Cidade

Um protesto por dia, quem aguenta?

Manifestações ocuparam a capital durante a semana, tumultuando ainda mais a vida do paulistano e assustando os moradores com cenas de batalha nas ruas

Por: João Batista Jr. e Juliana Deodoro [colaboraram Daniel Bergamasco, Nathalia Zaccaro, Mariana Barros e Júlia Gouveia]

Do ponto de vista da mobilidade urbana, a cidade de São Paulo pode ser comparada hoje a uma paciente permanentemente à beira de um infarto. Com as artérias entupidas pelo fluxo de 3,8 milhões de carros que circulam por aqui todos os dias (a frota total é estimada em 7,5 milhões de automóveis), a metrópole passa mal sempre que nela ocorre algum evento inesperado — de um caminhão quebrado nas marginais a uma chuva na hora do rush. Nessa situação delicadíssima, distúrbios mais fortes costumam provocar colapsos nesse organismo. Foi o que se viu nos últimos dias com as seguidas manifestações nas ruas, a maior parte delas promovida pelo grupo Movimento Passe Livre (MPL). Essa organização, que reúne cerca de quarenta integrantes, provocou doses de barulho e de confusão inversamente proporcionais ao seu tamanho.

Sempre agendados em locais e horários para provocar desordem e transtornos, como no fim de tarde na Avenida Paulista, os protestos ocorridos nos dias 6, 7 e 11 começaram de forma pacífica (às 17 horas da quinta passada, 13, outro deles teve início às portas do Teatro Municipal, no centro). Camelôs garantiam o abastecimento de cervejas e refrigerantes, enquanto os presentes entoavam gritos de ordem em ritmo de funk. Simpatizantes, curiosos vindos de todos os cantos, militantes das alas mais radicais de partidos de esquerda como PSTU e PSOL, anarquistas, grupos estudantis, representantes de sindicatos, integrantes do movimento punk e rebeldes sem causa engrossavam as fileiras. Não bastasse infernizar a vida de quem nada tinha a ver com isso, além de provocar transtornos nos hospitais e outros serviços essenciais, o negócio desandou de vez quando vândalos entraram em confronto com a Polícia Militar. Nesses momentos, o clima festivo deu lugar a cenas de selvageria.

Manifestante quebra janela da Estação Trianon-Masp - Protestos - 2325
R$ 109 000, 00: é o custo de reposição de luminárias e vidros destruídos nas estações Brigadeiro, Trianon Masp e Vergueiro (Foto: JF Diorio/Estadão Conteúdo)

+ Tiros, bombas e truculência

+ A turma que carrega a bandeira irrealista do transporte de graça

+ A rotina sofrida dos paulistanos que enfrentam as manifestações

Manifestantes depredam cabine de observação da PM - Protestos - 2325
R$ 40 000,00: são as perdas da Associação Paulista Viva com a depredação de oito cabines de observação usadas pela PM (Foto: JF Diorio/Estadão Conteúdo)

No evento ocorrido no dia 6, por exemplo, arruaceiros que participavam da manifestação arremessaram pedaços de pedra e pau contra os soldados, bloquearam a Avenida Paulista, queimaram lixeiras e apedrejaram estações do Metrô. Os policiais reagiam com bombas de gás e balas de borracha. Clientes ficaram ilhados dentro do Shopping Pátio Paulista. Naquele dia, segundo a Polícia Militar, eram cerca de 100 PMs e 2 000 manifestantes. Quinze acabaram detidos sob suspeita de vandalismo.

O movimento ganhou adesão no dia seguinte, com o bloqueio de vias como a Avenida Brigadeiro Faria Lima e faixas da Marginal Pinheiros, culminando no terceiro maior congestionamento do ano, de 226 quilômetros. Na terça 11, ônibus foram incendiados e agências bancárias, depredadas. Guaritas de observação da Paulista, que pertencem à Associação Paulista Viva e são usadas por PMs, acabaram incendiadas ou depredadas, em um prejuízo total calculado em 40 000 reais. Houve dezenove detenções nesse dia, e dez ficaram presos sem possibilidade de fiança, devido à acusação de formação de quadrilha. Diante dos ânimos acirrados, foi aumentando o rigor da repressão dos protestos. Até a quinta passada, cerca de oitenta manifestantes acabaram feridos pelos policiais.

