Saúde

As comoventes histórias de pacientes que moram em enfermarias e UTIs

A rotina, os dramas e as esperanças de oito pessoas que não podem deixar o hospital

Por: Angela Pinho - Atualizado em

paciente hospital
Thauan Nunes Fialho da Silva, internado desde 2009, com a mãe Maria das Graças (Foto: Lucas Lima)

Embora São Paulo tenha alguns dos mais conceituados centros de tratamento de saúde do país, os médicos daqui costumam seguir a mesma regra que vale para outras cidades: quanto menos tempo alguém ficar internado, melhor. Ainda assim, há duas situações em que não se pode dar alta ao paciente em um prazo muito curto. Na mais frequente delas, o doente precisa de supervisão 24 horas, aparelhos caros e tratamento longo, por causa do seu estado frágil de saúde. A outra é quando ele simplesmente não tem para onde ir depois de estar curado.

Há por aqui e nos arredores da capital alguns lugares especializados nesse tipo de atendimento, como o Auxiliar de Suzano (localizado no município homônimo, na região metropolitana). O Dom Pedro II, mantido pela Santa Casa de Misericórdia, foi projetado por Ramos de Azevedo e abriu as portas em 1911 no bairro do Jaçanã, na Zona Norte. Com capacidade para 500 internos, parece uma pequena cidade: tem capela, pracinha central e bancos com propaganda. Muitos ali já tiveram alta, mas vão ficando por falta de alternativa.

Em Mogi das Cruzes, a 63 quilômetros da capital, o hospital estadual Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti também recebe pacientes com esse perfil. Outros casos semelhantes encontram-se espalhados pelos demais hospitais das redes privada e pública. Conheça algumas dessas histórias comoventes:

+ Quarto em preto e branco

+ Namoro no jardim do hospital

+ O poliglota de Mogi

+ Doze anos na Santa Casa

+ O dia em que Gabi viu a lua

+ Em busca da família

+ A cura passo a passo

+ Os artistas do Hospital das Clínicas

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  • Mistérios da Cidade

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    Empresa cria kits criativos e entrega os presentes em até quatro horas em alguns bairros
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  • Memória Paulistana

    Aos 80 anos, Igreja de Moema quer se tornar santuário

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    Paróquia solicitou título à Cúria Metropolitana e espera aprovação para este ano
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  • Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos e empresários que são destaque na cidade
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  • Um dos maiores ícones da alta culinária paulistana, o restaurante italiano encerrou atividades em 27 de setembro depois de uma longa agonia
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  • Administração / Bairros

    Em uma semana, prefeitura tapou 48 dos cinquenta buracos grafitados

    Atualizado em: 11.Out.2013

    Ação de VEJA SÃO PAULO com artistas de rua continua: envie seu buraco por email o por redes sociais
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  • Ao criar a entidade Meninos do Morumbi, ele capacitou 14 000 pessoas e, alguns deles, se apresentaram para Madonna e Bill Clinton
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  • Filmes

    Mostra Internacional traz à cidade 377 filmes

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    Entre as produções estão longas-metragens premiados 
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  • Comportamento

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    A seção fala sobre a abertura de uma padaria pet na cidade
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  • Instituições internacionais da capital como Graded e Chapel mobilizam estudantes em atividades sociais
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  • Administração

    Cartões-postais são pichados após nova onda de protestos

    Atualizado em: 11.Out.2013

    O Masp foi a vítima mais recente e o Monumento às Bandeiras sofreu vandalismo duas vezes em menos de 24 horas
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  • Cada cidadão tem direito a retirar dez mudas de árvores e cinco exemplares de plantas menores, para decoração ou tempero
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  • As Boas Compras

    As Boas Compras: embalagens retrô

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    Confira dez utensílios para a sua cozinha inspirados no design de marcas
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  • Confira quatro modelos que representam a tendência
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    A era da escola inteligente

