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Butantan entrega 1,1 milhão de doses da CoronaVac, mas paralisa produção

O instituto agora aguarda autorização do governo chinês para a liberação de mais matéria-prima necessária para a produção da vacina

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 14 Maio 2021, 09h58 - Publicado em 14 Maio 2021, 09h57

O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira (14) mais 1,1 milhão de doses da vacina CoronaVac ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com isso, o Butantan chega à marca de 47,2 milhões de doses disponibilizadas ao Ministério da Saúde ao Brasil desde o início deste ano.

“As vacinas que estão sendo entregues hoje somam 47,2 milhões da vacina do Butantan entregues ao Ministério da Saúde para a imunização dos brasileiros. Com isso completamos a primeira etapa do contrato de 46 milhões de doses da vacina e já iniciamos o atendimento da segunda etapa dos 54 milhões de doses”, disse João Doria.

O quantitativo entregue hoje já contempla o início do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde para mais 54 milhões de vacinas.

As doses entregues em maio foram produzidas a partir de 3 mil litros de insumos recebidos no dia 19 de abril. A matéria-prima passou pelo envase, rotulagem, embalagem e inspeção de qualidade no complexo fabril do Butantan na capital paulista.

Paralisação

O instituto agora aguarda autorização do governo chinês para a liberação de mais matéria-prima necessária para a produção da vacina. Assim que um novo lote de insumos chegar ao país será possível retomar a produção e efetuar novas entregas do imunizante ao governo federal.

Questões referentes à relação diplomática Brasil x China podem interferir diretamente no cronograma de liberação de novos lotes de insumos. Não há entraves relativos à disponibilização de IFA ao Butantan por parte da biofarmacêutica Sinovac, disse Dimas Covas, presidente do Butantan.

Além das novas doses da vacina contra a Covid-19, serão entregues em maio mais 30 milhões de doses da vacina contra a gripe ao Ministério da Saúde, para distribuição em todo o país.

Com informações do Instituto Butantan e do governo de São Paulo

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