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São Paulo registra primeiro caso positivo para a variante Delta

O paciente é um homem de 45 anos

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 jul 2021, 14h26 - Publicado em 5 jul 2021, 20h48

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou na noite desta segunda, 5, que a capital paulista registrou o primeiro caso da variante Delta do coronavírus. O paciente é um homem de 45 anos, e o bairro de residência dele não foi divulgado. A cepa foi identificada pela primeira vez em outubro, na Índia. Na capital paulista, a secretaria instalou barreiras sanitárias nos terminais rodoviários e no aeroporto de Congonhas para monitorar a chegada de passeiros. Além disso, no Hospital Geral de Guaianases (zona leste), foram reservados leitos para tratar exclusivamente pacientes contaminados com a nova variante, que as evidências apontam que é mais transmissível.

O primeiro caso da variante delta no estado de São Paulo foi identificado em um passageiro de 32 anos que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos em 22 de maio e seguiu para o Rio. Ele é de Campos dos Goytacazes, no Rio, e o diagnóstico foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz.

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Leia, abaixo, a nota completa sobre o primeiro caso da variante Delta do coronavírus da Prefeitura de São Paulo:

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informa que foi identificado o primeiro caso da variante Delta no município de São Paulo. Um homem de 45 anos testou positivo para a variante e está em monitoramento pela Unidade Básica de Saúde (UBS) da região em que mora.

Desde abril, em parceria com o Governo do Estado, a capital encaminha parte das amostras de exames RT-PCR positivos ao Instituto Butantan para análise genômica em busca de identificar as cepas circulantes neste momento no município de São Paulo. Foi por meio desta iniciativa que foi possível identificar o primeiro caso positivo na cidade.

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A SMS monitora outras três pessoas da família (mulher, enteado e filho), que seguem acompanhadas pelas equipes de saúde da UBS local.

O monitoramento das variantes na capital é realizado por meio de cálculo amostral, por semana epidemiológica, com cerca de 250 amostras semanais que seguem para análise do laboratório do Instituto Butantan, onde é realizado o sequenciamento genético.

Além dessa ação de monitoramento, a SMS também fechou acordo de estudo de variantes (cerca de 300 amostras) com o Instituto de Medicina Tropical de São Paulo e com o Instituto Adolfo Lutz, que fazem a vigilância com o objetivo de identificar quais cepas circulam pela cidade.

Desde o início da pandemia, até 26 de junho, foram monitoradas 2.095.654 pessoas pela rede de atenção básica da capital.”
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