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    A tecnologia tem sido cada vez mais usada como ferramenta de ensino, mas traz importantes discussões
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  • Publicado na França em 1991 e há mais de uma década fora de catálogo no Brasil, o livro À Mesa com Proust (Sextante Artes, 192 páginas, R$ 59,90), de Anne Borrel e Jean-Bernard Naudin, acaba de voltar às prateleiras. Para marcar o relançamento, começa no sábado (12/10/2013) e estende-se até dezembro de 2013 um festival de cozinha francesa em quatro casas da cidade com curadoria da jornalista e escritora Alice Granato. Haverá as receitas favoritas do escritor Marcel Proust (1871-1922) reinterpretadas pelos restaurantes. No clássico La Casserole (Largo do Arouche n°346, centro, (11) 3331-6283), existe um menu completo por atraentes R$ 55,00, que inclui a salada de vagem com tartare de tomate de entrada. Chef do Rive Gauche Cuisine (Shopping Cidade Jardim, (11) 3758-2616), Marc Le Dantec prepara o pernil de cordeiro ao molho paloise com batata ao murro (R$ 72,00), versão do tradicional béarnaise feita com hortelã no lugar do estragão. No Le Marais Bistrot (Rua Jerônimo da Veiga n°30, Itaim Bibi, (11) 3071-4635), a sugestão é a lagosta com palmito pupunha e aspargo verde (R$ 75,00). O Le Repas (Rua Ferreira de Araújo n°450, Pinheiros (11) 2366-9882) encarrega-se da sobremesa, a bavaroise de café com chantili e raspas de chocolate (R$ 17,00).
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  • Em sua terceira edição, a Semana da Cozinha Regional Italiana reúne vinte restaurantes da capital de sábado (18) ao dia 25. A ideia é explorar receitas típicas de alguma parte do país da bota. Neste ano, o evento tem a participação de até nove chefs da Itália. João de Lima, do Aguzzo Cucina e Vino (Rua Simão Álvares, 325, Pinheiros, 3083-7363), recebe o italiano Giovanni Guarneri, do Don Camillo, localizado em Siracusa. Juntos, eles preparam receitas sicilianas. O penne alla norma, ao molho de tomate, berinjela e ricota, e a costeleta de cordeiro com batata ao alecrim são as opções de prato principal. O almoço, em três etapas, sai por R$ 59,00, e o jantar, em quatro tempos, por R$ 120,00. Vindo do estrelado Indaco, na cidadezinha de Lacco Ameno, Pasquale Palamaro dá expediente na Maremonti (Rua Padre João Manuel, 1160, Jardim Paulista, 3088-1160) ao lado de Rômulo Giponi. O cardápio, voltado para a região da Campânia (R$ 55,00 e R$ 95,00), inclui espaguete alla putanesca e maminha alla pizzaiola.
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  • Italianos

    Santovino Ristorante

    Alameda Lorena, 1821, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3061 9787

    5 avaliações
  • Bares variados

    Squat

    Alameda Itu, 1548, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3081 4317

    6 avaliações

    Desde a abertura, em 2009, o Squat adquiriu, aos poucos, clima de baladinha. A iluminação foi ficando mais rarefeita e as festas de música pop e indie rock passaram a dominar a programação. No térreo, as mesas e cadeiras deram lugar à pista de dança, onde o público no vigor dos 20 e poucos anos sacoleja ao som de Katy Perry, Britney Spears e Spice Girls. Os que preferem uma atmosfera mais tranquila descolam um lugar no mezanino, onde dá para provar os novos petiscos. São sugestões como o frango arigatô (R$ 32,00), com iscas de sobrecoxa empanadas e fritas. Elas agradam pelo sabor do tempero, uma marinada de shoyu, saquê, alho, gengibre e óleo de gergelim. Acompanha essa porção o molho à base de shoyu levemente picante. Outra inclusão recente, o burrito de chili (R$ 26,00) vem montado na tortilha de milho enrolada no recheio de fraldinha moída, feijão-vermelho e creme azedo. Para uma noite alegre, peça o mojito acrescido de maracujá (R$ 22,00), fresco e bem levinho.

     

    Preços checados em 26 de agosto de 2014.

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  • Cervejas especiais

    Coisa Boa

    Rua Pedroso Alvarenga, 909, Itaim Bibi

    2 avaliações
  • Onde provar boas versões de negroni

    Atualizado em: 11.Out.2013

    Conheça quatro bares que preparam o drinque
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  • Padarias

    Dona Deôla - Lapa

    Rua Pio XI, 1377, Alto De Pinheiros

    Tel: (11) 3022 5640

    VejaSP
    8 avaliações

    Suas seis unidades na capital montam um concorrido bufê de sopas durante a temporada de frio (R$ 39,50 por pessoa). Dê uma chance à canja: feita com frango desfiado, batata, cenoura e arroz, é tão reconfortante que parece caseira. Não há hora certa para tomar um expresso (R$ 4,50) ou vitamina de frutas (R$ 9,20) na companhia de pão de queijo na chapa com requeijão (R$ 6,80) — nas unidades do Alto da Lapa e Higienópolis, de funcionamento 24 horas, o cardápio vale madrugada adentro. Se a ideia for comprar quitutes para tomar o café da manhã em casa, há pão francês (R$ 14,30 o quilo), australiano (R$ 39,80) e até opções integrais que aparecem em revezamento.