Ônibus depredado - protetos - 2325
164: é o número de ônibus que foram depredados e pichados, um prejuízo de cerca de R$ 170 000,00 (Foto: JF Diorio/Estadão Conteúdo)

Os membros do MPL mostraram-se surpresos e contrariados com o grau de violência verificado nas ruas. Mas jamais passou por sua cabeça interromper a agenda de manifestações. Muito pelo contrário: agora, enquanto a prefeitura não revir o aumento da passagem, ameaçam fazer uma por dia a partir da próxima semana. “Vimos nas ruas uma adesão ampla, mas o objetivo inicial, que era a questão do ônibus, saiu do controle”, discursa Lucas Oliveira, de 29 anos, professor de história formado pela USP. Alguns dos colegas até festejaram o trágico resultado.  

Trânsito e congestionamento - Protestos - 2325
177 quilômetros de congestionamento foram registrados na cidade às 19h de quinta (13) (Foto: JF Diorio/Estadão Conteúdo)

No Facebook, o estudante Matheus Preis, 19 anos, fazia troça com o resultado da primeira passeata em um anúncio para convocar a turba para a segunda manifestação, na Avenida Faria Lima, no dia 7: “Festa junina em São Paulo com fogueira, bomba, pipoco, tiro em pé de moleque, cadeia e muito mais”. Depois de concluir o ensino médio na Escola da Vila, colégio na Zona Oeste cuja mensalidade gira em torno de 2 150 reais, hoje Matheus frequenta aulas do 2o ano do curso de ciências sociais na USP. Nas andanças pela cidade, jura que não utiliza carro. “Não tenho sequer carteira de habilitação”, diz ele, que milita no MPL há dois anos. “Assim como a saúde e a educação, o transporte precisa ser gratuito”, acredita.

A brincadeira de comparar a balbúrdia com uma festa junina, explica ele, foi uma ironia para criticar a polícia. “Postei aquilo para mostrar que não vamos nos intimidar com a repressão”, afirma. Em um artigo publicado na Folha de S.Paulo na última quinta, 13, assinado por outros três porta-vozes do grupo, Nina Cappello Marcondes seguia uma linha semelhante. “As ações violentas da Polícia Militar, acirrando os ânimos e provocando os manifestantes, levaram os protestos a se transformar em uma revolta popular”, escreveu. Somando-se os protestos do MPL a outras manifestações realizadas nos últimos dias — tivemos da Marcha da Maconha ao protesto de grevistas da área da saúde —, ocorreram por aqui no período de uma semana seis atos públicos. Ou seja, uma média de quase um por dia.

A exemplo dos radicais das catracas, o pessoal que vai às ruas mira sempre nas artérias principais da cidade, para chamar atenção, causando a maior balbúrdia possível e prejudicando um incalculável número de cidadãos que não consome drogas, trabalha oito horas por dia, não desfruta de imunidade sindical, sofre com o trânsito e quer viver em paz, com segurança, tendo assegurado seu sagrado direito de ir e vir. 

A Avenida Paulista, de longe, é o alvo predileto. De janeiro até maio, ocorreram ali cerca de quarenta manifestações, segundo levantamento da CET. A situação obriga quem circula ou trabalha na região a fazer adaptações na rotina para não ser pego de surpresa. Os hospitais instalados nas redondezas enfrentam situações delicadas em dias de manifestações. Para minimizar os transtornos, HCor, Sírio- Libanês, Oswaldo Cruz e Nove de Julho contam com equipes extras de emergência. Parte do serviço é terceirizada à empresa Grupo Bem. Ele funciona por cerca de seis horas até a normalização do trânsito e implica gastos de 12 000 reais por dia — 25% a mais que em períodos normais.

