Clique e assine por apenas 6,90/mês
Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 28 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Imakay é o novo restaurante peruano da cidade; leia a minha crítica

Aberta em abril, a casa tem ceviches, sushis e outras receitas do país andino

Por Arnaldo Lorençato - Atualizado em 2 ago 2019, 15h22 - Publicado em 2 ago 2019, 06h00

Projetada pelo ceviche, seu prato-símbolo, a culinária peruana ainda é tímida em restaurantes típicos na capital. A exceção é a rede Rinconcito Peruano, de apelo popular. Felizmente, o segmento acaba de ganhar um bom representante no Itaim Bibi.

Aberto em abril, o Imakay tem sua cozinha confiada a dois jovens promissores. O costa-riquenho Luís Eduardo Mora cuida dos pratos quentes, enquanto David Rodrigues manda bem nos sushis.

Vieiras canadenses na grelha: fumaça de nitrogênio líquido Ricardo D'Angelo/Veja SP

Na linha espetaculosa, com direito a nitrogênio líquido que faz muita fumaça mas não tem serventia à ótima preparação, Mora grelha levemente vieiras canadenses e as rega em molho de mel e azeite para oferecê-las com crocante de quinoa (R$ 27,00).

Ceviche clássico: com caldo de peixe japonês Ricardo D'Angelo/Divulgação

Não falta o ceviche clássico de peixe branco (R$ 30,00), que pode ser o robalo, em bela apresentação. Embora picante e com agradável leite de tigre diluído em dashi, o caldo de peixe japonês, poderia ser menos comedido na quantidade de coentro, em especial para quem aprecia a hortaliça como eu.

Continua após a publicidade
Sushis de atum e de carne de wagyu: arroz escuro pelo uso de vinagre envelhecido Ricardo D'Angelo/Veja SP

Do balcão de Rodrigues, chega o sushi nikkei, típico do Peru, de atum selado ao molho de pimenta ají panca mais ovas amarelas de tobikô no arroz escuro pelo uso de vinagre envelhecido. Custa R$ 26,00 o par.

Outra dupla que merece ser provada é a versão a lo pobre (R$ 38,00). Nesse caso, de pobre o bolinho não tem nada. Leva uma fatia suavemente selada da cara carne de gado wagyu, uma gema de ovo de codorna e flor de sal, além de um toque de pimenta togarashi.

Assada com o queijo, a cheesecake de matchá (R$ 25,00) põe o ponto final.

Avaliação: BOM (três estrelas)

Continua após a publicidade

Confira o cardápio:

Divulgação/Divulgação

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade

Valeu pela visita! Para me seguir nas redes sociais, é só clicar em:
Facebook: Arnaldo Lorençato
Instagram: @alorencato
Twitter: @alorencato

Para enviar um email, escreva para arnaldo.lorencato@abril.com.br

Caderno de receitas:
+ Fettuccine alfredo como se faz em Roma
+ O tiramisu original
+ O melhor petit gâteau do Brasil

E para não perder as notícias mais quentes que rolam sobre São Paulo, assine a newsletter da Vejinha

Publicidade