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Michele Obama revela “leve depressão” por acontecimentos recentes

Ex-primeira-dama falou sobre saúde mental em seu podcast e contou o que tem feito para "manter a sanidade"

Por Redação VEJA São Paulo 5 ago 2020, 17h32

Michelle Obama afirmou que os acontecimentos dos últimos meses afetaram negativamente sua saúde mental. Em seu podcast, a ex-primeira-dama revelou que está enfrentando uma “depressão leve”, causada pela quarentena e pelo assassinato de George Floyd.

“Houve momentos nessa quarentena em que eu apenas me senti muito triste. Eu passei por esses altos e baixos emocionais, que eu acho que todo mundo sente, em que você apenas não se sente como você mesma. E eu já passei por semanas em que eu apenas tive que me entregar a isso e não ser tão dura comigo”, contou ela em uma conversa com a jornalista e amiga Michele Norris.

Michelle também explicou que a rotina de exercícios físicos a ajuda a “manter a sanidade” desde a época em que Barack Obama era presidente dos Estados Unidos, entre 2009 a 2017. “Barack e eu vivemos fora da ‘norma’ de uma vida comum por um grande período e o que aprendemos em pouco tempo na Casa Branca é que, para permanecermos sãos e nos sentirmos como as pessoas que sempre fomos, tínhamos que ter uma agenda e uma rotina. Mas agora o meu sono está desregulado, que é algo que eu ouvi de várias pessoas”, contou.

“Espiritualmente esses não são tempos agradáveis. Então, eu sei que estou lidando com alguma forma de uma depressão leve, não só pela quarentena, mas pelo conflito racial e também a convivência com essa administração, assistindo a hipocrisia no dia a dia”, finalizou.

O The Michelle Obama Podcast estreou no Spotify no dia 29 de julho com entrevistas de famosos, familiares e amigos da ex-primeira dama.

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