Na área de segurança, os protestos exigem o acompanhamento de um efetivo que acaba sendo deslocado de outras regiões. Na última quinta, o número de policiais destacados chegou a 900. “São profissionais que, em situação normal, estariam cuidando do patrulhamento de rua”, diz Marcelo Pignatari, comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar. Além da dose de irresponsabilidade dos manifestantes e da ação dos que aproveitam essas ocasiões para criar confusão, outro fator preocupante relacionado ao fenômeno é a questão da impunidade. São raríssimos os casos de punição na Justiça aos baderneiros por prejuízos causados à cidade.

Não bastasse complicar a rotina de serviços essenciais, o que afeta por tabela um grande número de paulistanos, muitas pessoas que não têm nada a ver com as causas como a defesa da tarifa zero ou a liberação da maconha enfrentam enormes dores de cabeça durante os protestos. O comerciante José Gomes Abreu não esquece o momento, na última terça, 11, em que viu sua banca de jornal, que fica ao lado do Terminal Parque Dom Pedro II, aparecer no noticiário da televisão. “Ela estava cercada por policiais, com várias bombas explodindo ao redor”, lembra. “Depois me contaram que tentaram até derrubá-la.” Abreu, que já havia encerrado o expediente e estava em casa, só viu os estragos no dia seguinte: a estrutura estava toda pichada. “Estou nesse ponto há vinte anos, o local costuma receber diversos tipos de passeata, mas nunca vi algo com tamanha violência”, afirma. 

O estudante de direito Daniel Machado também viveu momentos de tensão. Quando voltava de carro da faculdade pela Rua Haddock Lobo, a via tinha sido bloqueada por ativistas na altura do cruzamento com a Avenida Paulista. “A princípio, eu estava tranquilo, pois apoio a causa”, conta. “No entanto, conforme os outros motoristas começaram a buzinar, alguns participantes encapuzados e com pedaços de pau nas mãos reagiram de maneira hostil, xingando quem estava preso no trânsito.” Com medo de um confronto iminente, Machado saiu do automóvel e passou a organizar a fila, com mais de nove veículos, para que todos saíssem de marcha a ré até a Rua Luís Coelho. “Acabei comandando uma operação de fuga”, brinca.

Moradora de um prédio na Rua da Consolação, Madalena Rodrigues da Silva testemunhou de sua janela a hora em que vândalos iniciaram a pichação da fachada do seu edifício. As paredes foram todas rabiscadas com os dizeres “3,20 é roubo” (o valor da tarifa de ônibus, após o reajuste, de 6,7% desde 2011, contra uma inflação no período de 16%) e símbolos anarquistas. “Eu me senti muito impotente, pois não havia nada que pudesse fazer para impedi-los”, diz. Segundo ela, o condomínio vai arcar com gastos de mais de 1 000 reais com a repintura. “Mas vamos esperar acabarem esses tumultos, porque não se sabe se eles ainda vão voltar”, afirma.

Enquanto o poder público não agir com mais rapidez e rigor, condenando os responsáveis pelos excessos com penas exemplares, gente como o jornaleiro Abreu e a funcionária de um salão de beleza Madalena vão continuar a pagar o pato pelos problemas causados pelos desordeiros — e a cidade não chegará a um ponto desejável de evolução, em que o direito das pessoas de ir às ruas para manifestar democraticamente sua opinião diante dos mais variados assuntos termina no momento em que afeta a vida, a segurança e a liberdade de todos os outros paulistanos. 