    Preços checados em 6 de junho de 2016.

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  • Em 2012, a diretora Cristiane Paoli estreou a ótima Meu Pai É um Homem Pássaro. Ela retorna agora com a divertida Experiência, na qual é responsável também pelo roteiro. O espetáculo narra a história de três atores que assumem o papel de cientistas. Eles dão vida ao Dr. Alfred Gastão (Thiago Amaral), à Dra. Suzana Taboada (Fernanda Castello Branco) e ao Dr. Papillon de Albuquerque (Fabricio Licursi). Por engano, acabam entrando no laboratório do Dr. Crochik (Leonardo Crochik), um cientista de verdade. Incentivado pelo Dr. Crochik e pela plateia, o trio levanta questões sobre o universo, a vida e as leis naturais. Apesar do início um pouco confuso, a montagem passa a despertar o interesse da plateia ao narrar descobertas e as histórias de nomes importantes dessa área, como Isaac Newton. Sobressai o trabalho dos atores, que conseguem ensinar e fazer rir sem esforço. Completam a montagem intervenções audiovisuais caprichadas e um gerador de Van der Graaf, aquela bola eletrizada que deixa o cabelo do elenco em pé ao tocá-la. Estreou em 14/9/2013. Até 31/8/2014.
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  • Palhaços, mágicos e malabaristas são garantia de diversão
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  • Composta de 120 imagens clicadas de 1962 a 2010, Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP traça um panorama da produção fotográfica do último meio século, notadamente a partir da virada do modernismo para o contemporâneo. Sob curadoria de Helouise Costa, a mostra capta sobretudo o melhor que se praticou no gênero no Brasil nesse período, desde o realismo mágico celebrizado por Boris Kossoy na série Viagem pelo Fantástico, passando pela exploração do corpo humano por Claudia Andujar e Maureen Bisilliat até chegar à atual geração de Ding Musa e Edu Marin. Uma abordagem teatral e narrativa aparece nos trabalhos de Mario Cravo Neto (no ensaio O Fundo Neutro) e em The Deep Devotion of Veronique, do checo Jan Saudek. A alemã Candida Höfer prefere a austeridade para registrar o Palácio do Planalto, e Luiz Braga recorre a filtros noturnos em Nightvisions. A se lamentar apenas o núcleo mais experimental, representado por artistas poloneses dos anos 70, um tanto irregular. Até 27/7/2014.
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  • Os principais momentos da arte modernista no Brasil estão sintetizados em cinquenta obras do acervo da Pinacoteca. Um prato cheio para quem quer entender mais esse movimento. Isso porque, além dos diversos textos que contextualizam as peças e a vida dos artistas, a curadoria da mostra Arte no Brasil: uma História do Modernismo na Pinacoteca de São Paulo optou por dispor os trabalhos de um jeito que ficasse fácil ver quais eram os temas recorrentes e como esse estilo evoluiu. Em uma das paredes, por exemplo, há quatro quadros de casas de Volpi colocados lado a lado que evidenciam sua aproximação com o abstracionismo. Se no primeiro, Mogi das Cruzes, de 1935, as construções surgem bem caracterizadas, no último, Fachada IV, de 1960, restam apenas as formas geométricas. Ainda se pode observar a predileção de Di Cavalcanti por pintar mulheres sensuais, além da preocupação de Lasar Segall em retratar temas e personagens brasileiros, como em Bananal, de 1927. Também está lá Antropofagia, de Tarsila do Amaral, inspiração para Oswald de Andrade escrever o Manifesto Antropófago. Na segunda sala ficam telas mais técnicas de paisagens típicas de São Paulo, caso do Anhangabaú, da Freguesia do Ó e do Pico do Jaraguá, feitas nas décadas de 30 e 40. De 19/10/2013 a 27/12/2015.
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  • Nos últimos sete anos, Antunes Filho mergulhou em obras de Ariano Suassuna, Nelson Rodrigues e Lima Barreto. Com o drama Nossa Cidade, um dos maiores encenadores vivos e o Grupo Macunaíma recuperam o texto do americano Thornton Wilder (1897-1975), lançado em 1938. Sintetizada no cotidiano de duas famílias, a trama traz situações trágicas e cômicas envolvendo os moradores de um município no começo do século XX. No palco, disfarçado de sala de ensaios, o diretor foge de cenários ou adereços complexos e busca uma analogia com o imperialismo americano. Para isso, Antunes constrói uma bela encenação em que as palavras e as ações são priorizadas. O ator Leonardo Ventura representa o “diretor de cena”, que, preso a uma cadeira de rodas, narra e costura os fatos para o espectador. As atrizes Luiza Lemmertz e Naiene Sanchez, como Sra. Webb e Sra. Gibbs, respectivamente, alcançam bons momentos. No mais, o elenco é irregular, um problema recorrente nas recentes montagens de Antunes. Gui Martelli e Mateus Carrieri não comprometem na pele de Dr. Gibbs e Sr. Webb, mas ambos carecem de um peso dramático que os torne marcantes. O mesmo pode ser dito de Ediana Souza e Sheila Faermann. Falta à dupla uma técnica equivalente à relevância das personagens. Estreou em 5/10/2013. Até 12/7/2015.
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  • Variados

