. Na primeira delas, o ingrediente obrigatório é o foie gras, que deve ficar pronto em apenas 20 minutos. Na ânsia da busca pela originalidade, surgem combinações desastrosas e há até quem sirva o fígado gordo de pato cru. Dos oito que estão cavando uma vaga, três são despachados.

Paola: inspeção na receita de Mirna Carlos Reinis/Band/Divulgação

Na sequência, a matéria-prima obrigatória é o filé-mignon. Como perceberam na primeira temporada que os profissionais precisam de menos tempo que os amadores, nesta edição há uma pressão em reduzir ao máximo número de minutos, mais uma vez mantidos em 20. É o que acaba atormentando alguns cozinheiros e três deles se despedem.

Para fechar, a batalha final é 10 minutos mais longa, mas também mais complexa. É uma prova livre, que garante a vaga a apenas um vitorioso. Há quem se arrisque muito com resultados que deixam os jurados boquiabertos.

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Decidido quem retorna, tem início a eliminatória. A bateria se volta a clássicos orientais. São três receitas asiáticas: frango tikka massala indiano, o manjado frango xadrez, da China, e uma receita da Tailândia, o pad thai.

É justamente o pad thai que é sorteado, para desespero de alguns competidores que nunca foram apresentados à receita encontrada em toda esquina de Bangcoc. Terão de se basear nos ensinamentos passados por Fogaça e Paola.

Isso me faz lembrar um fato curioso de anos atrás, quando fiz uma capa de Natal com grandes chefs, entre eles Paola. Ela tinha acabado de voltar de uma viagem à Tailândia e me mostrou, entusiasmada, uma série de fotos que tinha em seu iPad. Ou seja, ela sabe exatamente o que está falando e julgando.

Resultado: quatro dos pratos são considerados muito bons e dois ruins. É um dos autores do “pad nada thai” que deixa a competição hoje.

Conheça os participantes:

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