O SALDO DOS PROTESTOS DO MOVIMENTO PASSE LIVRE

Pessoas detidas: 94

Número de pessoas soltas: 70

Quantos pagaram fiança: o sindicato CSP-Conlutas arcou com 4 000 e o Movimento Passe Livre com 8 000 reais

Quantos permanecem presos: quinze pessoas (quatro delas podem pagar fiança, entre 3 000 e 20 000 reais; as outras onze são acusadas de formação de quadrilha ou incêndio, crimes inafiançáveis). Outras nove eram interrogadas na noite de quinta (13)

Quantos policiais feridos: oito

Quantos manifestantes feridos: cerca de oitenta, segundo o MPL

Lixeiras quebradas: 300

Efetivo da polícia: cerca de 900 homens

Números referentes às manifestações de quinta (6), sexta (7), terça (11) e quinta (13), divulgados até as 22h Fontes: Secretaria de Segurança Pública, Polícia Militar

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  • Pizzarias

    Veridiana - Higienópolis

    Rua Dona Veridiana, 661, Consolação

    Tel: (11) 3120 5050

    VejaSP
    9 avaliações

    A berinjela à parmigiana (R$ 34,00), frita em fatias e montada com generosa quantidade de molho de tomate bem concentrado, é um bom começo. Entre as coberturas, encontram-se pedidas como a parigi (mix de cogumelos shimeji, shiitake e paris mais azeitona verde e parmesão; R$ 77,00). Embora saborosa, a napoli in zucchini (abobrinha laminada no azeite, alho e hortelã ao molho de tomate com creme de ricota; R$ 72,00) agrada menos do que a anterior. Todos os endereços dispõem de adegas climatizadas e boa seleção de rótulos.

    Preços checados em 16 de maio de 2016.

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  • Espanhóis

    Arola Vintetres

    Alameda Santos, 1437, Cerqueira César

    6 avaliações
  • Pizzarias

    Pizza Bros - Higienópolis

    Praça Vilaboim, 55, Higienópolis

    3 avaliações
  • Refeição em bufê

    Ráscal - Shopping JK Iguatemi

    Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Vila Nova Conceição

    Tel: (11) 3152 6111

    VejaSP
    1 avaliação

    Fundada por Roberto Bielawski, a rede atingiu sua maturidade servindo pratos bem conhecidos do público fel. Além de saladas variadas, o bufê inclui pizzas repostas a toda a hora, mortadela com pistache, pastrami, palmito pupunha assado e o bom guacamole. A lasanha vegetariana está entre as opções sem erro de prato principal, assim como o ravióli de banana- -da-terra ao molho de manteiga e sálvia. Custa R$ 72,00 (segunda a sexta) e R$ 79,00 (sábado, domingo e feriados). Caso se combinem os itens do bufê com um grelhado, os preços variam de R$ 75,00 a R$ 83,00. Continua atraente a torta de maçã com chantili (R$ 21,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Eat Trattoria

    Avenida Doutor Cardoso De Melo, 1191, Vila Olímpia

    8 avaliações
  • Bar-restaurante

    Bar da Dona Onça

    Avenida Ipiranga, 200, Centro

    Tel: (11) 3257 2016

    VejaSP
    31 avaliações

    No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bares variados

    Rey Castro

    Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 181, Vila Nova Conceição

    Tel: (11) 3842 5279 ou (11) 3044 4383

    3 avaliações

    É uma das casas latinas mais agitadas da cidade. De quarta a sábado, a pista animada por banda e DJ abriga casais que rodopiam ao som de salsa, rumba e outras levadas calientes.

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  • Espanhóis

    Torero Valese

    Avenida Horácio Lafer, 638, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3168 7917

    VejaSP
    15 avaliações

    Um refúgio espanhol no burburinho do Itaim. Assim é o bar de Juliano Valese e, por isso, atrai tantos casais a fim de um tête-à--tête. No menu, há tapas, como a de queijo manchego com redução de jerez (R$ 33,90) e os anéis de lula (R$ 31,90). À paella marinera (R$ 76,90) somam-se opções um pouco menos óbvias, entre elas a fideuá de polvo, tomate e espuma de limão-siciliano (R$ 75,90). Quanto aos drinques, o negroni (R$ 28,00) ganha uma versão “de España”, com cava no lugar de gim — não tão boa quanto a original, mas funciona.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Brigadeiro Bistrô - Shopping Villa Lobos