    Quatro peças para curtir durante a semana

    Atualizado em: 14.Out.2013

    Espetáculos em cartaz de segunda a quinta-feira
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  • Peças / Drama

    Três perguntas para Débora Falabella

    Atualizado em: 11.Out.2013

    Depois de apresentar uma mostra de repertório, a atriz e seu Grupo 3 de Teatro entram em cartaz no CCBB com uma nova montagem, o drama Contrações
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  • Clássicos dos palcos paulistanos que resistem ao tempo
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  • Em 2006, o ator Marat Descartes e a diretora Georgette Fadel uniram forças no solo Primeiro Amor. O encontro foi de grande impacto e rendeu a Marat o Prêmio Shell de melhor ator no ano seguinte. A parceria é retomada no monólogo dramático do inglês Steven Berkoff e não tem como ela não ser cercada de expectativas. Descartes, claro, é o vigoroso ator que o público já viu em diversas montagens e, mais recentemente, com muita força no cinema. No palco, praticamente nu, ele interpreta um sujeito solitário que trava um embate consigo mesmo às vésperas do Natal. Os amigos desapareceram, as mulheres nunca o acharam nada demais e a família perdeu a paciência com suas manias. O texto, no entanto, soa datado e limitado em sua pretensão de retratar a solidão. O protagonista passa a limpo sem sucesso a agenda telefônica e o final só não é mais óbvio porque ali, sim, Marat Descartes traz à tona o talento de ator. São poucos minutos capazes de causar impacto e mostrar que Georgette Fadel poderia ter contornado as falhas do texto e extraído mais do intérprete. Estreou em 25/9/2013. Até 26/4/2014.
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  • Agora um quarteto, o grupo faz suas últimas apresentações do DVD Muito Mais que o Amor — Ao Vivo. Dias 15 e 16/10/2016.
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  • As projeções do artista Alexandre Órion no telão de LED são o fio condutor da apresentação Ainda Há Tempo, baseada no disco homônimo de 2006, que ganhou outra versão em abril. O badalado rapper, ao lado do MC DanDan, exibe no palco músicas como Não Existe Amor em SP e Subirusdoistiozin. Dia 19/8/2016.
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  • Vale o aviso: É o Fim não vai agradar a todos. Repleta de citações cinematográficas e autorreferências, a comédia traz atores que “interpretam” a si próprios. O diretor Quentin Tarantino a colocou entre os dez melhores filmes de 2013. Talvez seja um exagero, mas quem embarcar na loucura proposta por Seth Rogen (O Besouro Verde), um dos roteiristas e diretores, tem tudo para se divertir com o humor afiado e politicamente incorreto. As piadas, contudo, vão fazer mais sentido para quem conhece os protagonistas e manja um pouco do cenário artístico em que eles vivem. No início da trama, Rogen busca no aeroporto de Los Angeles seu amigo Jay Baruchel. Depois de instalados em casa, começa a sessão fumacê. Rogen, então, chama o colega para ir à festa de James Franco. Baruchel não vai com a cara de Franco nem com a de outro convidado, Jonah Hill. Ainda na noitada, regada a álcool e cocaína, estão, entre outros, Emma Watson (a Hermione de Harry Potter) e Michael Cera (de Juno). Um tremor absurdo, possivelmente provocado por uma invasão alienígena, faz a cidade ser arrasada. Após ver algumas mortes, Franco consegue resistir à destruição dentro de sua mansão. Além de Rogen, Hill e Baruchel, vão acompanhá-lo numa jornada de perigos dentro da casa os também atores Danny McBride e Craig Robinson. Embora tenha pontos mortos, o roteiro faz divertidas troças de O Exorcista a O Bebê de Rosemary. A esculhambação não para e atinge algumas estrelas (a exemplo de Rihanna e Channing Tatum), numa divertida provocação ao estilo de vida de Hollywood. Estreou em 11/10/2013.
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  • Riddick 3 e Rota de Fuga entram no circuito. Confira as avaliações
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  • Caroline (Fanny Ardant) tem 60 anos, duas filhas na faixa dos 30, é casada e dentista aposentada. Além de ter perdido a melhor amiga para o câncer meses atrás, seu cotidiano caiu na mesmice. Ela começa a frequentar um clube da terceira idade e acaba sentindo atração por Julien (Laurent Laftte), um jovem professor de informática. O cara corresponde com beijos, amassos e sexo casual. Ele está a fim de uma aventura. Caroline, por sua vez, redescobriu a paixão nos braços de um homem com idade para ser seu filho. A diretora Marion Vernoux acerta no tom do romance. Não há julgamentos morais e, sim, uma prudente reflexão sobre o desgaste das relações conjugais e a descoberta de novos prazeres numa faixa etária na qual muitos entregam os pontos. Luminosa numa cabeleira loira, a classuda Fanny Ardant, viúva do cineasta François Truffaut (1932–1984), encontra aqui um papel que, sem cair na vulgaridade, irradia felicidade pelas ruas de Dunquerque, no norte da França. Estreou em 11/10/2013.
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  • Filmes / Infantil

