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CoronaVac é vacina que mais previne mortes, diz levantamento

Estudo levou em consideração o período de duas semanas após a segunda dose da vacina

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 21 jun 2021, 12h27 - Publicado em 20 jun 2021, 13h45

De acordo com dados levantados pelo ex-secretário Nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o epidemiologista Wanderson de Oliveira, o imunizante CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, é a vacina que mais protege contra casos graves de Covid-19, prevenindo até 97% das mortes de pessoas infectadas.

Wanderson atualmente é o secretário de Serviços Integrados de Saúde do STF (Supremo Tribunal Federal) e fez o levantamento sobre a eficácia das vacinas por meio do sistema OpenDataSus, do Ministério da Saúde.

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O estudo levou em consideração o período de duas semanas após a aplicação da segunda dose da vacina e analisou as taxas de eficácia contra casos graves da Astrazeneca (90%), Pfizer (80%), Janssen (85%) e Sputnik V (85%).

A Coronavac também tem 50,4% de eficácia para casos muito leves e 77,96% de eficácia para casos leves que requerem atendimento médico.

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