    Avenida Das Nações Unidas, 4777, Jardim Universidade Pinheiros

    Sem avaliação
  • Apelidado de Nas Cabeças, o novo show da banda Piolhos possui um visual intimista e descontraído. Sem cenários, o colorido espetáculo de rock tem na cantora, compositora e líder do conjunto Solange Sá a base de tudo. Ela se desdobra para encenar diversos personagens, como o felino de O Gato Tião e o cachorro de Shake, o Chic!. Em alguns momentos, ela desce do palco para se juntar a um grupo de crianças que dança e se diverte na plateia. Acompanham Solange os talentosos músicos Alexandre Cueva (violão), Douglas Alonso (bateria), Tuco Freire (contrabaixo) e Norberto Vinhas (guitarras). Entre as animadas composições do repertório, fazem sucesso ainda Rock do Lixeiro e Sávio, o Adestrador, sobre um garoto que entende tudo a respeito dos dinossauros. A apresentação começa com a música tema do grupo, Rock do Piolho. Mas há mais que guitarras pesadas: em Moog Versus Eros, por exemplo, um r&b faz o público (inclusive os pais) balançar a cabeça. De 6/7/2013 a 20/7/2013.
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  • Como espelho da sociedade, o teatro precisa trazer à tona os temas atuais em discussão. Por isso é oportuno o argumento do drama Aos Nossos Filhos, escrito pela atriz carioca Laura Castro e dirigido por João das Neves. O debate sobre as barreiras enfrentadas por um casal de lésbicas que decide ter um filho move a montagem. Mas o atrativo é a presença da atriz e cantora portuguesa Maria de Medeiros como uma das protagonistas. Em um cenário feito de rolhas, mãe e filha (Maria e a autora) testam os limites de cada uma em uma noite que deveria ser especial. Vera lutou contra a ditadura, passou por três casamentos e anda apreensiva com a idade. Mais tranquila, a advogada Tânia vive há quinze anos com outra mulher e comunica a gravidez da parceira à mãe, disparando um conflito a respeito de valores. A dramaturgia não avança na mesma velocidade do interessante argumento. Laura, que se inspirou em sua história real, foi parcial ao abraçar demais o ponto de vista da personagem Tânia e pouco aprofunda as contradições de Vera. Depois de ser uma mãe ausente, ela tem preocupações excessivas com o futuro do neto. Por outro lado, a interpretação da carismática Maria de Medeiros tira proveito disso e consegue facilmente se sobrepor à de Laura Castro. Estreou em 7/6/2013. Até 1º/9/2013.
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  • Em sua terceira temporada, o drama O Longo Adeus marcou a estreia do ator Flavio Tolezani como diretor e merece ser visto. Escrito por Tennessee Williams em 1940, o texto foi pouco encenado no Brasil. Uma rara oportunidade se deu em uma montagem do Teatro de Arena dirigida por José Renato em 1953. A trama mostra um aspirante a escritor (interpretado por Conrado Sardinha) que reativa a memória afetiva na hora em que se despede do apartamento onde morou com a família. Em meio à mudança, ele relembra a mãe falecida (personagem de Thaia Perez) e a irmã leviana (papel de Natalia Gonsales). Enquanto isso, um amigo (o ator Daniel Volpi) tenta trazê-lo para a realidade. Tolezani buscou apoio em boas interpretações e efeitos simples que revelam a intenção de extrair teatralidade de muito pouco. Com Michel Waisman, Pepe Scrofft, Yuri Magalhães e Wandré Gouveia. Estreou em 10/5/2013. Até 11/12/2013.
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  • O dramaturgo, ator e diretor Paulo Palado adaptou o conto O Grande Viúvo, de Nelson Rodrigues, com uma inusitada proposta. Com cinco atores, três deles cegos, mais quatro músicos, a montagem Teatro Cego — O Grande Viúvo cumpre a promessa de inserir o espectador no universo dos deficientes visuais. Completamente no escuro, a encenação coloca as pessoas sentadas em meio ao elenco. A trama, adaptada da série A Vida Como Ela É, traz a história de um homem que comunica à família o desejo de ser enterrado junto da falecida. O drama é bem contado e interpretado, mas não passa de um pretexto para que o público seja contagiado pelas sensações. Com Sara Bentes, Sérgio Sá, Giovanna Maira, Manoel Lima e o diretor Paulo Palado. Estreou em 13/6/2012. Reestreia prometida para 9/8/2013.