    'As Tartarugas Ninja' e mais filmes para ver com as crianças

    Atualizado em: 27.Ago.2014

    O Menino no Espelho também está entre as opções
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  • São trechos de sete shows realizados pelo grupo, liderado pelo vocalista Steven Tyler, em uma turnê pelo Japão, em 2011. Detalhe: eles se apresentam na Arena Anhembi no Festival Monsters of Rock no domingo (20/10). O ingresso para a projeção custa R$ 40,00. Dia 17/10/2013.
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  • Filmes / Cinemas

    Seis estrelas acima dos 40 que arrancam suspiros

    Atualizado em: 11.Out.2013

    Michelle Pfeiffer, Sandra Bullock e outras estão na lista das beldades em cartaz
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  • O diretor sul-africano Neill Blomkamp fez uma estreia vistosa, quatro anos atrás, com a ficção científca Distrito 9. Retoma o gênero em Elysium, mas sem a mesma originalidade e com uma teoria de futuro um bocado ingênua. A ação se passa na Los Angeles de 2154, um lugar onde os pobres sobrevivem de migalhas e, para ganhar uma grana, entram para a criminalidade. Max (Matt Damon) saiu da cadeia, arranjou emprego numa fábrica de robôs e se afastou dos amigos marginais. Contudo, uma mudança radical em sua vida o fará buscar ajuda em Elysium. Trata-se de uma estação espacial cujo maior privilégio dos ricos que lá habitam é ter uma máquina capaz de curar qualquer tipo de doença. Além de procurar o tratamento para si, Max quer salvar a pequena filha de uma amiga de infância (Alice Braga). Para chegar ao destino, o protagonista precisa da colaboração de um hacker dissimulado, interpretado por Wagner Moura. Se Sharlto Copley (a revelação de Distrito 9), no papel de um mercenário, e Moura optam por atuações estridentes, a senadora feita por Jodie Foster cai no estereótipo da manda-chuva gélida. O ritmo da narrativa tem seus tropeços e o visual, às vezes fascinante, ganha torpedos barulhentos para comprovar o poder dos efeitos especiais. Estreou em 20/9/2013.
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  • No sábado, a rede Cinemark vai transmitir, direto de Londres, a luta entre o brasileiro Anderson Silva e o inglês Michael Bisping. Serão exibidos quatro embates com transmissão a partir das 18h. Além de Anderson e Bisping, terá Francisco Rivera e Brad Pickett, Tom Breese e Keita Nakamura e Gegard Mousasi e Thales Leites (também brasileiro). Na capital, as sessões ocorrem nas salas Cidade Jardim, Metrô Santa Cruz e Eldorado. Dia 27/2/2016.
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  • Romance paulistano

    Atualizado em: 11.Out.2013

Fonte: VEJA SÃO PAULO