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Doria diz que fornecimento de insumos da CoronaVac está normalizado

Governador afirmou que esse foi um dos motivos para a antecipação do calendário de vacinação contra a Covid-19

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 10 jun 2021, 16h10 - Publicado em 10 jun 2021, 16h09

O governador João Doria (PSDB) afirmou durante coletiva de imprensa na cidade de Mogi Guaçu, no interior paulista, que acredita que o fornecimento de insumos para a vacina CoronaVac entrou em uma “fase de normalidade”.

O Instituto Butantan chegou a paralisar a produção do imunizante por falta de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). Na época, o tucano atribuiu a demora da China para liberar o envio da matéria-prima pela farmacêutica Sinovac às declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a nação asiática.

“Nós estamos confiantes que entramos em uma fase de normalidade”, disse Doria nesta quinta-feira (10). Ele também elogiou o novo chanceler brasileiro, Carlos Alberto França. “Estou bem mais confiante do que estava há 2 semanas, quando havia resquícios de agressões que a China sofreu de membros do governo brasileiro. O que nos fez também antecipar em 15 dias a vacinação. São 100 milhões de doses [da CoronaVac] que chegarão até 30 de setembro”, comentou o governador.

ANTECIPAÇÃO DA VACINAÇÃO

O estado de São Paulo antecipou a vacinação de toda a população maior de 18 anos. A imunização será feita com 15 dias de antecedência em cada faixa etária em relação ao primeiro calendário divulgado. O último grupo etário, dos 18 aos 24 anos, deverá começar a ser vacinado no dia 28 de setembro.

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