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  • Dentro do projeto Mês da Cultura Independente, que completa dez anos, o compositor Jards Macalé faz duas apresentações experimentais no terraço do Edifício Martinelli. Ele põe novos arranjos em músicas como O Crime. As composições Vapor Barato e Hotel das Estrelas também estão no roteiro. Dia 21/9/2016.
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  • Quando surgiu à frente do grupo SNJ, nos anos 90, o rapper de Guarulhos diversificou a cena com seu jeito irreverente de rimar. Versador habilidoso, Sombra apresenta versões especiais do segundo registro-solo, Fantástico Mundo Popular, acompanhado de quarteto formado por Meno del Picchia (baixo), Max Sallum (bateria), Alen Alencar (guitarra) e Hugo Hori (sax). Sucessor de Sem Sombra de Dúvida (2008), o álbum produzido por Marcelo Cabral e Daniel Bozzio caminha sem tropeçar por ritmos do sertão e da Jamaica. Dia 5/12/2013.
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  • India Stoker (Mia Wasikowska, de Alice no País das Maravilhas) está arrasada. Além de ter perdido o pai num acidente de carro, essa jovem não tem nenhuma afinidade com a mãe, Evelyn (Nicole Kidman). Algo muda no cotidiano da dupla com a inesperada chegada de Charles (Matthew Goode). Irmão do falecido, o tio de India não a conhecia por ter viajado pelo mundo por muitos anos. Aos poucos, ele invade o cotidiano particular de mãe e filha. Enquanto se aproxima intimamente da cunhada, o charmoso personagem parece perceber que India tem dúvidas a respeito de sua docilidade. O suspense Segredos de Sangue é o primeiro longa-metragem em língua inglesa do sul-coreano Chan-wook Park (Oldboy). Embora a afetada atuação de Goode fique aquém do desejado, o longa-metragem mantém o estilo seco e tenso do realizador. Espere pela cereja do bolo: um desfecho-surpresa deve agradar à maioria. Estreou em 14/6/2013.
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  • Depois de seu marido pedir o divórcio, a advogada Diane (Catherine Keener) pega os dois filhos e vai passar uns dias com a mãe. Em Woodstock, centro da cultura hippie, a liberal Grace (Jane Fonda) é adepta de terapias alternativas, faz esculturas e possui um monte de amigos na linha “paz e amor”. A chegada dos parentes vai trazer tumultos e descobertas. Enquanto a jovem Zoe (Elizabeth Olsen) se engraça com um açougueiro (Chace Crawford), seu irmão caçula (papel de Nat Wolff) desenvolve seu lado de documentarista. Grace e Diane, mãe e filha de gênios opostos, vão tentar acertar os ponteiros após um hiato de duas décadas. Embora com roteiro previsível e engomadinho, a comédia tem sua simpatia, sobretudo pela presença da diva Jane Fonda, que agarra um bom papel aos 75 anos. Estreou em 14/6/2013.
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  • Especialista em autenticar obras de arte, Harry Deane (Colin Firth) está cansado de seu patrão, o execrável Lione Shahbandar (Alan Rickman). De tanto ser espezinhado por esse magnata das comunicações de Londres, Deane, em colaboração com um falsificador de telas (papel de Tom Courtenay), decide dar um golpe no chefe. De comum acordo com uma cowgirl texana (Cameron Diaz), ele vai comprovar que um falso Monet, vendido por ela, é verdadeiro. A dupla, porém, não contava com a esperteza do comprador. Refilmagem de Como Possuir Lissu (1966), a comédia não tem a graça de antes, mas, hábil nas trapalhadas do personagem, o charmoso Colin Firth se dá bem. Estreou em 14/6/2013.
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  • Crepúsculo dos Deuses, Quanto Mais Quente Melhor e O Pecado Mora ao Lado é um dos aperitivos da mostra Billy Wilder no CineSesc. Considerado um dos grandes gênios do cinema, o cineasta é homenageado com 26 títulos com cópias 35 mm restauradas e em DCP. De 21/6 a 4/72013. Confira a programação: Segunda, 1º de julho 14h - A Incrível Suzana (1942) 16h30 - Águia Solitária (1957) 19h - Amigos, Amigos, Negócios à Parte (1981) 21h30 - Pacto de Sangue (1944) Terça, 2 de julho 14h – A Valsa do Imperador (1948) 16h30 - A Mundana (1948) 19h - Inferno N. 17 (1953) 21h30 - Um Amor na Tarde (1957) Quarta, 3 de julho 14h - A Montanha dos Sete Abutres (1951) 16h30 - Irma La Douce (1963) 19h - Sabrina (1954) 21h30 - Beija-Me, Idiota (1964) Quinta, 4 de julho 14h - Farrapo Humano (1945) 16h30 - Semente do Mal (1934) 21h30 - Fedora (1978)
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  • Segue até 16 de dezembro, com entrada grátis, a mostra Clássicos e Raros do Nosso Cinema. A programação inclui dezesseis longas-metragens, entre eles clássicos da filmografia nacional, a exemplo de Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri. Uma das raridades é Capitu, adaptação de Dom Casmurro, de Machado de Assis, feita por Paulo César Saraceni, em 1968. A sessão ocorre na sexta (2/12), às 19h. De 24/11 a 16/12. Confira a programação: Quinta, 24 de novembro 20h – Frivolitá (1930), de Luiz Seel| Quando o Carnaval Chegar (1972), de Carlos Diegues Sexta, 25 de novembro 19h - Eternamente Pagú (1988), de Norma Bengell 21h - Tensão no Rio (1984), de Gustavo Dahl Sábado, 26 de novembro 16h - Vereda da Salvação (1965), Anselmo Duarte 18h - O Camelô da Rua Larga (1958), de Eurides Ramos Domingo, 27 de novembro 16h - Pensionato de Mulheres (1974), de Clery Cunha 18h - Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri 20h - Paixão na Praia (1970), de Alfredo Sternheim Quinta, 1º de dezembro 19h - Gamal, o Delírio do Sexo 21h - A Família do Barulho (1970), de Júlio Bressane Sexta, 2 de dezembro 19h - Capitu (1968), de Paulo César Saraceni 21h - O Menino e o Vento (1967), de Carlos Hugo Christensen Sábado, 3 de dezembro 18h - Frivolitá (1930), de Luiz Seel| Quando o Carnaval Chegar (1972), de Carlos Diegues 20h - Tensão no Rio (1984), de Gustavo Dahl Domingo, 4 de dezembro 16h - O Camelô da Rua Larga (1958), de Eurides Ramos 18h - O Cinema Falado (1986), de Caetano Veloso 20h - Cuba Novembro (1981), de Lauro Escorel, Mair Tavares, Miguel Faria Jr., Ruy C. Solberg| Noticiero ICAIC 1153, 856 (1978), de Santiago Alvarez Quinta, 8 de dezembro 19h - O Cinema Falado (1986), de Caetano Veloso 21h - Vereda da Salvação (1965), Anselmo Duarte Sexta, 9 de dezembro 19h - Paixão na Praia (1970), de Alfredo Sternheim 21h - Eternamente Pagú (1988), de Norma Bengell Sábado, 10 de dezembro 18h - Os Mendigos (1963), de Flávio Migliaccio 20h - Gamal, o Delírio do Sexo 17h - Capitu (1968), de Paulo César Saraceni Domingo, 11 de dezembro 16h - Sem essa, Aranha (1970), de Rogério Sganzerla 18h - Tristezas não Pagam Dívidas (1949), José Carlos Burle 19h30 – Revezes... (1927), de Chagas Ribeiro 17h - O Menino e o Vento (1967), de Carlos Hugo Christensen 19h - Pensionato de Mulheres (1974), de Clery Cunha Quinta, 15 de dezembro 17h - Os Mendigos (1963), de Flávio Migliaccio 19h - Sem essa, Aranha (1970), de Rogério Sganzerla 21h - A Família do Barulho (1970), de Júlio Bressane Sexta, 16 de dezembro 18h - Tristezas não Pagam Dívidas (1949), José Carlos Burle 19h30 - Revezes... (1927), de Chagas Ribeiro
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  • O CineSesc e o Centro Cultural Banco do Brasil apresentam a partir de quarta (15), a nova edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo. Até o dia 22 serão exibidos longas-metragens recentes e inéditos na cidade, além de uma sessão especial com coproduções latino-americanas e o debate com o diretor convidado, Pierre Maillard, do longa Do Outro Lado do Mar. De 15 a 26/6/2016. Confira a programação: Quarta, 15 de junho CineSesc 20h30 - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Tinou (2016), de Res Balzli 19h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher Quinta, 16 de junho CineSesc 17h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher 19h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 21h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil | O Bloco (2015), de Nadine Boller Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Lina (2015), de Michael 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Sexta, 17 de junho CineSesc 12h - Tinou (2016), de Res Balzli 17h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 19h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul 21h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan | O Pasto 2015), de Jela Hasler Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Sessão de Curtas (103') 19h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide Sábado, 18 de junho CineSesc 12h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski 17h - Lina (2015), de Michael 19h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide 21h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard | Dada (2016), de Anka Schmid Centro Cultural Banco do Brasil 15h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil Domingo, 19 de junho CineSesc 17h - Tinou (2016), de Res Balzli 19h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil 21h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón | Moriom (2015), de Francesca Scalisi e Mark Olexa Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 17h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Segunda, 20 de junho CineSesc 17h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 19h - Lina (2015), de Michael 21h - Virgem Juramentada (2015), de Laura Bispuri | Quase Documentário (2016), de Marco Arrigoni Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan 19h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez Terça, 21 de junho CineSesc 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher - conversa com Cristiano Burlan e Sara Cereghetti após a sessão 21h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide | Intervalo (2015), de Aude Sublet Quarta, 22 de junho CineSesc 17h - Virgem Juramentada (2015), de Laura Bispuri 19h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan 21h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski | Rebobine (2015), de Frédéric Mermoud Centro Cultural Banco do Brasil 17h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 19h - Lina (2015), de Michael Quinta, 23 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 17h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide 19h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski Sexta, 24 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 17h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Sábado, 25 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - Tinou (2016), de Res Balzli Domingo, 26 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Sessão de Curtas (103') 17h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 19h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan
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  • Audrey Tautou ficou marcada por personagens simpáticas e samaritanas, como nos fofos O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001) e Uma Doce Mentira (2010). Por isso, sua atuação de poucos sorrisos é uma  das surpresas deste drama extraído do clássico Thérèse Desqueyroux, de François Mauriac (1885-1970). Audrey interpreta Therese Larroque. Na França rural de 1928, essa jovem ambiciosa deixa de lado os sentimentos e se casa por interesse com o irmão de sua melhor amiga, apenas para agregar as terras de ambas as famílias. Bernard Desqueyroux (Gilles Lellouche) mostra-se um marido correto e pai amoroso. Therese, no entanto, não dá a mínima para a filha e passa as horas fumando e lamentando-se da vida besta que escolheu. A solução para uma guinada vem de um medicamento tomado diariamente por Bernard. O realizador Claude Miller traz à  tona uma personagem singular - uma anti-heroína amarga e maquiavélica de quem o espectador  não sente compaixão. Levada por uma direção sóbria e elegante, a história capta os motivos que  transformaram Therese num poço de ressentimentos. Estreou em 05/04/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO